"Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência..."

O Movimento de Lausanne



A história do Movimento de Lausanne começa com o evangelista Dr. Billy Graham. Na medida em que seu ministério de pregação foi se expandindo internacionalmente, ele desenvolveu uma paixão para unir todos os evangélicos na tarefa comum da evangelização do mundo todo.

Em 1966, a Associação Evangelística Billy Graham, em parceria com a revista americana Cristianismo Hoje, patrocinou o Congresso Mundial para a Evangelização, em Berlin. Esse ajuntamento atraiu 1.200 delegados de mais de 100 países, e inspirou futuras conferências em Singapura (1968), Minneapolis e Bogotá (1969), e Australia (1971).

Pouco depois, Billy Graham percebeu a necessidade de um congresso mais amplo e diversificado, para reorganizar a missão cristã em um mundo com profundas mudanças sociais, políticas, econômicas e religiosas. A Igreja, ele cria, tinha que pregar o Evangelho de modo contextualizado à contemporaneidade, e trabalhar para compreender as ideias e valores por trás das rápidas mudanças na sociedade. Ele compartilhou esse pensamento com 100 líderes cristãos, vindos de todos os continentes, e eles confirmaram a necessidade.

Em julho de 1974, aproximadamente 2.700 participantes e convidados de mais de 150 países se reuniram em Lausanne, Suíça, por dez dias de discussão, comunhão, adoração e oração. Dada a quantidade de nacionalidades, etnias, idades, ocupações e denominações evangélicas representadas, a revista TIME descreveu o evento como um "fórum formidável, possivelmente a reunião mais abrangente de cristãos já realizada". Entre os palestrantes estavam Samuel Escobar, Francis Schaeffer, Carl Henry e John Stott.

Como resultado, foi criado o Pacto de Lausanne, representando as principais conclusões da Conferência, e um verdadeiro guia bíblico para a jornada da Igreja na atualidade.

Depois de 1974, foram realizados outros dois congressos mundiais: Manila em 1989, e Cidade do Cabo em 2010.

Fonte: Lausanne.org

Tradução: Rodrigo, Instituto Ágape