"Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência..."

Missão, agonia e prazer

Por: Josué Campanhã


Cumprir a missão de vida pode gerar agonia e prazer. Isto foi o que aconteceu com Jesus. Antes da sua morte ele disse: “Agora meu coração está perturbado, e o que direi? Pai, salva-me desta hora? Não; eu vim exatamente para isto, para esta hora. Pai, glorifica, o teu nome!”.

Quando chegou a hora de cumprir sua missão, o pedido humano de Jesus para Deus era para livrá-lo do cumprimento da missão. No entanto, com seu senso de direção pedia para Deus cumprir a missão através dele e ainda ser glorificado por causa disto.

Cumprir a missão que Deus nos deu e para a qual ele nos criou gera agonia em nós. Primeiro, porque a missão é maior do que nós, ela é do tamanho de Deus e só isto nos assusta. Segundo, porque ela exige sacrifício de nós. Terceiro, porque não sabemos antecipadamente todos os efeitos que ela vai provocar, e isto nos gera dúvidas sobre a validade do sacrifício. Quarto, porque normalmente ela vai contra uma missão inferior que criamos para nós mesmos, para substituir a missão de Deus.

No entanto, se não cumprirmos a missão para a qual Deus nos criou, causamos “agonia em Deus”, pois foi para isto que ele nos enviou ao mundo. Isto também faz com que Deus não seja glorificado através da nossa vida. E se Deus não é glorificado através da nossa vida, o propósito maior para o qual fomos criados está frustrado.

De outro lado, se seguirmos o exemplo de Jesus, por maior que seja a missão que Deus nos der, diremos “foi exatamente para isto que eu vim; Pai, glorifica o teu nome”, e cumpriremos nosso papel neste mundo. Neste caso, quando nossa vida glorifica a Deus, ele sente prazer em nós, e isto gera o nosso prazer de viver. Então, a melhor coisa a se fazer é ajustar o foco da nossa vida à missão que Deus tem para nós, e cumpri-la, porque o prazer de glorificar a Deus será muito maior do que a agonia de cumprir a missão.


* Josué Campanhã é o atual diretor nacional da SEPAL - Servindo Pastores e Líderes.

Fonte: www.lideranca.org

Esporte e Missões

Missões Mundiais na Rio 2016

Para a obra missionária, a escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016 abre oportunidades de fazer missões mundiais sem sair do país e, por tabela, mobilizar um exército de evangelistas. Os cerca de 2.400 dias até a abertura dos Jogos representam a contagem regressiva para a invasão da maior "delegação" de voluntários já vista na história. Esta é uma das maiores conquistas brasileiras dos últimos anos no cenário esportivo mundial. Entretanto, para nós, que há décadas militamos no uso desta linguagem universal do esporte como ferramenta evangelística, a Rio 2016 tem um enfoque mais relevante que o aspecto meramente esportivo e econômico.

Com esta escolha, o Brasil se projeta, em definitivo, no mapa do esporte mundial. Serão seis anos de grandes eventos esportivos no país, começando em 2011 com os Jogos Militares Mundiais, também na cidade do Rio de Janeiro, a Copa das Confederações em 2013, a Copa do Mundo de Futebol em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016, sem contar um sem-número de eventos paralelos para testes de instalações.

Porém, este privilégio implica em grandes responsabilidades para a igreja evangélica brasileira. Muitos líderes em nosso país questionam, ou simplesmente desconhecem, o uso desses eventos esportivos como palco para ações evangelísticas. É preciso, entretanto, dizer que o binômio esporte-missões remonta aos primórdios da igreja cristã. No capítulo 18 do livro de Atos, a Bíblia descreve a história do apóstolo Paulo em sua segunda viagem missionária, quando deixa a cidade de Atenas e vai para Corinto, onde encontra um casal de judeus, Priscila e Áquila, que haviam deixado Roma perseguidos pelo Imperador Cláudio. Como eram todos da mesma profissão, Paulo se uniu a eles e juntos começaram a fabricar tendas.

Infelizmente, a ênfase da igreja contemporânea, neste texto, tem sido o uso de uma profissão para o levantamento de recursos no campo missionário. Mas o que movia Paulo a percorrer cidades não era a necessidade de levantar recursos para a manutenção de seu ministério, mas sim sua paixão evangelística. O missionário Paulo, contextualizado com os diversos movimentos de seu século, sabia exatamente que naqueles dias estava acontecendo em Corinto um evento esportivo conhecido como Jogos Ístmicos, uma variação dos Jogos que acontecia na cidade próxima de Olímpia. Por isso, um grande número de visitantes e esportistas presentes em Corinto atraía a atenção do apóstolo.

Levamos dois mil anos para entender que eventos esportivos mundiais são grandes palcos para a pregação do Evangelho. Foi por isso que levamos 104 voluntários para a China no ano passado, e no próximo ano levaremos cerca de 300 voluntários para a África do Sul para servirem durante a Copa.


Por: Marcos Grava, pastor, coordenador do Programa Esportivo Missionário de Missões Mundiais da Convenção Batista Brasileira e dos projetos Voluntário África 2010 e Voluntário Brasil 2014

Fonte: www.soma.org.br

Conheça o Marrocos!

O Marrocos situa-se no extremo noroeste do continente africano. A geografia do país é bastante diversificada: uma faixa litorânea é banhada pelo Oceano Atlântico e pelo Mar Mediterrâneo; a Cordilheira do Atlas toma o norte e o interior do país, separando o litoral das áreas desérticas.

População

Pouco mais de 30% da população tem idade inferior a 15 anos. É alto também o índice de analfabetismo, que abrange quase metade da população. O número de alfabetizados entre os homens é maior; quanto às mulheres, apenas 39% delas sabem ler.

Os marroquinos são quase inteiramente formados pela mistura de etnias árabes e berberes. Embora o árabe seja o idioma oficial, dialetos berberes e o francês são bastante comuns.

Praticamente todos os marroquinos são muçulmanos, a maioria de tradição sunita. O islã é a religião oficial e os preceitos do islamismo estão profundamente arraigados na sociedade.

Mesmo assim, a influência ocidental é evidente na maior parte das cidades do litoral Atlântico. Isso é visível nas roupas e no comportamento das pessoas. O materialismo parece seduzir alguns: é possível ver nas ruas de Rabat, a capital, e em Casablanca, a maior cidade do país, alguns carros extremamente caros. Muitas pessoas pensam em abandonar o país e emigrar para a Europa.

História e governo

O atual território marroquino foi objeto de várias batalhas entre as antigas tribos da região e diversos impérios mundiais. Os árabes invadiram o Marrocos em 682 e, em pouco tempo, quase todos os habitantes da região adotaram a religião islâmica, com exceção dos judeus.

Berberes do Marrocos foram então recrutados para a invasão e ocupação da Península Ibérica em 711.

O poder político do país permaneceu sob o domínio do islã desde a ocupação árabe até o século XV, quando os europeus começaram a invadir a região. Portugueses, espanhóis e franceses travaram uma disputa armada pelo controle do país, que acabou dividido entre a França e a Espanha.

Após a II Guerra Mundial, nacionalistas iniciaram um movimento pela independência do país. A França rejeitou essa tentativa até 1956, quando ela e Espanha acabaram por reconhecer a independência do Marrocos. Em 1957, o sultão Muhammad V autodenomina-se rei.

Atualmente, o Marrocos é governado por uma monarquia constitucional. Sua nova Constituição, aprovada em 1996, promoveu abertura democrática, pois o parlamento passou a ser eleito inteiramente pelo voto popular. Entretanto, juntamente com as reformas de caráter mais democrático, assegurou-se a supremacia do rei.


A Igreja

O cristianismo chegou ao Marrocos ainda no primeiro século da era cristã e muitas dioceses já haviam sido estabelecidas no final do século II. Infelizmente, a Igreja passou por problemas terríveis nos anos seguintes devido à perseguição romana, às invasões dos vândalos e a divisões internas. Finalmente, os exércitos muçulmanos colocaram um ponto final na presença do cristianismo na região.

Em 1220, um novo esforço missionário foi iniciado pelos franciscanos, mas a evangelização foi suprimida e a Igreja continuou fraca. A atitude positiva de seus líderes com relação ao movimento de independência ajudou a melhorar a imagem do cristianismo perante a opinião pública.

Cerca de 90% dos cristãos marroquinos são imigrantes. Não se sabe ao certo o número de ex-muçulmanos marroquinos, pois muitos temem tornar pública sua nova fé.

O país está mais aberto ao cristianismo do que no passado. A tendência é que haja mais artigos em jornais sobre os cristãos marroquinos. Os líderes têm sido interrogados menos regularmente pela polícia.


A perseguição

A Constituição marroquina assegura liberdade de religião e, apesar de o islamismo ser a religião oficial do país, os estrangeiros podem praticar livremente sua fé. Eles frequentam cultos religiosos sem quaisquer restrições ou temor de represálias.

Entretanto, o evangelismo é desencorajado pela sociedade. A maioria dos cidadãos vê as atividades evangelísticas como ameaça à lei e à ordem nesse país muçulmano.

Também é ilegal qualquer tentativa de se converter um muçulmano. O infrator pode ser punido de três a seis meses de prisão, e uma multa de 10 a 50 dólares. O muçulmano que se converter também é punido: legalmente pela lei islâmica, ou informalmente pela sociedade.

É difícil esconder as atividades da Igreja, o evangelismo em especial, pois as pessoas vigiam umas às outras, e a polícia conta com uma rede de informantes. Se essas atividades da Igreja forem notadas, ou causarem influência social, deve esperar-se um contra-ataque.

A tendência fundamentalista muçulmana está crescendo, e exerce sua influência nas autoridades e na sociedade. Enquanto a Igreja se mantiver quieta, ela será tolerada. A partir do momento que tentar expandir suas atividades, por exemplo, evangelizando, ela será oprimida.

Um cristão fez o seguinte relato: "Quando olhamos para a Igreja marroquina, somos forçados a dizer que o número de marroquinos que fizeram uma decisão por Cristo é limitado. De uma população de milhões de pessoas, há apenas alguns milhares de cristãos. Não há permissão para que nos organizemos como uma verdadeira Igreja e temos de nos reunir em nossas casas. Além disso, há apenas algumas dezenas de igrejas em todo o país - com maior concentração nas áreas urbanas - e é difícil estabelecer um modelo de trabalho eficaz para a Igreja marroquina.

A liderança é fraca, e grande parte de nosso material nos chega ilegalmente. Quando a conversão de um muçulmano ao cristianismo se torna pública, a pressão para que renunciemos à fé cristã é intensa. Somos presos, espancados, e nos oferecem incentivos para que retornemos ao islamismo. Cristãos que pertenciam a grupos muçulmanos severos são os que mais têm problemas.

Demorou um século para a Igreja marroquina chegar ao lugar que está e, portanto, não esperamos um crescimento acelerado agora."


Motivos de oração

1. Há décadas que a perseguição apresenta um crescimento constante. Ore para que o governo marroquino assegure a liberdade religiosa aos cristãos e para que estes possam cultuar e evangelizar sem restrições. Peça também pela segurança dos cristãos marroquinos e pelo abrandamento da postura do governo.

2. A Igreja não tem liberdade para evangelizar livre e abertamente. Ore para que os cristãos marroquinos continuem a desenvolver meios criativos de difundir as boas novas sobre Jesus e para que seus esforços evangelísticos sejam protegidos da repressão pelo poder do Espírito Santo.

3. Interessados no cristianismo são alvo de intimidação. Contatos com organizações estrangeiras são ilegais e passíveis de condenação à prisão. No entanto, os marroquinos continuam a entrar em contato com programas de rádio cristãos para solicitar materiais de estudo. Ore pela segurança destas pessoas e para que os materiais enviados não sejam interceptados.

4. Estrangeiros cristãos que trabalham no Marrocos têm sido descobertos, presos e expulsos do país. Ore pedindo proteção para estes cristãos e eficácia para seus testemunhos. Novos profissionais estão constantemente chegando ao país para se juntar a este grupo de cristãos estrangeiros que muitas vezes encontra oportunidades discretas para testemunhar.

5. Ore pelas jovens igrejas. Peça a Deus para protegê-las de ataques, para fazê-las crescer e multiplicar-se.

Fonte: www.portasabertas.org.br

SOLA SCRIPTURA!


A autoridade da Bíblia depende da revelação vinda de Deus. Se Deus não falou, então somos iguais a uma nave espacial que está fora de contato com sua base. Mensagens não alcançam os tripulantes que esqueceram de onde partiram e muito menos sabem para onde vão. Sem a Palavra autoritária da Bíblia estamos perdidos. Paulo escreveu: “Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra” (2 Tm 3.16,17). Inspiração por Deus quer dizer simplesmente que Ele falou por intermédio de homens que ouviram e receberam revelações especiais dele e foram protegidos contra qualquer erro em escrever o que Deus falou.


A divisa da Reforma foi Sola Escriptura, que significa: “A única fonte e norma de todo o conhecimento cristão é a Sagrada Escritura” (H. Heppe, Dogmática Reformada). Lutero cria na inerrância das Escrituras como Jesus e Paulo também criam. A Igreja ensinou esta doutrina essencial: a sua autoridade absoluta. O famoso teólogo Karl Barth disse: “Os Reformadores adotaram sem questionar e sem reservas a declaração acerca da inspiração verbal da Bíblia, conforme é explícita e implicitamente contida naquelas passagens paulinas que tomamos por nossa base, até mesmo incluindo a fórmula de que Deus é autor da Bíblia, e, ocasionalmente, fazendo uso da idéia de um ditado através dos escritores bíblicos” (citado por Gerstner em O Alicerce da Autoridade Bíblica, ed. James Boice, S. Paulo, Ed. Vida Nova, 1982, p. 37).


Nenhum mestre ou pastor evangélico deve ensinar nada que esteja em desacordo com os autores da Bíblia e nem deve elevar qualquer prática religiosa a um nível de ser exigida, se não tiver sustento nas Escrituras Sagradas. Quando Lutero foi congratulado por ter se firmado nas Escrituras, declarou: “Não, não estou firme nas Escrituras; estou firme debaixo das Escrituras!”. Entendeu corretamente a suprema importância de humildemente se sujeitar aos ensinamentos bíblicos como a única fonte e norma de doutrina e prática cristãs.


Os Reformadores e, particularmente, Lutero, acreditavam na simplicidade das Escrituras. Discordava totalmente da Igreja Católica Romana que afirmava que somente doutores e especialistas tinham a habilidade de entender e explicar a Bíblia. Os Protestantes discordaram. O resultado podemos notar na explosão de centenas de traduções e versões da Bíblia em centenas de línguas. Milhões de Bíblias são vendidas no Brasil, confirmando o que os Reformadores entenderam. O povo de Deus quer examinar as Escrituras como os bereanos (At 17.11).


As implicações da convicção dos Reformadores têm profundo e longo alcance. Note algumas poucas delas:


1) O cânone dos 66 livros da Bíblia é permanente e imutável. Ninguém jamais tirará um desses livros ou acrescentará outro.


2) A declaração Sola Scriptura se baseia totalmente na inspiração plenária das Escrituras. Se surgir uma outra revelação verbal da verdade sobre Deus e Sua vontade que seria obrigatória para os cristãos crerem e praticarem, a veracidade da Sola Scriptura seria insustentável.


3) As figuras que a própria Bíblia usa para se autodesignar são indicativas desta realidade. Ela é luz para mostrar o caminho em que devemos andar (Sl 119.105). Ela é a semente que gera vida eterna (1 Pe 1.23).


4) Ser a Bíblia nossa única regra de fé e prática não nega a possibilidade de Deus revelar sua vontade individual para um servo dele, para mostrar sua vontade particular para ele. Deus ainda fala, mas nunca pode contrariar um ensinamento claro da Palavra de Deus (comp. 1 Pe 4.11).


5) De suma importância é se lembrar que Deus unicamente fala a verdade das Escrituras quando elas são interpretadas corretamente.


6) A tarefa do pregador e mestre da Palavra não pode ser outra senão expor e aplicar o que o texto da Bíblia diz. Não é difícil declarar doutrinas e ensinamentos errados, tirando frases do seu contexto literário e histórico. O princípio de Sola Scriptura somente tem validade nos casos em que a intenção do autor bíblico é honrada.



* Russell Shedd é professor, PhD em Novo Testamento, missionário e escritor.


Fonte: Agência Soma.

Summary: Azerbaijan, Kazakhstan, Russia, Tajikistan, Turkmenistan

1 October 2009
AZERBAIJAN: POLICE CHIEF DEPORTS LOCAL-BORN BAPTIST - WITH NO DOCUMENTATION
Local Baptist Javid Shingarov (who holds a Russian passport) was cut off from his wife, father and children in his native village near Yalama in northern Azerbaijan when he was yesterday (30 September) deported to Russia. Yalama's police chief Gazanfar Huseinov - who punished him under the Administrative Code with a fine and deportation order for holding religious worship in his home - refused to tell Forum 18 News Service why he had refused to give his verdict in writing and why the Migration Service was apparently not involved. An official of the Human Rights Ombudsperson's office told Forum 18 that failure to give a verdict in writing is a violation of the law and that the Law on Migration puts responsibility for deportation decisions on the State Migration Service, not the police. The Christian books confiscated from Shingarov and others during raids on 9 September have not been returned, while a Baptist whose home was among those raided was pressured to resign from his job as a school director.


29 September 2009
KAZAKHSTAN: OFFICIALS WHO RAID RELIGIOUS COMMUNITIES "MERELY FULFILLING THEIR DUTY"
Murad Ashkhayanov, an officer of the Police's Department for the Struggle with Terrorism in Semey, defended the police raid on the town's Ahmadi Muslim community in which he participated. However, he refused to tell Forum 18 News Service why the community was twice raided, and members asked when and why they joined the community and how their beliefs differ from those of other Muslims. Likewise officials who took part in raiding two Baptist churches in Kostanai Region rejected suggestions these were raids, despite police questioning of participants, filming against their wishes, searches of the premises and pressure to write statements. Talgat Nagumanov of the Kostanai Regional Justice Department told Forum 18 he and his colleagues "were merely fulfilling their duty". One of the pastors was today (29 September) fined the equivalent of two months' average wages locally "if you didn't spend anything on food or clothes for your family".


2 October 2009
RUSSIA: "YOU HAVE THE LAW, WE HAVE ORDERS"
Two Baptist preachers in Russia's Baltic Sea exclave of Kaliningrad have been fined after their community "sang psalms and spoke about Christ" in the street, they have told Forum 18 News Service. Speaking on condition of anonymity, a source in the Kaliningrad police told Forum 18 that all public gatherings - whether political or religious - must be sanctioned by the municipal authorities in advance. "But they didn't have permission and they had no intention of getting it!" he remarked, clearly irritated by the Baptists' actions. Asked why permission is necessary, the source replied, "That's the law in Russia!" Aleksandr Legotin, one of the two Baptists, insisted that, as the Baptists held a religious service and not a demonstration, the legal requirement to notify the authorities in advance should not have applied. "We follow the law very carefully," he told Forum 18. "And under the Universal Declaration [of Human Rights] we have the right to freedom of conscience - the law should be doing the opposite, protecting us from such arbitrariness."


28 September 2009
TAJIKISTAN: "IT SEEMS THAT READING THE BIBLE TOGETHER IS NOW A CRIMINAL OFFENCE"
Hamzaali Pulodov, the religious affairs official in the northern town of Khujand, has defended the criminal cases against up to 17 Jehovah's Witnesses on charges of inciting inter-religious hatred, which carry a sentence of between five and nine years' imprisonment. "When people break the law they are prosecuted," he told Forum 18 News Service. He says books confiscated during a June raid on a flat where they were meeting had "propagandised against the onstitution and incited enmity between citizens", but admitted he has not read them. Prosecutors and the secret police refused to say how many Jehovah's Witnesses face criminal charges and when cases will go to court. Zafar Rakhimov, who is among those facing prosecution, told Forum 18 he believes two or three of their leaders will be brought to court. "Prosecutor Muzaffarov told me that the accusation is based on the fact that we interpret the Bible differently from Protestants. It seems that reading the Bible together is now a criminal offence." Jehovah's Witnesses are banned in Tajikistan.


30 September 2009
TURKMENISTAN: TWO MORE JEHOVAH'S WITNESS CONSCIENTIOUS OBJECTORS IMPRISONED
Two young Jehovah's Witnesses have joined two other Jehovah's Witnesses already incarcerated in the labour camp in Seydi after being sentenced in July for refusing compulsory military service on grounds of religious conscience, Jehovah's Witnesses told Forum 18 News Service. Shadurdi Ushotov, who is 21, received the maximum two-year term, while 19-year-old Akmurat Egendurdiev received an 18-month term. Both had their appeals rejected in their absence. Jehovah's Witnesses complain three of the four have been obstructed from lodging further appeals. Egendurdiev was tried after being summoned to Dashoguz town administration, where "three elderly men tried to persuade him to change his mind" about his refusal to serve in the army, Jehovah's Witnesses told Forum 18. Vyacheslav Kalataevsky, a former Baptist inmate of the Seydi camp, told Forum 18 it is in the desert and close to several chemical works, and conditions are not easy. "It is like something from the Middle Ages."


Fonte: Forum 18.

Profissionais em missões

"In necessariis unitas, in dubiis libertas, in omnibus caritas"

No essencial, unidade; no secundário, diversidade; em todas as coisas, caridade.
(Lema dos morávios)

Dois jovens morávios souberam que numa ilha no leste da Índia havia 3 mil escravos pertencentes a um ateu britânico. Sem permissão de ir para lá como missionários, eles decidiram se vender como escravos e usar o dinheiro para pagar as passagens para a ilha. No dia da partida, suas famílias estavam reunidas no porto, sabendo que jamais os veriam outra vez. Quando o barco estava se afastando, os dois rapazes gritaram: “Que através das nossas vidas o Cordeiro que foi imolado receba a recompensa por seu sacrifício”.

A Igreja dos Morávios começou com John Huss no final do século 14 e estabeleceu uma comunidade na Saxônia chamada Herrnhut, onde, no século 17, houve um avivamento a partir de uma reunião de oração ininterrupta, 24 horas por dia, sete dias por semana, que durou 100 anos.

Os primeiros missionários morávios foram um oleiro e um carpinteiro, enviados para o Caribe em 1732. Trinta anos depois, centenas de missionários haviam seguido para muitas partes do mundo, como o Ártico, a África e o Oriente, sustentando-se com suas profissões. Em Labrador, eles compraram navios e ensinaram atividades produtivas ao povo, levando o evangelho e melhoria de vida. No Suriname, atuaram no comércio, criando alfaiatarias, fábricas de relógios e panificadoras. Sua influência econômica crescia juntamente com a influência espiritual.

“A contribuição mais importante dos morávios foi a ênfase na ideia de que todo cristão é um missionário e deve testemunhar por meio de sua vida diária. Se o exemplo dos morávios tivesse sido estudado mais cuidadosamente por outros cristãos, é possível que o homem de negócios pudesse ter retido seu lugar de honra na missão cristã em desenvolvimento, além do pregador, do professor e do médico”, afirmou William Danker.


Por: Enedina Sacramento, casada, seis filhos, é membro do Comitê Gestor da Interserve Brasil-CEM.

Fonte: www.ultimato.com.br