"Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência..."

Curso de Antropologia Cultural

Nos dias 30 de setembro, 01 e 02 de outubro, o Instituto Ágape realizará mais um curso de Aperfeiçoamento Missionário, em Uberlândia-MG. Trata-se da capacitação em Antropologia Cultural.

Todos sabem que um dois maiores desafios para a chegada do Evangelho a outras culturas é o choque cultural. Lidar com as diferenças, com aquilo que é novo, saber diferenciar o que são as Boas Novas e o que são comportamentos culturais são alguns dos exemplos do que envolve o choque. Além disso, sabe-se que, para melhor cuidar dos missionários, é necessário que não apenas estes tenham conhecimento sobre as diferenças culturais, mas também a igreja enviadora, que envolve pastores, líderes, parceiros, intercessores e todos quantos amam e querem se engajar de algum modo com a expansão do Reino.

Com o objetivo de contribuir para o aperfeiçoamento da obra missionária, o Instituto Ágape promove esse Curso de Antropologia Cultural. Por isso, não deixe de participar!!

Para maiores informações, acesse: http://eventosagape.blogspot.com/2011/09/curso-de-antropologia-cultural.html.

Eventos Missionários

Amado(a) irmão(ã),

Graça e paz em Cristo!

A pregação do Evangelho a todas as nações está no centro da vontade de Deus. E bem sabemos que Ele mesmo se envolve ativamente com o seu cumprimento.

A Bíblia, como história da salvação, revela-nos que, desde o princípio, a graça de Deus intervém em nosso benefício. Nós, seu povo, temos o grande privilégio de sermos instrumentos da sua misericórdia, participando daquilo que Deus mesmo tem feito através dos séculos.

A fim de melhor se preparar para esse ministério (que é vocação de todos os cristãos), recomendamos a participação nos seguintes eventos em Uberlândia-MG e região:

· 7-11 Set.: Conferência Missionária – Igreja Assembléia de Deus (diversos missionários)

· 17-18, 24-25 Set.: Conferência Missionária – Igreja Presbiteriana das Graças (Participação do Instituto Ágape)

· 24-25 Set.: Conferência Missionária – Igreja Presbiteriana Central (Miss. Oswaldo Prado, Sepal)

· 24-25 Set.: Encontro Missionário – 2ª Igreja Presbiteriana (Miss. Calebe)

· 30 Set., 01-02 Out.: CURSO ANTROPOLOGIA CULTURAL na Igreja Cristo Exaltado (Instituto Ágape - Miss. José Vicente)

· 10-14 Out.: 6º Congresso Brasileiro de Missões em Caldas Novas (diversos missionários)

· 22-23 Out.: Congresso Missionário – Igreja Presbiteriana Setor Leste

· 19-20 Nov.: Encontro da Rede de Amigos de Missões em Catanduva

· 25-27 Nov.; 02-04 de Dez: Curso Kairós – Local a definir

· 17 Dez.: Encontro Ágape na 2ª Igreja Presbiteriana (Instituto Ágape)

Para maiores informações, fale conosco: contato@institutoagape.org.

Hospital cristão sofre ataque

Paquistão
13/7/2011 - 18h50

Uma recente tentativa de um grupo de muçulmanos de assumir um hospital cristão em Taxila, Paquistão, foi frustrada.

Muçulmanos influentes do local fizeram uma queixa à polícia contra a administração do hospital, que fica a 32 quilômetros de Islamabad e foi criado pela Igreja Presbiteriana Unida. Os muçulmanos Malik Abdul e Riaz Razzak fizeram queixas contra o hospital, dizendo que o compraram, mas os administradores se recusam a entregá-lo. Eles também acusam a gerência do hospital de blasfêmia, mas isso não está incluído nas acusações registradas.

Após o arquivamento das queixas, Malik Muhammad, Malik Abdul e Riaz Razzak foram ao hospital para prender os administradores acusados. Quatro funcionários foram liberados. O diretor do hospital, Asquenas Lall, rejeitou as acusações feitas.

“A propriedade não foi vendida”, disse ele. “Malik, com a ajuda de seus filhos e do PMLN (Liga Muçulmana do Paquistão Nawaz), criou esse processo contra a administração deste hospital. O hospital pertence à Missão Presbiteriana Unida e apenas ela pode vender a propriedade. Esta é uma tentativa de assumir uma propriedade missionária à força”.

O bispo Anthony Rufin foi ao hospital cristão em Taxila e contatou vários líderes e ativistas cristãos. Saqib Zafar, oficial da Coordenação Distrital (DCO), viajou a Taxila e ordenou que houvesse uma investigação imediata sobre o assunto.

“A investigação inicial revelou que as alegações contra o hospital são falsas”, disse Zafar. “Houve apoio de algum político influente. Nós queremos ter certeza de que os culpados serão presos.”

“Esta não é a primeira tentativa de pessoas que querem tomar propriedade de entidades missionárias”, disse o bispo Anthony. “O hospital em Taxila já foi alvo de muitos outros grupos no passado”.

Samson Sharaf, diretor de faculdade e ativista católico, também condenou o incidente e visitou o hospital em Taxila. “O sentimento religioso contra os cristãos é explorado por pequenos interesses pessoais”, disse ele. “E tudo isso poderia ter gerado tumultos e incêndios em larga escala, como em Gorj. Uma grande tragédia foi evitada.”

Fonte: Asia News
Tradução: Portas Abertas

Fazedores de tendas – isso pode dar certo?

"O fazedor de tendas está sujeito a alguns perigos"

Antes de entrar no assunto principal, é preciso recordar exatamente o que é “fazedor de tendas” (ou missionário bi-ocupacional ou profissional em missões).1

Max Warren afirmou:

Eu creio que existe um chamado para um tipo de atividade missionária
inteiramente nova a ser desenvolvida paralelamente aos moldes tradicionais…
Homens e mulheres… indo… como empregados assalariados comuns…
para trabalhar… com uma perspectiva cristã.
A recompensa financeira ou a promoção estarão completamente subordinados à sua vocação cristã.

É importante ter um conceito muito bem firmado sobre o que é um fazedor de tendas ou missionário bi-ocupacional. Vamos recordar três deles:

1. O fazedor de tendas é um cristão que trabalha num contexto transcultural, reconhecido pelos membros da cultura local como “algo mais” do que apenas um “religioso profissional”; não obstante, em termos do seu compromisso, chamado, motivação e treinamento, ele é de fato um missionário. (Don Hamilton)
2. Fazedores de tendas são testemunhas cristãs de qualquer nação que, com suas habilidades e experiências, obtêm acesso e se mantêm em outra cultura com o objetivo primário de fazer discípulos para Jesus Cristo e, onde possível, estabelecer e fortalecer igrejas. (TI – Tentmakers International)
3. Fazedores de tendas são discípulos de Jesus Cristo que, chamados por Deus e comissionados pela sua Igreja, usam seus dons, talentos e habilidades profissionais para servir ao Senhor em um contexto transcultural. (Interserve)
Como se vê, a maioria dos autores entende o fazedor de tendas no contexto transcultural. Isso é óbvio, no sentido de que, na nossa própria cultura, no final das contas, todos somos fazedores de tendas! Todos devemos ser testemunhas de Cristo em nossas vidas e trabalhos. Por isso, na missiologia, o termo “fazedor de tendas” é mais compreendido e difundido no contexto transcultural.

Motivação

Antes de ir para o campo, é preciso que o futuro fazedor de tendas avalie sua verdadeira motivação, que o está atraindo nesta direção. Algumas motivações, por exemplo, podem ser:

Insatisfação com minha situação atual (fuga?)
Gostaria de conhecer outras culturas (aventura)
Vejo as necessidades e acho que posso ajudar (boa vontade)
Estou disposto a ir e tenho condições e apoio (disponibilidade de recursos)
Vou fazer o que eu gosto! (busca de realização pessoal)
É legal! Tenho uns amigos que foram… (modismo)
Creio que Deus me chamou (certeza da vocação)

Mesmo que haja um mix de motivações (quase todo missionário também é aventureiro…), a última opção acima deve ser a verdadeira e última motivação. Por isso, precisamos fazer a oração do salmista: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração: prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” (Sl 139.23-24).

Possibilidades

Erramos quando entendemos o testemunho cristão apenas como o anúncio das boas novas. Devemos trabalhar pelo reino de Deus no sentido integral. Ele nos deixou o mandato cultural (cuidado da sua criação) e o mandato evangelístico (proclamação do evangelho). Somos suas testemunhas e estamos trabalhando pela expansão do seu reino tanto quando evangelizamos alguém, como quando ministramos junto a um povo sofrido, quando cuidamos de maneira inteligente da natureza, quando produzimos melhorias nas condições de vida de uma comunidade, quando damos nossa parcela de contribuição na redução das taxas de miséria no mundo. É preciso obedecer paralelamente aos dois mandatos: um não exclui o outro. Daí o termo “missionário bi-ocupacional” ou “bi-vocacional”, que também é usado para fazedor de tendas.

Ficaremos frustrados se tentarmos medir nosso testemunho apenas pelo número de convertidos. Podemos nos realizar dentro do reino de Deus de diversas maneiras, como missionários bi-ocupacionais:

1. Testemunho de vida: trabalho honesto e eficaz, modelo de família cristã, amizade verdadeira, solidariedade. “Pregue o evangelho o tempo todo. Se precisar, use palavras”, disse São Francisco de Assis.
2. Alcance evangelístico específico: o missionário bi-ocupacional pode alcançar pessoas que o missionário tradicional às vezes não alcança, pois não carrega o clichê de “pastor” ou “missionário”. Ele pode penetrar camadas sociais de pouco acesso para o missionário tradicional, como pessoas do governo, pessoal de universidades, operários etc.
3. Ponte de contato: o fazedor de tendas pode se tornar numa verdadeira ponte de contato entre outros missionários e pessoas ou comunidades a serem alcançadas.
4. Apoio logístico: o profissional em missões pode apoiar trabalhos missionários de diversas maneiras, disponibilizando recursos próprios ou de sua organização para igrejas e missões, praticando a hospitalidade, recebendo e repassando encomendas e correspondência, fazendo compras para outros missionários etc.
5. Abertura de novas oportunidades: fazendo um trabalho de qualidade em sua profissão ou ofício, o missionário bi-ocupacional pode abrir oportunidades de trabalho para outros fazedores de tendas. O seu “chefe” logo vai lhe perguntar: “Você não tem algum colega em seu país que trabalha da mesma forma que você para nos indicar?”
6. Menor custo: no caso do profissional parcial ou totalmente auto-sustentado, o custo para a igreja mantenedora é substancialmente menor (se bem que sempre deve haver algum envolvimento financeiro da igreja e, ou missão, por menor que seja, para que se sintam participantes e co-responsáveis pelo trabalho). Mas é importante esclarecer que isso acontece na minoria dos casos,2 porque os países que precisam desta estratégia (locais de acesso restrito) são justamente, na sua maioria, alguns dos países mais pobres do mundo – onde os salários são baixos ou inexistentes. Muitos destes missionários entram como voluntários e dependem do sustento financeiro de suas igrejas e amigos no país de envio.
7. Realização profissional: o sentimento de ser útil e se sentir realizado geralmente é bem mais forte no fazedor de tendas. Ele pode ter se deslocado de sua terra de origem para suprir uma necessidade específica em um outro local. Às vezes, é o único profissional da área num raio de vários quilômetros, o que gera uma grande satisfação no serviço.

Dificuldades

1. Testemunho restrito: em países “fechados” ou de acesso restrito, há fortes e declaradas restrições ao testemunho cristão, seja por parte da empresa ou do governo.
2. Tempo reduzido: não é fácil “dar conta do recado” — ter tempo suficiente para trabalhar (em alguns casos, quando se contrata um profissional estrangeiro, é requerido dele muito mais do que 8 horas por dia: requer-se dedicação total mesmo!), desenvolver atividades propriamente “ministeriais” e de apoio à igreja local, aprender a língua etc. E, se o fazedor de tendas não aprender devidamente a língua e os costumes locais, o testemunho pela palavra se torna muito difícil.
3. Curto prazo: nos casos em que há salário, geralmente os contratos são de um a dois anos, quando não de alguns meses. Às vezes, existe a possibilidade de renovação de contrato. De qualquer forma, este prazo é bastante curto para se acostumar e adaptar bem à nova cultura, aprender a língua, praticar discipulado, ajudar no desenvolvimento da igreja local.
4. Falta de apoio: pelo caráter peculiar do fazedor de tendas, muitas vezes ele nem é reconhecido como missionário. Assim, falta-lhe apoio em muitos sentidos: cuidado pastoral, intercessão, comunicação com a igreja local e com outros fazedores de tendas para troca de experiências etc. Se ele fizer parte de uma agência missionária, e não for um fazedor de tendas independente, este apoio poderá ser suprido, o que será bem melhor para ele.
5. Isolamento cultural: grandes empresas criam condomínios fechados para seus empregados, com quase todos os recursos do seu país de origem, inclusive escola para os filhos na língua materna. Alguns acabam testemunhando apenas ali, no condomínio (o que já é um bom trabalho), mas não alcançam pessoas de outras culturas. Outro risco é a pessoa envolver-se apenas com outros colegas de trabalho estrangeiros, o que também não gera testemunho na própria comunidade.
6. Desnível social: em alguns casos, o fazedor de tendas recebe um salário bem mais alto que os nacionais, mora em casa bem melhor, às vezes em condomínio, têm mais recursos. Isso pode não ser um mal e ser até necessário para fazer o trabalho – mas também produz um afastamento social das outras pessoas.
7. Falta de preparo: não deveria ser assim, mas, muitas vezes, o fazedor de tendas tem um preparo bíblico, espiritual e missiológico aquém do necessário para enfrentar situações totalmente adversas e diferentes das que está acostumado.
8. Inviabilidade: o ministério bi-ocupacional é inviável em casos de ministérios específicos, que requerem tempo, período de permanência no campo e dedicação integrais do missionário. Exemplo: tradução da Bíblia para uma língua não escrita.

Perigos

Depois de ir para o campo, o fazedor de tendas está sujeito a alguns perigos, como:

1. Manter um nível de vida muito acima do nível dos moradores locais;
2. Buscar realização profissional como prioridade;
3. Querer voltar após “três ou quatro meses” (choque cultural);
4. Enfraquecer o seu compromisso inicial, o que pode ocorrer por diversas razões: preparo deficiente, falta de ligação com uma agência missionária e, ou, igreja de origem, falta de apoio ou mesmo preconceito da liderança evangélica local, falta de companheirismo, sobrecarga imposta pelo próprio trabalho, estresse, um novo relacionamento (no caso de solteiros) ou falta de adaptação do cônjuge (principalmente se a pessoa foi com um projeto só para ela mesma, sem incluir o cônjuge) etc.
5. Ser tentado de forma nunca antes experimentada. (Satanás não desiste de derrubar-nos e, longe do nosso convívio espiritual natural, as tentações virão, com certeza, mais fortes.)

Conclusão

Para minorar todos estes perigos a que realmente está sujeito, quem deseja se tornar um fazedor de tendas deve:

1. Ter certeza da vocação;
2. Estar sempre envolvido no trabalho de sua igreja local;
3. Sujeitar-se a um bom preparo e treinamento;
4. Buscar cobertura da sua igreja (em direção, oração, amizade e finanças);
5. Pesquisar boas agências missionárias, com ênfase em missão integral;
6. Manter-se informado sobre necessidades e possibilidades no campo;
7. Corresponder-se com um fazedor de tendas que já está no campo;
8. Integrar uma equipe no campo.

Um fazedor de tendas assim preparado, com a cobertura da igreja e da agência missionária, será tremendamente usado por Deus! Esta é a nossa oração!

Anexo I

Recursos para Fazedores de Tendas

1. Curso preparatório:
Programa de Fazedores de Tendas no CEM – Centro Evangélico de Missões
www.cem.org.br\acadêmico\cursosadistancia\disciplinasparaft

2. Guia autodidata:
Profissionais em Missões (disponível gratuitamente na internet)
http://www.tentmakernet.com/portugal/index.htm

3. Livro:
Fazedores de Tendas, Fazedores de Discípulos (de Philip Greenwood, Ed. Descoberta)

4. Associação:
AFTB – Associação de Fazedores de Tendas do Brasil
www.aftb.org.br

5. Agência para profissionais:
Interserve Brasil-CEM: http://www.cem.org.br/interserve/is.asp
Interserve Internacional: www.interserve.org


Curso Kairós

No final do mês de maio, teremos em Uberlândia-MG a realização do Curso Kairós. Trata-se de uma excelente ferramenta na área de evangelismo e missões, presente em quase 50 países no mundo, que está contribuindo para que o Evangelho alcance muitas vidas nos mais diferentes lugares (conferir informações básicas em anexo).

O Curso Kairós tem como objetivo capacitar você e seus companheiros de igreja e ministério para o cumprimento da Grande Comissão. Além disso, após a realização do curso, você recebe uma ferramenta para capacitar outros.

Nessa edição, que será um curso intensivo, contaremos com a participação especial de Jan e Duncan Weir, missionários ingleses e coordenadores internacionais do Curso.

Data: (deve-se participar de todos os dias)

28 e 29 de maio (sábado e domingo)

01 e 03 de junho (quarta e sexta)

04 e 05 de junho (sábado e domingo)

Horários:

Nas sextas e quarta, o curso será na parte da noite, de 19:00 a 22:00.

Nos sábados, tarde e noite, de 14:00 a 17:00 e de 19:00 a 22:00.

Nos domingos, manhã e tarde, de 8:30 a 11:30 e de 14:00 a 17:00.

Endereço:

Avenida Floriano Peixoto, 364, Centro, Uberlândia-MG

Valor:

R$80,00. Inclui material didático (não inclui hospedagem ou alimentação).

Interessados entrar em contato pelo e-mail: contato@institutoagape.org.

Consulta para o Cuidado Integral do Missionário


Caro leitor,

As Consultas para o Cuidado Integral do Missionário são eventos realizados pela Associação de Missões Transculturais Brasileira, por meio do Departamento CIM, em parceria com organizações missionárias com o objetivo de promover a consciência e a capacitação para o cuidado missionário.

Em 2010, o Instituto Ágape de Evangelismo e Missões teve o privilégio de organizar o evento em parceria com a AMTB. Por isso, podemos seguramente recomendar a todos que não deixem de participar dessa próxima consulta, especialmente pastores, líderes, líderes de missões, agentes missionários e todos aqueles que amam missões e que amam os missionários.

Veja abaixo maiores detalhes.

Em Cristo,

Rodrigo e Paloma.

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Amados irmãos,

Temos a alegria de informar a próxima Consulta CIM 2011!

Esta acontecerá em parceria do CIM (Cuidado Integral do Missionário) com a MISPA (Missão Priscila e Áquila). O objetivo desse evento será capacitar pastores, líderes, agentes missionários, missionários e interessados na área do Cuidado Integral do Missionário.

Abaixo segue maiores informações sobre a Consulta

Data: 13,14 e 15 de maio
Horário: sexta-feira 16:00hs – credenciamento, 18:00hs Jantar, 19:00 inicio das palestras
sábado, manhã, tarde e noite
domingo encerramento com o almoço

Local: MISPA
Rod. Miguel Jubram – SP 333 – KM 407 – Assis-SP

Investimento:

Este valor inclui: alimentação e hospedagem no local do evento, palestras e material.
Valor: R$ 100,00 até 06 de maio
R$ 110,00 de 07 a 13 de maio

Valor: R$75,00 – para aqueles que não ficarão hospedados na MISPA.

Como se increver?

1- Você preenche o formulário no site da MISPA (http://www.mispa.org.br/2011/home.php?d=Noticias&NET=open_noticia&ler=19) ou solicite o seu pelos seguintes e-mails:

prhairton.cpm@mispa.org.br,
secretaria@mispa.org.br

2- Depois efetue o pagamento na conta abaixo e envie o comprovante para
um dos e-mails acima:

Banco Bradesco

MISPA
Agencia: 04
Conta Corrente: 72905-1

Será uma benção a sua participação!

—————————————–
Pr. Hairton – Coordenador da Consulta
Rúbia Mara – Secretária executiva do CIM

38º Encontro Sepal para Pastores e Líderes

A Sepal realiza Encontros para Pastores e Líderes desde 1968. Mais de 30.000 pastores e líderes já foram alcançados. A geração que está à frente da igreja evangélica brasileira atual foi influenciada pela Sepal. Somente uma missão sólida consegue inovar por 40 anos e ainda ser relevante a ponto de contribuir significativamente na vida dos líderes.

Vem aí o 38º Encontro Sepal e esperamos você!

Faça já sua inscrição!

A revolta popular no Egito e o fundamentalismo islâmico

O “Personagem da Semana” é o povo egípcio. Melhor dizendo, são os povos da Tunísia. Do Iêmen. Da Argélia. Do Oriente Médio e da África Árabe. Que se insurgiram contra ditaduras longevas e usurpadoras dos direitos individuais e impediram a livre manifestação do pensamento. É óbvio que tais movimentos poderão, infelizmente, desembocarem em outro tipo de ditadura, a islâmica, como é o caso do Irã. Lá o Xá Reza Pahlevi foi destronado e no seu lugar assumiram os iatolás. O resultado é o que se vê hoje em Teerã, um regime teocrático, manipulador e avesso às idéias democráticas e ao livre pensar. É deplorável, mas os árabes ainda não sabem conviver com a chamada democracia representativa. Saem de extremos, como os 30 anos do ditador Hosni Mubarak, no Egito, para algo ainda desconhecido. A pergunta que fica é porque o Ocidente, até por medo dos fundamentalistas islâmicos, apoiaram por tres décadas um regime tirano como o de Mubarak. Os Estados Unidos tem muito a explicar sobre essa contradição. Os americanos ajudam Mubarak com, pelo menos, 2 bilhões de dólares anuais. No Egito, contudo, a revolução é dos jovens. Mais de 80% da mão-de-obra jovem do Egito não encontra emprego digno e nem salário justo. A revolta que varre o mundo árabe tem uma particularidade: foi arquitetada via internet. Surge, então, na segunda década do Século XXI, algo que pode ser batizado de cyber político. Ultrapassaram os conhecidos cybers culturais e sociais. Não há como os ditadores terem o controle absoluto da informação. Essa é a mudança fundamental. O fato é que, no Egito, a única força política organizada é o grupo fundamentalista Irmandade Mulçumana. Se o Ocidente teme que o Egito caia nos braços de um sistema semelhante ao do Irã, terá antes de fazer “mea culpa”. Os EUA e a Comunidade Européia apoiaram, por comodidade, falta de alternativa e por interesses estratégicos, ao longo da história, incontáveis ditadores árabes. Estes nada fizeram por seus habitantes, a não ser brandir a mão armada discricionária e autoritária sobre a população indefesa e desarticulada. É o começo do fim de um era.

Fonte: www.blogdomax.com.br.

Pastor released from prison in Uzbekistan

A Christian pastor released from prison in Uzbekistan on Friday has thanked Barnabas Fund supporters for their prayers, which he says helped sustain him throughout his four year ordeal.

David (Dmitri) Shestakov was arrested because of his Christian activities in January 2007 and later sentenced to four years in a labour camp, where he has endured harsh conditions and suffered severe health problems.

Barnabas Fund called for his release through a letter-writing campaign, and supported David and his family financially and in prayer throughout his jail term. To the great relief of his wife, Marina, and their three daughters, David was set free on Friday.

Barnabas Fund’s co-ordinator for the Former Soviet Union spoke to David shortly after his release. He said:

He sends lots of greetings and thanks for support, prayers and gifts. He told me that he always felt our prayer support and it gave him power to stay faithful.

Prior to his arrest, which took place during a Sunday service at his church, David had been very active in outreach to Muslims in his community. Local believers think this made him a target to the authorities, who regularly carry out raids on Christian gatherings. The Uzbek government places severe restrictions on all religious activities, making Uzbekistan one of the worst countries in Central Asia for religious freedom.

David was charged with offences relating to his Christian activities. During his trial the government appeared to be conducting a smear campaign, posting false information about him on the Internet.

Though sentenced to serve his time in an open labour camp near the capital, Tashkent, he was transferred to a harsher, remote labour camp around 350 miles from his home and family in Andijan. This move came after David withdrew his appeal against the sentence, in an unexpected move that led fellow believers to suspect that he had come under pressure from the authorities.

Despite suffering serious health problems due to the lack of food and extreme temperatures, David had to continue with his normal prison work for some time. He refused to renounce his faith, despite coming under pressure to do so.

Source: Barnabas Fund

¿Quién es Jesús?

¿Es Jesús Dios?

¿Alguna vez has conocido a alguien con tal magnetismo personal que ellos son siempre el centro de atención? Quizás sea su personalidad o su inteligencia –pero algo acerca de ellos es enigmático. Bueno, esa es la manera en que fue hace dos mil años con esucJristo. Pero, mientras muchos personajes grandes sencillamente se pierden en los libros históricos, Jesús de Nazaret sigue siendo el enfoque de múltiples libros y controversias en los medios de comunicación.

Pero lo que hace a Jesús relevante aún hoy en el siglo 21 es la convicción de sus seguidores de que resucitó de la muerte y las afirmaciones sorprendentes que él hizo acerca de si mismo. Como un impredecible carpintero de un pequeño pueblo en Galilea de Israel, Jesús hizo afirmaciones que, si son ciertas, tienen implicaciones profundas en nuestras vidas. Según Jesús, usted y yo somos especiales, parte de un gran plan cósmico.

Principalmente fueron las escandalosas afirmaciones de Jesús que le causaron ser visto como una persona excéntrica tanto por las autoridades romanas como por la jerarquía judía. Si bien él era un forastero sin credenciales o base de poder político, dentro de tres años, Jesús cambió el mundo para los siguientes 20 siglos. Otros líderes morales y religiosos han dejado un impacto – pero nada como ese desconocido carpintero de Nazaret.

¿Qué era lo que en Jesucristo hizo la diferencia? ¿Era él meramente un gran hombre, o algo más?

Estas preguntas llegan al corazón de quien fue Jesús realmente. Algunos creen que él era meramente un gran maestro moral; otros creen que él era simplemente el líder de la más grande religión del mundo. Pero muchos creen algo más grande. Los cristianos creen que Dios de hecho nos ha visitado en forma humana. Y ellos creen en la evidencia que lo respalda. Entonces, ¿quién es el verdadero Jesús? Echemos un vistazo más de cerca.

Así como nosotros tomamos un vistazo más profundo a la persona más controversial del mundo, empezamos preguntándonos: ¿Jesús podría haber sido meramente un gran maestro moral?

¿Alguna vez has conocido a alguien con tal magnetismo personal que ellos son siempre el centro de atención? Quizás sea su personalidad o su inteligencia –pero algo acerca de ellos es enigmático. Bueno, esa es la manera en que fue hace dos mil años con esucJristo. Pero, mientras muchos personajes grandes sencillamente se pierden en los libros históricos, Jesús de Nazaret sigue siendo el enfoque de múltiples libros y controversias en los medios de comunicación.Pero lo que hace a Jesús relevante aún hoy en el siglo 21 es la convicción de sus seguidores de que resucitó de la muerte y las afirmaciones sorprendentes que él hizo acerca de si mismo. Como un impredecible carpintero de un pequeño pueblo en Galilea de Israel, Jesús hizo afirmaciones que, si son ciertas, tienen implicaciones profundas en nuestras vidas. Según Jesús, usted y yo somos especiales, parte de un gran plan cósmico.Principalmente fueron las escandalosas afirmaciones de Jesús que le causaron ser visto como una persona excéntrica tanto por las autoridades romanas como por la jerarquía judía. Si bien él era un forastero sin credenciales o base de poder político, dentro de tres años, Jesús cambió el mundo para los siguientes 20 siglos. Otros líderes morales y religiosos han dejado un impacto – pero nada como ese desconocido carpintero de Nazaret.¿Qué era lo que en Jesucristo hizo la diferencia? ¿Era él meramente un gran hombre, o algo más?

Estas preguntas llegan al corazón de quien fue Jesús realmente. Algunos creen que él era meramente un gran maestro moral; otros creen que él era simplemente el líder de la más grande religión del mundo. Pero muchos creen algo más grande. Los cristianos creen que Dios de hecho nos ha visitado en forma humana. Y ellos creen en la evidencia que lo respalda. Entonces, ¿quién es el verdadero Jesús? Echemos un vistazo más de cerca.Así como nosotros tomamos un vistazo más profundo a la persona más controversial del mundo, empezamos preguntándonos: ¿Jesús podría haber sido meramente un gran maestro moral?

¿Un Gran Maestro de la Moral?

Casi todos los eruditos reconocen que Jesús fue un gran maestro moral. De hecho, su brillante entendimiento de la moralidad humana es un logro reconocido incluso por aquellos de otras religiones. En su libro Jesús de Nazaret, el erudito judío Joseph Klausner escribió, “Es universalmente admitido… que Cristo enseñó las más puras y sublimes éticas… las cuales arrojan los preceptos morales y máximas de los hombres más sabios de la antigüedad lejos dentro de la sombra.”1

El sermón del monte de Jesús ha sido llamado la enseñanza más excelente de ética humana jamás pronunciada por un individuo. De hecho, mucho de lo que nosotros conocemos hoy como “igualdad de derechos” en realidad son el resultado de la enseñanza de Jesús. El historiador Will Durant dijo de Jesús que

“él vivió y luchó incansablemente por la `igualdad de derechos’; en tiempos modernos él habría sido enviado a Siberia. ‘El que es mayor entre ustedes, será vuestro siervo’- esta es la inversión de toda sabiduría política, de toda cordura”.2

Algunos han tratado de separar las enseñanzas de Jesús en ética de las afirmaciones sobre el mismo, creyendo que el fue simplemente un gran hombre quien enseñó elevados principios morales. Esta fue la propuesta de uno de los Padres Fundadores de los Estados Unidos de América.

El Presidente Thomas Jefferson, nunca el educado racionalista, se sentó en la Casa Blanca con dos copias idénticas del Nuevo Testamento, una recta punta de navaja, y una gavilla de un octavo de tamaño de papel. En el transcurso de unas pocas noches, él hizo un rápido trabajo de cortar y pegar su propia Biblia, un delgado volumen que él llamó “La filosofía de Jesús de Nazaret”. Después de cortar cada pasaje que sugería la naturaleza divina de Jesús, Jefferson tenía un Jesús quien era no más ni menos que un buen guía ético.3

Irónicamente, las palabras memorables de Jefferson en la Declaración de Independencia tienen sus raíces en la enseñanza de Jesús de que cada persona es de inmensa e igual importancia para Dios, sin tener en cuenta el sexo, la raza o el estatus social. El famoso documento expone,: “Nosotros sostenemos estas verdades que son evidentes por sí solas, de que todos los hombres son creados iguales, que ellos son dotados por su creador con ciertos derechos inalienables…”

Pero la pregunta que Jefferson nunca hizo es: ¿cómo podría Jesús ser un gran líder moral si él mintió acerca de ser Dios? Entonces quizás él no era realmente moral después de todo, pero su motivo fue comenzar una gran religión. Veamos si eso explica la grandeza de Jesús.

¿Un Gran Líder Religioso?

¿Se merecía Jesús el titulo de “gran líder religioso? Sorprendentemente, Jesús nunca proclamo ser un líder religioso. Él nunca se metió en la política religiosa o impulso una agenda ambiciosa, y él ministró casi en su totalidad fuera de la establecida estructura religiosa.

Cuando uno compara a Jesús con los otros grandes líderes religiosos, una notable distinción emerge. Ravi Zacarías, quien creció en una cultura Hindú, ha estudiado las religiones del mundo y observó una distinción fundamental entre otros fundadores religiosos y Jesucristo.

“Lo que sea que nosotros podamos pensar de sus afirmaciones, una realidad es inevitable. Ellos son profesores que apuntan a sus enseñanzas o muestran unamanera particular. En todo esto, ahí emerge una instrucción, una manera de vida. No es Zoroastro a quien usted se vuelve, no es Zoroastro a quien usted escucha. No es Buda quien te libra; son sus Verdades Nobles que te instruyen. No es Mahoma quien te transforma; es la belleza del Corán que te corteja. Por contraste, Jesús no solo enseña o expone Su mensaje. Él era idéntico con Su mensaje.”4

La verdad del punto de Zacarías subrayado por el número de veces en los evangelios que la enseñanza del mensaje de Jesús fue sencillamente “Ven a mí” o “Sígueme” o “Obedéceme”. También, Jesús hizo claro que su misión principal era perdonar los pecados, algo que solo Dios podía hacer.

Ningún otro líder religioso importante jamás proclamó tener el poder para perdonar pecados. Pero esa no es la única afirmación que Jesús hizo que lo separan de los otros. En The World´s Great Religions, (Las Grandes Religiones del Mundo) Huston Smith observó, “Solo dos personas asombraron a sus contemporáneos tanto que la pregunta que evocaron no fue ´¿Quién es él?’ sino ´¿Qué es él?´ Ellos fueron Jesús y Buda. Las respuestas que estos dos dieron fueron exactamente contrarias. Buda dijo inequívocamente que él era un mero hombre, no un dios –casi como si él preveía intentos más tarde de adorarle. Jesús, por otra parte, afirmó…ser divino.”5

¿Jesús afirmaba ser Dios?

Claramente, desde los primeros años de la iglesia, Jesús fue llamado Señor y considerado por la mayoría de los cristianos como Dios. Sin embargo su divinidad fue una doctrina que fue sometida a gran debate. Entonces la pregunta—y es la pregunta—es esta: ¿Realmente afirmaba Jesús ser Dios (el Creador), o fue su divinidad algo inventado o asumido por los autores del Nuevo Testamento? (Ver “¿Afirmó Jesús ser Dios?”)

Algunos eruditos creen que Jesús era un maestro tan poderoso y un personaje tan fascinante que sus discípulos solo asumieron que él era Dios. O tal vez ellos solo querían pensar que él era Dios. John Dominic Crossan y el Seminario Jesús (un grupo escéptico marginal de estudiosos con presuposiciones en contra de los milagros) están entre aquellos que creen que Jesús fue divinizado por error.

Aunque libros como El Código Da Vinci argumentan que la divinidad de Jesús fue una doctrina tardía de la iglesia, la evidencia muestra lo contrario. La mayoría de cristianos que aceptan los evangelios como fiables insisten que Jesús afirmó su deidad. Esa creencia puede ser trazada hasta los seguidores inmediatos de Jesús.

Pero hay aquellos que están dispuestos a aceptar a Jesús como un gran maestro, pero indispuestos a llamarle Dios. Thomas Jefferson no tuvo problema aceptando las enseñanzas de Jesús en moralidad y ética mientras negara su deidad.6 Pero como hemos dicho, y estudiaremos mas adelante, si Jesús no fue quien él afirmó ser, entonces debemos examinar algunas otras alternativas, ninguna de las cuales lo harían un gran maestro moral.

Incluso una lectura superficial de los evangelios revelan que Jesús afirmaba ser alguien más que un profeta como Moisés o Daniel. Pero es la naturaleza de esas afirmaciones lo que nos preocupa. Dos preguntas son dignas de atención.

¿Realmente afirmó Jesús ser Dios?

Cuando él dice “Dios,” ¿Jesús realmente quiso decir que él era el Creador del universo del que se habla en la Biblia Hebrea?

Para dirigir estas preguntas, consideremos las palabras de Jesús en Mateo 28:18: “Se me ha dado toda autoridad en el cielo y en la tierra.” ¿Qué quiso decir Jesús cuando afirmó tener toda autoridad en el cielo y en la tierra?

Antes de que Jesús tomara la forma de hombre, se nos dice que co-existía eternamente con su Padre, y que Dios le había dado toda autoridad. Pero Filipenses 2:6-11 nos dice que aunque Jesús había existido en forma de Dios, se “vació” de los poderes de Dios para ser hecho un ser humano. Sin embargo, el mismo pasaje nos dice que después de su resurrección Jesús fue restaurado a su gloria anterior, y que un día “toda rodilla se ANTERIORá ante él como Señor.”

Por lo tanto, ¿qué quiso decir Jesús cuando afirmó tener toda autoridad en el cielo y en la tierra? “Autoridad” era un termino bien entendido entre los romanos-que ocupaban el territorio de Israel. En ese momento, César era la autoridad suprema en el mundo romano entero. Su edicto podría al instante lanzar legiones para la guerra, condenar o exonerar a criminales, y establecer leyes y reglas de gobierno. De hecho, la autoridad del César era tal que él mismo alegó divinidad.

Entonces, al menos Jesús estaba afirmado autoridad comparable a César mismo. Pero él no dijo solamente que él tenía más autoridad que los líderes judíos o gobernantes romanos; Jesús estaba afirmando ser la autoridad suprema del universo. Para aquellos a quienes él les habló, significó que él era Dios. No un dios—pero el Dios. Ambas sus palabras y acciones testificaban al hecho de que creían que Jesús era Dios.

¿Jesús afirmó ser el Creador?

Pero, ¿es posible que Jesús estuviera solo reflejando la autoridad de Dios y no estaba declarando que él era el verdadero Creador? A primera vista eso parece creíble. Sin embargo la afirmación de Jesús de tener toda autoridad parece tener sentido solo si él es el Creador del universo. La palabra “toda” abarca todo, incluyendo la creación misma.

Así como miramos mas profundo dentro de las propias palabras de Jesús, un patrón parece emerger. Jesús hizo afirmaciones radicales sobre él mismo que, si ciertas, inconfundiblemente apuntan s su deidad. Aquí esta una lista parcial de tales declaraciones como registradas por relatos de testigos oculares.

“Yo soy la resurrección y la vida.” (Juan 11:25)

“Yo soy la luz del mundo.” (Juan 8:12)

“Yo y mi padre somos uno.” (Juan 10:30)

“Yo soy el Alfa y la Omega, el Primero y el Ultimo, el Principio y el Fin.” (Apocalipsis 22:13).”

“Yo soy el camino, la verdad, y la vida.” (Juan 14:6)

“Yo soy el único camino al Padre [Dios].” (Juan 14:6)

“Si me has visto, has visto al Padre.” (Juan 14:9)

Una vez más, debemos ir atrás al contexto. En las Sagradas Escrituras Hebreas, cuando Moisés preguntó a Dios su nombre en la zarza ardiente, Dios respondió, “YO SOY.” Él le estaba diciendo a Moisés que Él es el único Creador, eterno y trascendente en el tiempo.

Desde el tiempo de Moisés, ningún judío practicante se referiría a sí mismo o ningún otro por el “Yo Soy.” Como resultado, la afirmación del “YO SOY” de Jesús enfureció a los líderes judíos. Una vez, por ejemplo, algunos líderes le explicaron a Jesús porque ellos estaban tratando de matarlo: “Porque usted, un simple hombre, se ha llamado a usted mismo Dios” (Juan 10:33).

Pero el punto aquí no es simplemente que tal frase enojara a los líderes religiosos. El punto es que ellos conocían exactamente lo que él estaba diciendo—él estaba afirmando ser Dios, el Creador del Universo. Sólo esta afirmación habría traído la acusación de blasfemia. Leer en el texto que Jesús afirmó ser Dios es claramente justificado, no simplemente por sus palabras, pero también por la reacción a estas palabras.

¿Qué clase de Dios?

La idea de que somos todos parte de Dios, y que dentro de nosotros esta la semilla de divinidad, simplemente no es un posible significado de las palabras y acciones de Jesús. Tales pensamientos son revisionistas, extraños a su enseñanza, extraños a su declaración de creencias, y extraño al entendimiento de sus discípulos de su enseñanza.

Jesús enseño que él es Dios en la manera que los Judíos entendían a Dios y la manera que las Escrituras Hebreas retrataban a Dios, no en la manera en que el movimiento de Nueva Era entiende a Dios. Ni Jesús o su audiencia han sido criados en Star Wars, y entonces cuando ellos hablaron de Dios, ellos no estaban hablando de fuerzas cósmicas. Es simplemente mala historia redefinir lo que Jesús quiso decir con el concepto de Dios.

Pero si Jesús no era Dios, ¿seguimos bien nosotros llamándolo un gran maestro moral? C.S. Lewis argumentó, “Estoy aquí tratando de impedir a cualquiera de decir la cosa realmente absurda que la gente a menudo dicen de Él: ‘Estoy listo para aceptar a Jesús como un gran maestro moral, pero no acepto su afirmación de ser Dios.’ Esa es la única cosa que no debemos de decir.”7

En su búsqueda de la verdad, Lewis supo que él no podía tener ambos sentidos con la identidad de Jesús. O Jesús era quien afirmaba ser—Dios en la carne, —o sus afirmaciones eran falsas. Y si ellas eran falsas, Jesús no podría ser un gran maestro moral. Él estaría mintiendo intencionalmente o sería un lunático con el complejo de Dios.

¿Era Jesús un Mentiroso?

Uno de los más conocidos y más influyentes trabajos políticos de todos los tiempos fue escrito por Nicolás Maquiavelo en 1532. En su clásico, El Príncipe, Maquiavelo exalta el poder, el éxito, la imagen, y la eficiencia por encima de la lealtad, la fe, y la honestidad. Según Maquiavelo, mentir esta bien si logra un fin político.

¿Podría Jesucristo haber sido motivado por este principio Maquiavélico? De hecho, los opositores Judíos de Jesús estuvieron constantemente tratando de exponerlo como un fraude y un mentiroso. Ellos lo inundaron con preguntas en un intento de ponerle una trampa y hacerlo contradecirse a si mismo. Sin embargo, Jesús respondió con notable consistencia.

La pregunta con la que debemos lidiar es, ¿qué podría motivar a Jesús a vivir su vida entera como una mentira? El enseñó que Dios se oponía a la mentira y la hipocresía, entonces él no lo estaría haciendo para complacer a su Padre. Él claramente no mintió para el beneficio de sus seguidores. (Todos menos uno fueron martirizados.) Y así somos dejados con sólo otras dos explicaciones razonables, cada una de las cuales es problemática.

Beneficio

Mucha gente ha mentido por ganancia personal. De hecho, la motivación de la mayoría de los mentirosos es algún beneficio percibido para sí mismos. ¿Qué podría haber esperado ganar Jesús al mentir sobre su identidad? El poder sería la respuesta más obvia. Si la gente creía que él era Dios, él tendría un enorme poder. (Eso es por que muchos lideres antiguos, tal como el del César, afirmaban un origen divino.)

El problema con esta explicación es que Jesús rechazó todos los intentos de moverlo a él en la dirección del poder sentado, en vez de regañar a aquellos que abusaron de tal poder y vivieron sus vidas persiguiéndolo. Él también escogió alcanzar a los relegados (prostitutas y leprosos), aquellos sin poder, creando una red de gente cuya influencia era menos que cero. En una manera que puede solo ser descrita como extraña, todo lo que Jesús hizo y dijo se movió diametralmente en la otra dirección del poder.

Parece que si el poder fue la motivación de Jesús, él habría evitado la cruz a toda costa. Sin embargo, en varias ocasiones, él dijo a sus discípulos que la cruz era su destino y misión. ¿Cómo podría morir en una cruz romana traerle a uno poder?

La muerte, por supuesto, trae todas las cosas en el enfoque adecuado. Y mientras muchos mártires han muerto por una causa en la que ellos creían, pocos han estado dispuestos a morir por una mentira conocida. Ciertamente toda esperanza para la propia ganancia personal de Jesús habría terminado en la cruz. Aún, a su último aliento, él no renunciaría a su afirmación de ser el único Hijo de Dios.

Un Legado

Por lo tanto si Jesús no iba a mentir para beneficio personal, quizás sus afirmaciones radicales fueron falsificadas con el propósito de dejar un legado. Pero la posibilidad de ser golpeado a una pulpa y clavado a una cruz humedecería rápidamente el entusiasmo de la mayoría, que serían superestrellas.

Aquí hay otro hecho fascinante. Si Jesús estuvo hubiera simplemente dejado caer la afirmación de ser el Hijo de Dios, él nunca habría sido condenado. Fue su afirmación de ser Dios y su poca disposición de retractarse de ello que lo llevó a la crucifixión.

Si realzando su credibilidad y reputación histórica fue lo que motivó a Jesús a mentir, hay que explicar cómo un carpintero de un pueblo pobre de Judea pudo anticipar estos eventos que lanzarían su nombre a prominencia mundial. ¿Cómo sabría él que su mensaje sobreviviría? Los discípulos de Jesús habían huido y Pedro lo había negado. No exactamente la fórmula de lanzamiento de un legado religioso.

¿Los historiadores creen que Jesús mintió? Los estudiosos han escudriñado las palabras y vida de Jesús para ver si hay alguna evidencia de un defecto en su carácter moral. De hecho, incluso los más ardientes escépticos están atónitos por la moral y pureza ética de Jesús. Uno de estos era el escéptico y antagonista John Stuart Mill (1806-73), el filósofo. Mill escribió de Jesús:

“Sobre la vida y dichos de Jesús hay un sello personal de originalidad combinado con profundidad de perspicacia en el primer rango de hombres de sublime genio de los cuales nuestra especie puede jactarse. Cuando este preeminente genio es combinado con las cualidades de probablemente el más grande reformador moral y mártir de esa misión que jamás halla existido sobre la tierra, la religión no puede decir haber hecho una mala elección escogiendo a este hombre como el representante ideal y guía para la humanidad.”8

De acuerdo con el historiador Philip Schaff, no hay evidencia, ni en la historia de la iglesia o en la historia secular, de que Jesús mintió acerca de nada. Schaff argumentó,:

“¿Cómo, en nombre de la lógica, sentido común, y experiencia, podría un mentiroso, egoísta, un hombre depravado haber inventado, y continuamente mantenido desde el principio hasta el fin, el más puro y noble carácter conocido en la historia con el más perfecto aire de verdad y realidad?”9

Para ir con la opción de mentiroso parece nadar contra corriente ante todo lo que Jesús enseñó, vivió, y por lo que murió. Para la mayoría de los estudiosos, simplemente no tiene sentido. Sin embargo, para negar las afirmaciones de Jesús, uno debe llegar con alguna explicación. Y si las afirmaciones de Jesús no son verdad, y él no estaba mintiendo, la única opción restante es que él debió haber sido auto-engañado.

¿Era Jesús un Lunático?

Albert Schweitzer, quién fue galardonado con el Premio Nobel en 1952 por sus esfuerzos humanitarios, tenía sus propias opiniones sobre Jesús. Schweitzer concluyó que la locura estaba detrás de las afirmaciones de Jesús de ser Dios. En otras palabras, Jesús estaba equivocado sobre sus afirmaciones pero no mintió intencionalmente. De acuerdo a esta teoría, Jesús en realidad estaba engañado, creyendo que él era el Mesías.

C.S. Lewis consideró esta opinión cuidadosamente. Lewis dedujo la locura de las afirmaciones de Jesús—si ellas no son verdad. Él dijo que alguien que afirmaba ser Dios no sería un gran maestro moral. “Él podría ser un lunático—al nivel de un hombre que dice que él es un huevo hervido—o de lo contrario él sería el Diablo del Infierno.”10

Incluso los más escépticos del cristianismo rara vez cuestionan la cordura de Jesús. El reformador social William Channing (1780-1842), ciertamente no un cristiano, hizo la siguiente observación sobre Jesús:

“El cargo de un extravagante, auto-engañado entusiasmo es lo último de lo que puede ser atribuido a Jesús. ¿Dónde podemos encontrar rastros de ello en la historia? ¿Los detectamos en la tranquila autoridad de Sus preceptos”11

Si bien su propia vida fue llena de inmoralidad y escepticismo personal, el nombrado filosofo francés Jean-Jacques Rousseau (1712-78) reconoció el carácter superior y la presencia de juicio de Jesús:

“Cuando Platón describe su imaginario hombre recto, cargado con todos los castigos de culpa, pero mereciendo la más alta recompensa de virtud, él describe exactamente el personaje de Jesús. …Que presencia de juicio. …Si, si la vida y muerte de Sócrates son aquellas de un filósofo, la vida y muerte de Jesús son aquellas de un Dios.”12

Schaff planteó la interrogación que debemos preguntarnos nosotros mismos:

“¿Es ese el intelecto—completamente sano y vigoroso, siempre listo y siempre sereno –responsable de un radical y más serio engaño en relación con su propio carácter y misión?”13

Entonces, ¿Fue Jesús un mentiroso o un lunático, o fue el Hijo de Dios? ¿Podría haber estado en lo correcto, Jefferson al etiquetar a Jesús de “solo un buen maestro moral” mientras negándole su deidad? Interesantemente, la audiencia que escuchó a Jesús—ambos creyentes y enemigos—nunca lo consideró como un simple maestro moral. Jesús produjo tres efectos principales en la gente que lo conocían: odio, terror, o adoración.

Y hoy, 2000 años más tarde, Jesús sigue siendo la persona más polarizadora en nuestro mundo. Aún no son su moralidad y ética, o legado que inflaman pasiones. El mensaje que Jesús trajo al mundo fue que Dios nos hizo con un propósito—y ese propósito esta envuelto en Su Hijo.

Las afirmaciones de Cristo Jesús nos obligan a escoger. Como Lewis declaró, no podemos poner a Jesús en la categoría de ser solamente un gran líder religioso o un buen maestro moral. Este pasado profesor de Oxford y escéptico nos desafía a tomar decisiones en cuanto a Jesús:

“Usted debe hacer una elección. O este hombre fue y es el Hijo de Dios: o bien un loco o algo peor. Usted puede encerrarlo a Él como un tonto, usted puede escupirle a Él y matarlo como a un demonio o usted puede caer a sus pies y llamarlo Señor y Dios. Pero no nos permita venir con ninguna afirmación condescendiente y sin sentido acerca de que es un gran maestro humano. Él no nos dejo esa posibilidad abierta a nosotros. No era su intención.”14

El pasado ateo Lewis concluyó que Jesús no era ni un mentiroso ni un lunático. La mejor explicación para la vida única, los milagros y las afirmaciones de Jesús es que él es Señor y Dios.

El apóstol Pablo, quien anteriormente rechazó a Jesucristo como otro radical con complejo de Mesías, luego escribe de él así:

“Pues Cristo es la expresión visible de el Dios invisible. Existió antes de que empezara la creación, porque por él fueron creadas todas las cosas, sean espirituales o materiales, visibles o invisibles… Es más, absolutamente toda cosa fue creada por medio y para él… La vida de la nada inició por él, y él es, por lo tanto, justificablemente llamado el Señor de todo.” Colosenses 1:15-17, J.B. Phillips.

Más preguntas acerca de Jesús: http://y-jesus.org/spanish/


Notas Finales.

1. Citado in Josh McDowell, Evidence That Demands a Verdict, vol. 1 (Nashville: Nelson, 1979), 127.

2. Will Durant, The Story of Philosophy (New York: Washington Square, 1961), 428.

3. Linda Kulman and Jay Tolson, “The Jesus Code,” U. S. News & World Report, December 22, 2003, 1.

4. Ravi Zacharias, Jesus among Other Gods (Nashville: Word, 2000), 89.

5. Peter Kreeft and Ronald K. Tacelli, Handbook of Christian Apologetics (Downers Grove, IL: InterVarsity, 1994), 150.

6. Un deista es una persona que cree en un Dios no involucrado- una deidad que creo el mundo y luego lo dejó caminar bajo leyes pre-establecidas. El Deismo era la moda entre los intelectuales durante el tiempo de la independencia de Estados Unidos, y Jefferson creyó en ella.

7. Lewis, 52.

8. Norman L. Geisler and Abdul Saleeb, Answering Islam (Grand Rapids, MI: Baker, 2003), 178–80.

9. Citado en Josh McDowell, The New Evidence That Demands a Verdict (San Bernardino, CA: Here’s Life, 1999), 159.

10. Citado en McDowell, New Evidence, 160.

11. Lewis, 52.

12. Citado en McDowell, New Evidence, 161, 162.

13. Citado en McDowell, New Evidence, 122, 129.

14. Citado en McDowell, New Evidence, 162.

15. Lewis, 52.


Fuente: Y-Jesus.com.