"Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência..."

Professora cristã é demitida por falar sobre Deus na Inglaterra

INGLATERRA (*) - Uma professora cristã britânica foi demitida de seu emprego após falar sobre sua fé com uma mãe e sua filha doente, se oferecendo para orar por elas.

De acordo com o Centro Legal Cristão (CLC) do Reino Unido, Olive Jones, 54 anos, mãe de dois filhos, ensinava matemática para as crianças que não poderiam ir para a escola por causa de doenças. Ela conversou com uma aluna sobre o crer em milagres e perguntou se poderia orar por ela.

Olive, que tem mais de 20 anos de experiência no ensino, disse que a menina estava muito mal para ter aulas de matemática, então a professora decidiu conversar com ela. No entanto, quando a mãe da menina disse que elas não criam em Deus, a enfermeira não continuou.

O Centro Legal Cristão disse que, durante uma dessas visitas, a menina permaneceu na sala de Olive, pois não se sentia bem para ter aulas. Então, Olive conversou com a mãe, dizendo que acreditava que Deus tinha salvado sua vida.

Olive contou que, quando era adolescente, ela estava dirigindo um trator na fazenda da família, no país de Gales quando ele escorregou em um declive, mas parou antes de tombar. Ela disse: “Eu fechei meus olhos e pensei que iria morrer. Então, ouvi o som de vento, como o descrito na Bíblia, e depois, calmaria total”.

“Estava convencida de que era um milagre. Contei tudo para minha mãe, para encorajá-la a acreditar que há um Deus que responde as orações. Creio que possuo um relacionamento pessoal com Deus, que é uma constante fonte de força.

Sem o conhecimento da professora, a mãe da aluna registrou uma queixa.

Quando a professora foi dar aula para a menina, ela contou novamente a história do trator e falou sobre sua fé em Deus. Tudo parecia correr normalmente, mas algumas horas após o término da aula, Olive tomou conhecimento de um pedido da Secretaria da Educação para que ela fosse até o escritório. O diretor afirmou que falar sobre religião com uma criança poderia ser considerado bullying. Assim, ela foi demitida.

Olive, que frequenta a Igreja da Inglaterra, disse que estava “arrasada” com a decisão.

“Estou surpresa como um país com uma tradição cristã tão forte se tornou um lugar onde é difícil falar sobre sua fé.”

“É como se minha liberdade de expressão tivesse sido restringida. Sinto como se estivesse sendo perseguida por falar sobre minha religião em um país que supostamente deveria ser cristão.”

* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.

Tradução: Missão Portas Abertas
Fonte: ANS

A Bênção do código da Vinci

Apesar de tanto discurso populista e tanto discurso igualitário, o cristianismo, com seus valores, tem sido o movimento social mais odiado da história. Parece que a história de Jesus tende a se repetir nos seus próprios seguidores. No texto escatológico de Lucas 21, a expectativa da intolerância já havia sido prenunciada pelo próprio Jesus. Conforme o texto, no final dos tempos a perseguição será ainda mais cruel e perversa. O versículo 16 do mesmo capítulo é assustador: “Vocês serão traídos até por pais, irmãos, parentes e amigos, e eles entregarão alguns de vocês à morte”. Não é impressionante?

Um rápido exame da história mostrará fatos aterradores: no início da Igreja, ela sofreu perseguição de líderes judeus e das autoridades romanas. Nos primeiros séculos, milhares de cristãos foram barbaramente assassinados por imperadores como Nero, Domiciano, Trajano, Diocleciano, entre muitos. Em quase todos os lugares para onde o cristianismo se expandiu, do Oriente ao Ocidente, a história ficou marcada pelo sangue dos mártires. Além disso, a culpa dos crimes históricos do Ocidente, marcados por ódio, violência e desejo de poder, é atribuída ao cristianismo.

É verdade que pessoas que se diziam cristãs cometeram esses atos, mas isso nunca foi o ensino de Jesus e do Novo Testamento. São traidores da doutrina de Jesus ou falsos cristãos. A verdade, porém, é que os Estados comunistas, a Alemanha nazista, os países seculares do Ocidente e os países islâmicos colecionam hoje centenas de milhares de cristãos assassinados só no século XX. A intolerância, já incutida na formação escolar, é impressionante.

O cristianismo e seus valores não têm espaço público, mesmo nos países de maioria cristã nominal; o cristianismo é discriminado e não tem voz na mídia; cristãos são mortos e presos todos os dias em países islâmicos, e nada se faz; nos países ocidentais, cresce a repressão violenta aos valores cristãos, e tudo em nome da “democracia” e “liberdade”: cristãos em favor da vida (contra o aborto) e defensores da família “tradicional” são cada vez mais cerceados e não podem ter voz na “nova sociedade democrática”.

Apesar disso, nada desanima os cristãos. A fé cristã é assim mesmo. Quanto mais batem, mais ela cresce e se fortalece. Esse crescimento foi visto recentemente num lugar proibido para a expressão do cristianismo: o cinema dominante. Em pouco tempo vimos o sucesso estrondoso de “O Senhor dos Anéis”, “A Paixão de Cristo” e “As Crônicas de Nárnia”. É muito cristianismo para tanta intolerância! Em sentido contrário ao enfoque cristão, surgiram filmes dentre os quais vale destacar “O Todo-Poderoso”, “Harry Potter” e o perverso “O Código da Vinci”. Afrontas dirigidas a Cristo e ao Evangelho são bem conhecidas: “Jesus Cristo Superstar” (1973), “A Vida de Brian” (1979), “Je Vous Salue Marie” (1985) e “A Última Tentação de Cristo” (1988). Imagine se o mesmo fosse feito com outras religiões! Se alguém fizesse um filme assim sobre Moisés ou Maimônides, como reagiriam os judeus? E se fosse o caso de Maomé, como responderiam os muçulmanos? E os hindus e os budistas? Imagine Dan Brown, o autor de O Código da Vinci, insinuando, contra uma outra religião, apenas um décimo do que ele escreveu contra o cristianismo! Onde ele estaria escondido agora?

É lamentável, mas é verdade. Há um ataque covarde ao cristianismo na sociedade de hoje! Qual a razão? Provavelmente são várias. Em primeiro lugar, a prática da ética cristã ameaça a exploração do ser humano. Por isso, os poderosos querem diminuir a influência do cristianismo para aumentar seus lucros. Em segundo lugar, o cristianismo, pacífico e amoroso, não reage. Podem bater à vontade. Não vamos devolver o mal com o mal. Assim fica fácil! Por fim, temos o fascínio do escândalo e os lucros milionários. Como Jesus é o nome mais universal da história e tem milhões de seguidores, é claro que qualquer ataque contra Cristo vai chamar a atenção. “O Código da Vinci” está mais para “Código das Trinta”; afinal, o que interessa são “as trinta moedas de Judas”, o puro lucro. A motivação de Dan Brown foi evidentemente financeira.

A obra que virou filme tenta misturar a ficção com a realidade. Confunde a vasta maioria da população que ignora os fatos. Sugere que as principais doutrinas da fé cristã foram inventadas por Constantino. Tenta basear-se em poucos documentos gnósticos muito posteriores ao cristianismo para dizer que Jesus casou-se com Maria Madalena e teve um filho que teria deixado descendentes na França. Aqui está o mistério da busca do Santo Graal. Brown prossegue seu delírio, dizendo que ilustres personagens do passado como Leonardo da Vinci, membro do suposto Priorado de Sião, escondia o tal segredo que destruiria a igreja católica caso descoberto. É loucura total.

Por incrível que pareça, a grande verdade é que esse filme será uma grande bênção para a fé cristã. No final das contas, o resultado será oposto ao propósito de Dan Brown. O cristianismo é diferente! A maior bênção para o cristianismo na época da Igreja Primitiva foi a perseguição. Quanto mais eram perseguidos, mais o Evangelho avançava. O fato é que o cristianismo incomoda. Os seus adversários não conseguem ficar quietos. Precisam fazer referência a ele. Nem que seja a mais cruel e injusta. Isso faz com que Jesus esteja sempre nas manchetes do que se publica no mundo. Vejam o que acontecerá como resultado da obra de Brown:

1. A maioria das pessoas terá a curiosidade despertada. Todo o mundo vai querer saber se “isso é assim mesmo”! Milhões de pessoas vão ler o Novo Testamento como conseqüência de uma curiosidade natural. Vão querer verificar na fonte.

2. Os cristãos menos interessados serão desafiados. Muitos irão lhes perguntar: “E aí, você que é de igreja, diga-me como é que as coisas são de fato!” O cristão terá que se preparar para dar uma resposta adequada.

3. Muitas igrejas irão fazer palestras e eventos para discutir o assunto e explicar a realidade.

4. Quando as pessoas descobrirem que a história do filme não tem fundamento, ficarão com “a pulga atrás da orelha” e se perguntarão: “Por que fizeram isso? Que intolerância!”

5. Finalmente, como os cristãos não “devolverão na mesma moeda”, ficará comprovado que somente a doutrina de Cristo pode fazer alguma coisa em benefício desse mundo sem esperança.

Afinal de contas, devemos todos nós, cristãos convictos, dizer: “Pai, perdoa-lhes, pois eles não sabem o que fazem” (Lc 23.34), isto é, “não sabem o que escrevem”, “não sabem o que filmam”.

Por: Luiz Sayão

Fonte: Revista Enfoque Gospel

Violência contra cristãos no Egito

1/12/2009 - 14h39

Desde a manhã de sábado, 21 de novembro, a cidade no Alto Egito de Farshoot, e também as cidades vizinhas de Kom Ahmar, Shakiki e Ezbet Waziri, tem sido o palco de constante violência muçulmana contra os cristãos egípcios. A multidão saqueou, e praticou atos de vandalismo e também queimou as propriedades de alguns cristãos, enquanto outros se refugiaram dentro de casa, temendo sair e serem violentados. Uma das testemunhas disse à Reuters Cairo : “o caos está tomando conta da cidade”.

A violência ainda continua. Há relatos de que sete mulheres cristãs da Igreja Copta foram levadas a força para cativeiro.

Testemunhas dizem que aproximadamente 3.000 muçulmanos nervosos ficaram reunidos em frente ao prédio da Policia em Farshoot, esperando pela transferência de Girgis Baroumi para o tribunal onde seria renovada sua sentença, apenas para sequestra-lo e matá-lo. O bispo Kirollos disse que um acordo havia sido feito com a família da garota muçulmana Yousra para que aguardassem a decisão do tribunal “mas eles não esperaram por ela.”

O pastor da Igreja Reverendo Benjamin Noshi estava dirigindo seu carro quando a multidão enfurecida parou seu carro e o assaltou. Ele teve traumatismo craniano e está no hospital.

À noite muitas lojas e propriedades foram saqueadas e queimadas. “Eles estão destruindo a economia dos coptas nessas áreas”, disse Wagih Yacoub da Associação Cristã do Oriente Médio.

Uma testemunha disse que algumas famílias Cristãs Egípcias foram arrancadas de suas casas, as quais foram ocupadas por mulçumanos.

Embora forças armadas tenham sido acionadas, eles não tomaram nenhuma atitude para acabar com a violência, e estão a postos para proteger o quartel policial de Farshoot depois que a enfurecida multidão de muçulmanos lançaram pedras contra o quartel e atacaram oficiais. O chefe de investigação Essam Hany foi ferido junto com os outros.

Testemunhas dizem que a Policia apenas assistiu a multidão mas não os prendeu e por isso ele se dispersaram no meio da rua, sem nada acontecer a eles.

O ato de violência dos muçulmanos intensificou-se após ser divulgada na última quarta-feira , dia 18 de Novembro de 2009, a noticia de que um garoto cristão de 21 anos, Giurgis Baroumi, de Kom Ahmar, havia abusado sexualmente de uma garota muçulmana de 12 anos identificada como “Yousra”. Girgis está detido por causa das investigações policiais pendentes e esperando pelos resultados da pericia. Muitos cristãos acreditam que o incidente do abuso serviu para que os muçulmanos usassem isso como pretexto para iniciar tal violência contra eles.

Numa entrevista para a Free Copts, Bispo Kirollos disse que definitivamente os ataques foram pré-planejados e usaram os estudantes de Al-Azhar Institute em Farshoot. Ele também salientou a falha das forças armadas em cumprir seu papel, que desapareceu sem dar nenhum tipo de justificação, apesar das inúmeras tentativas por parte da igreja de colocar um fim nessas graves violências contra os cristãos e suas propriedades.

Ele também acrescentou que mesmo que a história do incidente com a garota muçulmana venha ser comprovada como verdadeira isso foi um caso isolado e não justifica um ataque em massa aos cristãos que querem paz, quem denunciou o ato com certeza é alguém que não conhece os ensinamentos cristãos: “Então porque os ataques bárbaros por parte dos muçulmanos? E porque as forças armadas não os detêm?”
Conversando com o Boletim News Coptic, o bispo disse que após ser informado das acusações de estupro na quarta-feira, Ele teve que retirar os cristãos assustados de Kom Ahmar e Shedid para fora da vila para que estivessem em segurança: “Entretanto, todos os prédios comerciais que pertenciam aos cristãos como, farmácias e carros que estavam em Farshoot e Ezbet Waziri estão completamente destruídos”, disse o bispo Kirollos.

Reverendo Elisha, Pastor de St. Michaels Church in Farshoot descreveu a violência de Sábado como “parecida com a guerra de Tartar, eles colocaram fogo em lojas, farmácias, quebraram portas e aterrorizaram os habitantes”

Sobre o caso do estupro, ele disse que é duvidoso, além disso por causa do processo não é permitdo que ninguém veja o garoto acusado. “O investigador oficial de Farshoot me contou que a garota muçulmana tinha certeza apenas que seu agressor usava uma jaqueta preta – nada mais”.

“Nós nunca fomos tão humilhados e amedrontados como cristãos em toda nossa vida. Os muçulmanos fizeram crucifixos de madeira e as queimaram nas ruas”, de acordo com uma testemunha. “Nossa religião, e nosso Deus foram abertamente insultados”.

Ninguém se aventura a sair nas ruas, nenhum dos cristãos contactados foram capazes de afirmar o número de pessoas que morreram, ou o número de feridos.

O Bispo Kirollos se reuniu urgentemente com todos os pastores da região, em face da gravidade da situação. Ele deu instruções que não houvesse culto de domingo dia 22 de novembro temendo pela segurança das congregações cristãs.

“Se a Organização de Direitos Humanos Internacional ao redor do mundo permanecer quieta sobre o que está acontecendo com os cristãos no Egito, então eles não servem, eles apenas usam um slogan, nada mais” – lamentou uma das vitimas.

Fonte: Missão Portas Abertas.

A must see! - Não deixe de assistir!




Watch these and other videos at our Youtube Channel: http://www.youtube.com/institutoagapemissao

Assista estes e outros vídeos em nosso Canal: http://www.youtube.com/institutoagapemissao


.

O Sucesso e o Caráter do Líder

Por: Josué Campanhã

Os desafios para o futuro em relação ao caráter de um líder são os mesmos de 4 mil anos atrás

Sara havia morrido. Abraão queria enterrar sua esposa em Canaã, na caverna de Macpela, que pertencia a Efrom, conforme relata Gênesis 23. Ele decidiu comprar o terreno, apesar de poder aproveitar a situação para ganhá-lo.

Inicialmente, Abraão pediu autorização para enterrar Sara naquela terra, pois eram estrangeiros ali. Depois de ter a autorização, pediu que o povo intercedesse junto a Efrom, para que ele lhe vendesse a caverna de Macpela. O desejo dele era comprar e pagar o preço justo.

Normalmente, na hora da morte pode-se conseguir qualquer coisa. As pessoas oferecem transporte, dinheiro e até túmulo, caso a família não tenha um. Nessa hora, se o caráter de uma pessoa tiver falhas, ela poderá se aproveitar da situação para conseguir mais do que precisa. Abraão era respeitado naquele lugar e não precisaria gastar nenhum tostão, mas seu caráter não permitiu que isso acontecesse.

Pano de fundo

Para entender melhor esse episódio, é preciso analisar fatos anteriores. Abraão se mudou para o Egito e mandou Sara mentir dizendo que era sua irmã. Como Abraão teria se sentido como homem, sabendo que um outro homem tomou sua mulher para ele?

Depois desse episódio, Abraão vai morar com Sara no Neguebe, em Gerar. Novamente, ele apresentou sua esposa como irmã para o rei Abimeleque. Deus impediu o rei de tomar Sara por sua mulher. Abraão teve de enfrentar a repreensão de Abimeleque, como culpado por induzi-lo a um erro.

Mais à frente, Abraão se encontrou com Abimeleque para negociar alguns poços que havia feito e os servos do rei haviam tomado à força. Abimeleque sabia que Deus era com Abraão em
tudo o que ele fazia. No entanto, lembrou-se do episódio com Sara e pediu a Abraão que não mentisse para ele. O fato de Abimeleque pedir a Abraão que não mentisse servia como repreensão e vergonha.

Lições de caráter

Abraão foi um líder que obedeceu a Deus, deixando tudo para trás por causa de uma visão do Senhor, mas nos ensina algumas lições de caráter e liderança. Ele foi um homem que entregou sua esposa duas vezes para outro homem, mentiu, aceitou gerar um filho com uma serva da sua esposa e ainda teve de ouvir de um ímpio que ele era um mentiroso.

O episódio da morte de Sara mostra os ajustes que Deus havia feito no caráter de Abraão. Havia algumas falhas no caráter de Abraão que foram sendo corrigidas com o tempo. Depois que Abraão foi chamado de mentiroso por Abimeleque, na negociação dos poços de água, a Bíblia não menciona nenhuma fraqueza do seu caráter. Ao contrário, Abraão faz questão de comprar o terreno para enterrar sua esposa.

Um líder fiel a Deus nunca se aproveita de situações em benefício próprio, ou mesmo tira proveito de situações. No episódio da morte de Sara, o povo queria lhe dar aquilo que desejava. A reação de Abraão foi humilhar-se, seguindo os padrões corretos daquilo que Deus desejava que fizesse.

A vida de Abraão mostra que qualquer pessoa escolhida por Deus para liderar pode ter falhas de caráter. A questão é se, durante a sua trajetória, você permite que Deus ajuste o seu caráter ao d'Ele. Se isso for acontecendo, sua liderança será abençoada e seu caráter será parecido com o de Deus. Caso Deus não possa fazer isso, não há motivo para que você lidere o povo d'Ele.

O caráter e a bênção de Deus

Quando Deus escolhe alguém para liderar, Ele abençoa essa pessoa. Ao "forçar a barra" para liderar por interesse próprio ou político, não se garante a bênção de Deus, mesmo que a intenção seja fazer algo para o Senhor. Quando Deus escolhe uma pessoa que se submete completamente a Ele, isso gera um fluxo de bênçãos de Deus sobre a vida desta pessoa e sobre aquilo que ela fizer.

Apesar de estarmos no século 21, os desafios para o futuro em relação ao caráter de um líder são os mesmos de 4 mil anos atrás. Mudaram as circunstâncias, mas a natureza corruptível do ser humano continua a mesma.

Os desafios de uma liderança bem-sucedida na atualidade continuam sendo obedecer e permitir que Deus molde o seu caráter ao d'Ele. Não existirá liderança abençoada sem isso. Deus precisou de 25 anos para moldar o caráter de Abraão.

Nunca é tarde para permitir que Deus comece a moldar o caráter. Muito do fracasso dos líderes está associado àquilo que são e não àquilo que tentam fazer e não conseguem. Abraão conseguiu cumprir a visão de Deus não somente porque ele saiu de sua terra, mas, principalmente, porque permitiu que Deus moldasse o seu caráter. Esse princípio ainda continua valendo hoje.

A visão que Deus quer cumprir por seu intermédio depende da sua permissão para que o Senhor molde o seu caráter. A pergunta que fica no ar: "Quais são as falhas de caráter que tenho, que Deus precisa eliminar, para cumprir a sua visão por meio de mim?". Não vá dormir hoje sem pensar nisso. Tenha coragem de fazer essa pergunta para Deus.

* Josué Campanhã é diretor nacional da SEPAL.

Fonte: www.lideranca.org

News from Kairos

Dear Kairos Family,

We have the FIRST Kairos Europe Consultation in Budapest, Thursday 12th – Sunday 15th. There are about 40 people booked in for the Consultation, coming from Albania, Finland, Germany, Macedonia, Moldova, Netherlands, Romania and United Kingdom. Each National Team represented will share a report with us about what God is doing through Kairos in their country. Also Max will be with us to share with us about Kairos around the world.

We have a great programme and anticipate that during our time together we will hear from God and grow in our “European” sense of Kairos Family.

There are many doors opening in new European countries next year – potentially about 9! We will pray for Gods leading, and HIS timing and strategies.

Paul Lancaster, just back from running Kairos in Lahore Pakistan with Digby, and Jan and Duncan Weir just back from an encouraging time in Brazil will both be there……and a large team from Romania .....and also 2 young people from Macedonia who haven't yet done Kairos but can't wait to start it in Macedonia!

Please, will you pray with us for a significant time, and also pray for my health too – I am battling with pain which is most likely my gall bladder and I have a hospital appointment the day after Budapest!

Thank you

Linda Harding
International Course Coordinator
Europe & the Americas

Missão, agonia e prazer

Por: Josué Campanhã


Cumprir a missão de vida pode gerar agonia e prazer. Isto foi o que aconteceu com Jesus. Antes da sua morte ele disse: “Agora meu coração está perturbado, e o que direi? Pai, salva-me desta hora? Não; eu vim exatamente para isto, para esta hora. Pai, glorifica, o teu nome!”.

Quando chegou a hora de cumprir sua missão, o pedido humano de Jesus para Deus era para livrá-lo do cumprimento da missão. No entanto, com seu senso de direção pedia para Deus cumprir a missão através dele e ainda ser glorificado por causa disto.

Cumprir a missão que Deus nos deu e para a qual ele nos criou gera agonia em nós. Primeiro, porque a missão é maior do que nós, ela é do tamanho de Deus e só isto nos assusta. Segundo, porque ela exige sacrifício de nós. Terceiro, porque não sabemos antecipadamente todos os efeitos que ela vai provocar, e isto nos gera dúvidas sobre a validade do sacrifício. Quarto, porque normalmente ela vai contra uma missão inferior que criamos para nós mesmos, para substituir a missão de Deus.

No entanto, se não cumprirmos a missão para a qual Deus nos criou, causamos “agonia em Deus”, pois foi para isto que ele nos enviou ao mundo. Isto também faz com que Deus não seja glorificado através da nossa vida. E se Deus não é glorificado através da nossa vida, o propósito maior para o qual fomos criados está frustrado.

De outro lado, se seguirmos o exemplo de Jesus, por maior que seja a missão que Deus nos der, diremos “foi exatamente para isto que eu vim; Pai, glorifica o teu nome”, e cumpriremos nosso papel neste mundo. Neste caso, quando nossa vida glorifica a Deus, ele sente prazer em nós, e isto gera o nosso prazer de viver. Então, a melhor coisa a se fazer é ajustar o foco da nossa vida à missão que Deus tem para nós, e cumpri-la, porque o prazer de glorificar a Deus será muito maior do que a agonia de cumprir a missão.


* Josué Campanhã é o atual diretor nacional da SEPAL - Servindo Pastores e Líderes.

Fonte: www.lideranca.org

Esporte e Missões

Missões Mundiais na Rio 2016

Para a obra missionária, a escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016 abre oportunidades de fazer missões mundiais sem sair do país e, por tabela, mobilizar um exército de evangelistas. Os cerca de 2.400 dias até a abertura dos Jogos representam a contagem regressiva para a invasão da maior "delegação" de voluntários já vista na história. Esta é uma das maiores conquistas brasileiras dos últimos anos no cenário esportivo mundial. Entretanto, para nós, que há décadas militamos no uso desta linguagem universal do esporte como ferramenta evangelística, a Rio 2016 tem um enfoque mais relevante que o aspecto meramente esportivo e econômico.

Com esta escolha, o Brasil se projeta, em definitivo, no mapa do esporte mundial. Serão seis anos de grandes eventos esportivos no país, começando em 2011 com os Jogos Militares Mundiais, também na cidade do Rio de Janeiro, a Copa das Confederações em 2013, a Copa do Mundo de Futebol em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016, sem contar um sem-número de eventos paralelos para testes de instalações.

Porém, este privilégio implica em grandes responsabilidades para a igreja evangélica brasileira. Muitos líderes em nosso país questionam, ou simplesmente desconhecem, o uso desses eventos esportivos como palco para ações evangelísticas. É preciso, entretanto, dizer que o binômio esporte-missões remonta aos primórdios da igreja cristã. No capítulo 18 do livro de Atos, a Bíblia descreve a história do apóstolo Paulo em sua segunda viagem missionária, quando deixa a cidade de Atenas e vai para Corinto, onde encontra um casal de judeus, Priscila e Áquila, que haviam deixado Roma perseguidos pelo Imperador Cláudio. Como eram todos da mesma profissão, Paulo se uniu a eles e juntos começaram a fabricar tendas.

Infelizmente, a ênfase da igreja contemporânea, neste texto, tem sido o uso de uma profissão para o levantamento de recursos no campo missionário. Mas o que movia Paulo a percorrer cidades não era a necessidade de levantar recursos para a manutenção de seu ministério, mas sim sua paixão evangelística. O missionário Paulo, contextualizado com os diversos movimentos de seu século, sabia exatamente que naqueles dias estava acontecendo em Corinto um evento esportivo conhecido como Jogos Ístmicos, uma variação dos Jogos que acontecia na cidade próxima de Olímpia. Por isso, um grande número de visitantes e esportistas presentes em Corinto atraía a atenção do apóstolo.

Levamos dois mil anos para entender que eventos esportivos mundiais são grandes palcos para a pregação do Evangelho. Foi por isso que levamos 104 voluntários para a China no ano passado, e no próximo ano levaremos cerca de 300 voluntários para a África do Sul para servirem durante a Copa.


Por: Marcos Grava, pastor, coordenador do Programa Esportivo Missionário de Missões Mundiais da Convenção Batista Brasileira e dos projetos Voluntário África 2010 e Voluntário Brasil 2014

Fonte: www.soma.org.br

Conheça o Marrocos!

O Marrocos situa-se no extremo noroeste do continente africano. A geografia do país é bastante diversificada: uma faixa litorânea é banhada pelo Oceano Atlântico e pelo Mar Mediterrâneo; a Cordilheira do Atlas toma o norte e o interior do país, separando o litoral das áreas desérticas.

População

Pouco mais de 30% da população tem idade inferior a 15 anos. É alto também o índice de analfabetismo, que abrange quase metade da população. O número de alfabetizados entre os homens é maior; quanto às mulheres, apenas 39% delas sabem ler.

Os marroquinos são quase inteiramente formados pela mistura de etnias árabes e berberes. Embora o árabe seja o idioma oficial, dialetos berberes e o francês são bastante comuns.

Praticamente todos os marroquinos são muçulmanos, a maioria de tradição sunita. O islã é a religião oficial e os preceitos do islamismo estão profundamente arraigados na sociedade.

Mesmo assim, a influência ocidental é evidente na maior parte das cidades do litoral Atlântico. Isso é visível nas roupas e no comportamento das pessoas. O materialismo parece seduzir alguns: é possível ver nas ruas de Rabat, a capital, e em Casablanca, a maior cidade do país, alguns carros extremamente caros. Muitas pessoas pensam em abandonar o país e emigrar para a Europa.

História e governo

O atual território marroquino foi objeto de várias batalhas entre as antigas tribos da região e diversos impérios mundiais. Os árabes invadiram o Marrocos em 682 e, em pouco tempo, quase todos os habitantes da região adotaram a religião islâmica, com exceção dos judeus.

Berberes do Marrocos foram então recrutados para a invasão e ocupação da Península Ibérica em 711.

O poder político do país permaneceu sob o domínio do islã desde a ocupação árabe até o século XV, quando os europeus começaram a invadir a região. Portugueses, espanhóis e franceses travaram uma disputa armada pelo controle do país, que acabou dividido entre a França e a Espanha.

Após a II Guerra Mundial, nacionalistas iniciaram um movimento pela independência do país. A França rejeitou essa tentativa até 1956, quando ela e Espanha acabaram por reconhecer a independência do Marrocos. Em 1957, o sultão Muhammad V autodenomina-se rei.

Atualmente, o Marrocos é governado por uma monarquia constitucional. Sua nova Constituição, aprovada em 1996, promoveu abertura democrática, pois o parlamento passou a ser eleito inteiramente pelo voto popular. Entretanto, juntamente com as reformas de caráter mais democrático, assegurou-se a supremacia do rei.


A Igreja

O cristianismo chegou ao Marrocos ainda no primeiro século da era cristã e muitas dioceses já haviam sido estabelecidas no final do século II. Infelizmente, a Igreja passou por problemas terríveis nos anos seguintes devido à perseguição romana, às invasões dos vândalos e a divisões internas. Finalmente, os exércitos muçulmanos colocaram um ponto final na presença do cristianismo na região.

Em 1220, um novo esforço missionário foi iniciado pelos franciscanos, mas a evangelização foi suprimida e a Igreja continuou fraca. A atitude positiva de seus líderes com relação ao movimento de independência ajudou a melhorar a imagem do cristianismo perante a opinião pública.

Cerca de 90% dos cristãos marroquinos são imigrantes. Não se sabe ao certo o número de ex-muçulmanos marroquinos, pois muitos temem tornar pública sua nova fé.

O país está mais aberto ao cristianismo do que no passado. A tendência é que haja mais artigos em jornais sobre os cristãos marroquinos. Os líderes têm sido interrogados menos regularmente pela polícia.


A perseguição

A Constituição marroquina assegura liberdade de religião e, apesar de o islamismo ser a religião oficial do país, os estrangeiros podem praticar livremente sua fé. Eles frequentam cultos religiosos sem quaisquer restrições ou temor de represálias.

Entretanto, o evangelismo é desencorajado pela sociedade. A maioria dos cidadãos vê as atividades evangelísticas como ameaça à lei e à ordem nesse país muçulmano.

Também é ilegal qualquer tentativa de se converter um muçulmano. O infrator pode ser punido de três a seis meses de prisão, e uma multa de 10 a 50 dólares. O muçulmano que se converter também é punido: legalmente pela lei islâmica, ou informalmente pela sociedade.

É difícil esconder as atividades da Igreja, o evangelismo em especial, pois as pessoas vigiam umas às outras, e a polícia conta com uma rede de informantes. Se essas atividades da Igreja forem notadas, ou causarem influência social, deve esperar-se um contra-ataque.

A tendência fundamentalista muçulmana está crescendo, e exerce sua influência nas autoridades e na sociedade. Enquanto a Igreja se mantiver quieta, ela será tolerada. A partir do momento que tentar expandir suas atividades, por exemplo, evangelizando, ela será oprimida.

Um cristão fez o seguinte relato: "Quando olhamos para a Igreja marroquina, somos forçados a dizer que o número de marroquinos que fizeram uma decisão por Cristo é limitado. De uma população de milhões de pessoas, há apenas alguns milhares de cristãos. Não há permissão para que nos organizemos como uma verdadeira Igreja e temos de nos reunir em nossas casas. Além disso, há apenas algumas dezenas de igrejas em todo o país - com maior concentração nas áreas urbanas - e é difícil estabelecer um modelo de trabalho eficaz para a Igreja marroquina.

A liderança é fraca, e grande parte de nosso material nos chega ilegalmente. Quando a conversão de um muçulmano ao cristianismo se torna pública, a pressão para que renunciemos à fé cristã é intensa. Somos presos, espancados, e nos oferecem incentivos para que retornemos ao islamismo. Cristãos que pertenciam a grupos muçulmanos severos são os que mais têm problemas.

Demorou um século para a Igreja marroquina chegar ao lugar que está e, portanto, não esperamos um crescimento acelerado agora."


Motivos de oração

1. Há décadas que a perseguição apresenta um crescimento constante. Ore para que o governo marroquino assegure a liberdade religiosa aos cristãos e para que estes possam cultuar e evangelizar sem restrições. Peça também pela segurança dos cristãos marroquinos e pelo abrandamento da postura do governo.

2. A Igreja não tem liberdade para evangelizar livre e abertamente. Ore para que os cristãos marroquinos continuem a desenvolver meios criativos de difundir as boas novas sobre Jesus e para que seus esforços evangelísticos sejam protegidos da repressão pelo poder do Espírito Santo.

3. Interessados no cristianismo são alvo de intimidação. Contatos com organizações estrangeiras são ilegais e passíveis de condenação à prisão. No entanto, os marroquinos continuam a entrar em contato com programas de rádio cristãos para solicitar materiais de estudo. Ore pela segurança destas pessoas e para que os materiais enviados não sejam interceptados.

4. Estrangeiros cristãos que trabalham no Marrocos têm sido descobertos, presos e expulsos do país. Ore pedindo proteção para estes cristãos e eficácia para seus testemunhos. Novos profissionais estão constantemente chegando ao país para se juntar a este grupo de cristãos estrangeiros que muitas vezes encontra oportunidades discretas para testemunhar.

5. Ore pelas jovens igrejas. Peça a Deus para protegê-las de ataques, para fazê-las crescer e multiplicar-se.

Fonte: www.portasabertas.org.br

SOLA SCRIPTURA!


A autoridade da Bíblia depende da revelação vinda de Deus. Se Deus não falou, então somos iguais a uma nave espacial que está fora de contato com sua base. Mensagens não alcançam os tripulantes que esqueceram de onde partiram e muito menos sabem para onde vão. Sem a Palavra autoritária da Bíblia estamos perdidos. Paulo escreveu: “Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra” (2 Tm 3.16,17). Inspiração por Deus quer dizer simplesmente que Ele falou por intermédio de homens que ouviram e receberam revelações especiais dele e foram protegidos contra qualquer erro em escrever o que Deus falou.


A divisa da Reforma foi Sola Escriptura, que significa: “A única fonte e norma de todo o conhecimento cristão é a Sagrada Escritura” (H. Heppe, Dogmática Reformada). Lutero cria na inerrância das Escrituras como Jesus e Paulo também criam. A Igreja ensinou esta doutrina essencial: a sua autoridade absoluta. O famoso teólogo Karl Barth disse: “Os Reformadores adotaram sem questionar e sem reservas a declaração acerca da inspiração verbal da Bíblia, conforme é explícita e implicitamente contida naquelas passagens paulinas que tomamos por nossa base, até mesmo incluindo a fórmula de que Deus é autor da Bíblia, e, ocasionalmente, fazendo uso da idéia de um ditado através dos escritores bíblicos” (citado por Gerstner em O Alicerce da Autoridade Bíblica, ed. James Boice, S. Paulo, Ed. Vida Nova, 1982, p. 37).


Nenhum mestre ou pastor evangélico deve ensinar nada que esteja em desacordo com os autores da Bíblia e nem deve elevar qualquer prática religiosa a um nível de ser exigida, se não tiver sustento nas Escrituras Sagradas. Quando Lutero foi congratulado por ter se firmado nas Escrituras, declarou: “Não, não estou firme nas Escrituras; estou firme debaixo das Escrituras!”. Entendeu corretamente a suprema importância de humildemente se sujeitar aos ensinamentos bíblicos como a única fonte e norma de doutrina e prática cristãs.


Os Reformadores e, particularmente, Lutero, acreditavam na simplicidade das Escrituras. Discordava totalmente da Igreja Católica Romana que afirmava que somente doutores e especialistas tinham a habilidade de entender e explicar a Bíblia. Os Protestantes discordaram. O resultado podemos notar na explosão de centenas de traduções e versões da Bíblia em centenas de línguas. Milhões de Bíblias são vendidas no Brasil, confirmando o que os Reformadores entenderam. O povo de Deus quer examinar as Escrituras como os bereanos (At 17.11).


As implicações da convicção dos Reformadores têm profundo e longo alcance. Note algumas poucas delas:


1) O cânone dos 66 livros da Bíblia é permanente e imutável. Ninguém jamais tirará um desses livros ou acrescentará outro.


2) A declaração Sola Scriptura se baseia totalmente na inspiração plenária das Escrituras. Se surgir uma outra revelação verbal da verdade sobre Deus e Sua vontade que seria obrigatória para os cristãos crerem e praticarem, a veracidade da Sola Scriptura seria insustentável.


3) As figuras que a própria Bíblia usa para se autodesignar são indicativas desta realidade. Ela é luz para mostrar o caminho em que devemos andar (Sl 119.105). Ela é a semente que gera vida eterna (1 Pe 1.23).


4) Ser a Bíblia nossa única regra de fé e prática não nega a possibilidade de Deus revelar sua vontade individual para um servo dele, para mostrar sua vontade particular para ele. Deus ainda fala, mas nunca pode contrariar um ensinamento claro da Palavra de Deus (comp. 1 Pe 4.11).


5) De suma importância é se lembrar que Deus unicamente fala a verdade das Escrituras quando elas são interpretadas corretamente.


6) A tarefa do pregador e mestre da Palavra não pode ser outra senão expor e aplicar o que o texto da Bíblia diz. Não é difícil declarar doutrinas e ensinamentos errados, tirando frases do seu contexto literário e histórico. O princípio de Sola Scriptura somente tem validade nos casos em que a intenção do autor bíblico é honrada.



* Russell Shedd é professor, PhD em Novo Testamento, missionário e escritor.


Fonte: Agência Soma.

Summary: Azerbaijan, Kazakhstan, Russia, Tajikistan, Turkmenistan

1 October 2009
AZERBAIJAN: POLICE CHIEF DEPORTS LOCAL-BORN BAPTIST - WITH NO DOCUMENTATION
Local Baptist Javid Shingarov (who holds a Russian passport) was cut off from his wife, father and children in his native village near Yalama in northern Azerbaijan when he was yesterday (30 September) deported to Russia. Yalama's police chief Gazanfar Huseinov - who punished him under the Administrative Code with a fine and deportation order for holding religious worship in his home - refused to tell Forum 18 News Service why he had refused to give his verdict in writing and why the Migration Service was apparently not involved. An official of the Human Rights Ombudsperson's office told Forum 18 that failure to give a verdict in writing is a violation of the law and that the Law on Migration puts responsibility for deportation decisions on the State Migration Service, not the police. The Christian books confiscated from Shingarov and others during raids on 9 September have not been returned, while a Baptist whose home was among those raided was pressured to resign from his job as a school director.


29 September 2009
KAZAKHSTAN: OFFICIALS WHO RAID RELIGIOUS COMMUNITIES "MERELY FULFILLING THEIR DUTY"
Murad Ashkhayanov, an officer of the Police's Department for the Struggle with Terrorism in Semey, defended the police raid on the town's Ahmadi Muslim community in which he participated. However, he refused to tell Forum 18 News Service why the community was twice raided, and members asked when and why they joined the community and how their beliefs differ from those of other Muslims. Likewise officials who took part in raiding two Baptist churches in Kostanai Region rejected suggestions these were raids, despite police questioning of participants, filming against their wishes, searches of the premises and pressure to write statements. Talgat Nagumanov of the Kostanai Regional Justice Department told Forum 18 he and his colleagues "were merely fulfilling their duty". One of the pastors was today (29 September) fined the equivalent of two months' average wages locally "if you didn't spend anything on food or clothes for your family".


2 October 2009
RUSSIA: "YOU HAVE THE LAW, WE HAVE ORDERS"
Two Baptist preachers in Russia's Baltic Sea exclave of Kaliningrad have been fined after their community "sang psalms and spoke about Christ" in the street, they have told Forum 18 News Service. Speaking on condition of anonymity, a source in the Kaliningrad police told Forum 18 that all public gatherings - whether political or religious - must be sanctioned by the municipal authorities in advance. "But they didn't have permission and they had no intention of getting it!" he remarked, clearly irritated by the Baptists' actions. Asked why permission is necessary, the source replied, "That's the law in Russia!" Aleksandr Legotin, one of the two Baptists, insisted that, as the Baptists held a religious service and not a demonstration, the legal requirement to notify the authorities in advance should not have applied. "We follow the law very carefully," he told Forum 18. "And under the Universal Declaration [of Human Rights] we have the right to freedom of conscience - the law should be doing the opposite, protecting us from such arbitrariness."


28 September 2009
TAJIKISTAN: "IT SEEMS THAT READING THE BIBLE TOGETHER IS NOW A CRIMINAL OFFENCE"
Hamzaali Pulodov, the religious affairs official in the northern town of Khujand, has defended the criminal cases against up to 17 Jehovah's Witnesses on charges of inciting inter-religious hatred, which carry a sentence of between five and nine years' imprisonment. "When people break the law they are prosecuted," he told Forum 18 News Service. He says books confiscated during a June raid on a flat where they were meeting had "propagandised against the onstitution and incited enmity between citizens", but admitted he has not read them. Prosecutors and the secret police refused to say how many Jehovah's Witnesses face criminal charges and when cases will go to court. Zafar Rakhimov, who is among those facing prosecution, told Forum 18 he believes two or three of their leaders will be brought to court. "Prosecutor Muzaffarov told me that the accusation is based on the fact that we interpret the Bible differently from Protestants. It seems that reading the Bible together is now a criminal offence." Jehovah's Witnesses are banned in Tajikistan.


30 September 2009
TURKMENISTAN: TWO MORE JEHOVAH'S WITNESS CONSCIENTIOUS OBJECTORS IMPRISONED
Two young Jehovah's Witnesses have joined two other Jehovah's Witnesses already incarcerated in the labour camp in Seydi after being sentenced in July for refusing compulsory military service on grounds of religious conscience, Jehovah's Witnesses told Forum 18 News Service. Shadurdi Ushotov, who is 21, received the maximum two-year term, while 19-year-old Akmurat Egendurdiev received an 18-month term. Both had their appeals rejected in their absence. Jehovah's Witnesses complain three of the four have been obstructed from lodging further appeals. Egendurdiev was tried after being summoned to Dashoguz town administration, where "three elderly men tried to persuade him to change his mind" about his refusal to serve in the army, Jehovah's Witnesses told Forum 18. Vyacheslav Kalataevsky, a former Baptist inmate of the Seydi camp, told Forum 18 it is in the desert and close to several chemical works, and conditions are not easy. "It is like something from the Middle Ages."


Fonte: Forum 18.

Profissionais em missões

"In necessariis unitas, in dubiis libertas, in omnibus caritas"

No essencial, unidade; no secundário, diversidade; em todas as coisas, caridade.
(Lema dos morávios)

Dois jovens morávios souberam que numa ilha no leste da Índia havia 3 mil escravos pertencentes a um ateu britânico. Sem permissão de ir para lá como missionários, eles decidiram se vender como escravos e usar o dinheiro para pagar as passagens para a ilha. No dia da partida, suas famílias estavam reunidas no porto, sabendo que jamais os veriam outra vez. Quando o barco estava se afastando, os dois rapazes gritaram: “Que através das nossas vidas o Cordeiro que foi imolado receba a recompensa por seu sacrifício”.

A Igreja dos Morávios começou com John Huss no final do século 14 e estabeleceu uma comunidade na Saxônia chamada Herrnhut, onde, no século 17, houve um avivamento a partir de uma reunião de oração ininterrupta, 24 horas por dia, sete dias por semana, que durou 100 anos.

Os primeiros missionários morávios foram um oleiro e um carpinteiro, enviados para o Caribe em 1732. Trinta anos depois, centenas de missionários haviam seguido para muitas partes do mundo, como o Ártico, a África e o Oriente, sustentando-se com suas profissões. Em Labrador, eles compraram navios e ensinaram atividades produtivas ao povo, levando o evangelho e melhoria de vida. No Suriname, atuaram no comércio, criando alfaiatarias, fábricas de relógios e panificadoras. Sua influência econômica crescia juntamente com a influência espiritual.

“A contribuição mais importante dos morávios foi a ênfase na ideia de que todo cristão é um missionário e deve testemunhar por meio de sua vida diária. Se o exemplo dos morávios tivesse sido estudado mais cuidadosamente por outros cristãos, é possível que o homem de negócios pudesse ter retido seu lugar de honra na missão cristã em desenvolvimento, além do pregador, do professor e do médico”, afirmou William Danker.


Por: Enedina Sacramento, casada, seis filhos, é membro do Comitê Gestor da Interserve Brasil-CEM.

Fonte: www.ultimato.com.br

About us...

Agape Institute of Evangelism and Missions is an interdenominational Christian ministry that involves Christians of different Christian communities, in particular, to support those who are dedicated to evangelizing the unreached peoples. Visit also our Website, Orkut, Myspace, Community, Facebook, Twitter or contact us.

KAZAKHSTAN: Religious freedom survey

23 September 2009

In its survey analysis of freedom of religion or belief in Kazakhstan, Forum 18 News Service finds continuing violations of human rights commitments. The country will be 2010 Chairperson-in-Office of the OSCE, and faces the UN Universal Periodic Review process in February 2010. Serious violations Forum 18 has documented include: attacks on religious freedom by officials ranging from President Nursultan Nazarbaev down to local officials; literature censorship; state-sponsored encouragement of religious intolerance; legal restrictions on freedom of religion or belief; raids, interrogations, threats and fines affecting both registered and unregistered religious communities and individuals; unfair trials; the jailing of a few particularly disfavoured religious believers; restrictions on the social and charitable work of religious communities; close police and KNB secret police surveillance of religious communities; and attempts to deprive religious communities of their property. These violations interlock with violations of other fundamental human rights, such as freedom of expression and of association.

Fonte: www.forum18.org

Conheça a Tunísia!

A Tunísia situa-se no norte da África, banhada pelo Mediterrâneo. Suas montanhas na região norte - algumas com mais de 1.500 metros de altitude - são entremeadas por vales e planícies férteis.

Caminhando em direção ao sul do país, as montanhas dão lugar a um planalto que, gradualmente, perde altitude até alcançar uma série de lagos de água salgada. A metade sul do território tunisiano faz parte do deserto do Saara. O norte do país possui um clima mediterrâneo que se torna gradativamente mais quente e seco à medida que se caminha em direção ao sul.

População

Mais de 10 milhões de pessoas vivem na Tunísia e 65% da população concentra-se nos centros urbanos. Túnis é a capital e a maior cidade do país, com cerca de um milhão de residentes.

Quase três quartos da população habitam as regiões costeiras. Os desertos ao sul, que são 70% do território, abrigam apenas 30% dos tunisianos.

Etnicamente, a maioria da população é árabe, mas há a presença de minorias berberes e europeias. A taxa de analfabetismo é mais alta entre as pessoas mais idosas, quase todos os jovens com menos de 24 anos são alfabetizados.

Praticamente todos os tunisianos são muçulmanos, a maioria de tradição sunita. Ainda assim, há minorias de judeus e de cristãos. Famosa por ser um importante centro islâmico, a cidade sagrada de Cairuão, no norte do país, costuma ser palco de peregrinações religiosas.

História

Os fenícios colonizaram a Tunísia por volta do ano 1000 a.C., estabelecendo na cidade de Cartago um importante centro comercial para o Mediterrâneo.

Séculos mais tarde, por volta de 200 a.C., os romanos conquistaram a região e a anexaram ao seu império, permitindo que o cristianismo chegasse à Tunísia assim que surgiu. No entanto, exércitos islâmicos dominaram a região e grande parte do Norte da África no século VII, erradicando completamente toda a influência cristã. O domínio muçulmano perdurou por vários séculos, até que os conflitos com nações europeias tiveram início.

Em 1880, tropas francesas invadiram a Tunísia e, três anos depois, o país tornava-se um protetorado da França.

A influência francesa permeou a nação e deixou uma profunda marca, mas o sentimento nacionalista acabou prevalecendo e levando a Tunísia à sua independência em 1956. Nos primeiros anos, a Tunísia declarou-se república e entrou em conflito com a França inúmeras vezes. Com o passar do tempo, a estabilidade foi finalmente alcançada e o país pôde dar continuidade a sua aproximação com o mundo árabe.

O sistema democrático do país é frágil. Partidos muçulmanos foram banidos, mas o presidente deve ser islâmico. O presidente Zine el Abidine está cumprindo o seu quarto mandato de cinco anos.

Economia

Durante anos, piratas que habitavam na Tunísia devastaram o tráfego marítimo europeu. Mas, no século XIX, eles foram aniquilados pela marinha dos Estados Unidos. Com a perda do comércio pirata, a região mergulhou em uma grande recessão econômica, o que acabou gerando inúmeros conflitos.

Como na maioria dos países localizados no norte da África, a economia da Tunísia é dominada pelo petróleo, e também pela indústria. O subemprego e o desemprego, cuja taxa é estimada em 14%, são graves problemas sociais.


A Igreja

O cristianismo chegou ao território da Tunísia no final do século I e foi profundamente marcado pelo cisma donatista - um notável movimento herético desencadeado pelo bispo Donato de Cartago, no século IV.

Embora o islamismo tenha varrido a Tunísia no século VII, o cristianismo ainda conseguiu sobreviver na região por mais 300 anos. No século XIII, uma nova Igreja foi implantada no país por missionários franciscanos e dominicanos.

Atualmente, há aproximadamente 25 mil cristãos no país, a maioria dos quais é de católicos franceses ou refugiados libaneses. Amedrontados e isolados, os cristãos de cidadania tunisiana somam apenas alguns milhares e, por serem carentes de treinamento teológico, são presas fáceis da perseguição.


A perseguição

A Constituição tunisiana declara o islamismo a religião oficial do país e determina que o chefe de Estado seja muçulmano. Por outro lado, ela também assegura a liberdade de consciência e protege o livre exercício de culto, desde que não perturbe a ordem pública.

Essa postura tem sido administrada diante do crescente fundamentalismo islâmico no país e o governo proíbe a evangelização, embora haja tolerância ao culto cristão. O islamismo, enraizado na sociedade, cria significativas barreiras culturais à conversão.

Um cristão tunisiano relatou os seguintes fatos: "O ano de 1997 foi particularmente ruim para a nossa igreja. O governo iniciou uma grande investigação entre os convertidos, que resultou em muitas detenções e interrogatórios. A igreja ainda não se recuperou totalmente desse episódio. Estamos com muito medo e, se não superarmos esse temor, é pouco provável que cresçamos. Precisamos ser ousados. Temos apenas algumas igrejas e há pouca confiança entre os cristãos".

Em 2000, duas ONGs cristãs não tentaram se registrar por acreditarem que seus pedidos seriam rejeitados. Entretanto, elas conseguem funcionar livremente sob o patrocínio de suas respectivas igrejas.

Em abril de 2001, houve informações de que materiais distribuídos por missionários cristãos em Sfax foram confiscados dos alunos secundários locais.


Motivos de oração

1. A Igreja desfruta de uma liberdade limitada. Ore para que os cristãos tunisianos utilizem a abertura que possuem para evangelizar toda a nação.

2. Observadores estão preocupados com o crescimento do fundamentalismo islâmico. Ore para que esse movimento seja reduzido drasticamente. Ore também para que haja um bom relacionamento entre cristãos e muçulmanos, o que manteria a perseguição sob controle.


Fonte: www.portasabertas.org.br

Abençoados para abençoar!

-

Recentemente, parte da equipe do Instituto Ágape, minha esposa e eu participamos do Curso Kairós, um ministério de Living Springs International (LSI). Tivemos a oportunidade de conhecer os amados irmãos Jan e Duncan, que vieram da Inglaterra para ministrar uma série de cursos no Brasil. O que vimos e ouvimos foi além de nossas expectativas.

Um dos textos trabalhados foi Gênesis 12:1-3, que mostra como foi a vocação de Abrão (e depois Abraão). Entre outras coisas, Deus disse a ele: “saia da sua terra...” (Gn. 12:1), “o abençoarei...” (Gn. 12:2) e “por meio de você todos os povos da terra serão abençoados” (Gn. 12:3).

Essa passagem, bastante conhecida, nos mostra alguns princípios relacionados à vocação de Deus para o homem, e em especial, para a Igreja, os quais precisamos “trazer à memória”.

Em primeiro lugar, Deus nos chama para “sair”. Isso não apenas se aplica a Abrão. Jesus disse algo semelhante à Igreja: “ide por todo o mundo” (Mt. 28:19). O propósito de Deus para seu povo é essencialmente missionário. A Igreja não cumpre o seu papel se não houver empenho missionário, o que pode ser feito de diferentes formas, como contribuição, oração e envio. O que não pode ser feito é negar a vocação missionária.

Além disso, a esse mandamento está vinculada uma promessa. “Eu te abençoarei”, disse Deus. Jesus também prometeu algo semelhante à Igreja: “estarei sempre com vocês” (Mt. 28:20). Certamente, Deus quer nos abençoar. Isso faz especialmente quando permanece conosco. Cristo em nós, esperança da glória!

Muitas vezes, entretanto, esquecemos de que “somos abençoados para abençoar”, que “recebemos para dar”. Deus promete que Abrão seria abençoado, mas também que ele seria uma bênção. Como Igreja e individualmente, quando fazemos discípulos de todas as nações (Mt. 28:19) levamos aos povos a maior bênção de todas. A salvação em Cristo é o maior bem que podemos transmitir.

Falar em missões não é falar de algo novo, não é trazer uma nova visão. Desde Abrão a encontramos. Essa vocação está presente tanto no Antigo Testamento quanto no Novo. Em Cristo encontramos a obra missionária realizada pelo próprio Deus Encarnado. A Igreja, toda ela, é comissionada para ir.

Nas palavras do Dr. Timothy Carriker: “o papel da igreja é, antes de tudo, ser orientada não para si mesma, mas para o mundo, para anunciar o reino de Deus” (Missão Integral, 1992, p. 268).

Por: Rodrigo Alves

-