"Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência..."

Vamos orar pelo Irã!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

O País: Os cristãos relatam violência física, ameaças e discriminação por causa de sua fé. Muitos cultos têm sido monitorados pela polícia secreta

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

Segundo o relato de Atos 2:9, havia cristãos medos/persas entre os primeiros cristãos, na ocasião do pentecostes. A presença de cristãos na Pérsia data, então, desse período e já no século IV d.C. havia ali uma igreja cristã persa bem organizada. Ali se desenvolveu um cristianismo sírio, cuja língua era o aramaico. Ainda no século IV, a Armênia e a Mesopotâmia foram devolvidas aos domínios persas. Com isso, os cristãos dessas cidades, após fugirem da perseguição Sassânida, viram-se novamente sob o jugo dos persas, razão pela qual hoje a Igreja iraniana é composta em sua maioria por armênios.

No século V, por não concordar com alguns dogmas do cristianismo ocidental (católico) e devido às constantes guerras entre os persas e os bizantinos, a igreja persa rompeu com o restante da igreja cristã. Além disso, os cristãos persas eram adeptos do Nestorianismo*, e os nestorianos foram expulsos e perseguidos pela Roma Cristã por sua concepção acerca de Jesus.

Após a chegada do Islamismo no país através dos árabes, no século VII d.C., a situação dos cristãos no Irã piorou bastante. Nos últimos cinco séculos, o Cristianismo no Irã tem sido uma religião tolerada: os primeiros missionários católicos chegaram ao país no século XVII e os primeiros protestantes, no XVIII.

Depois da Revolução Islâmica, em 1979, a situação da Igreja mudou drasticamente, resultando na queda do número de cristãos nas igrejas oficiais, principalmente por causa da emigração para outros países.

As igrejas oficiais (registradas no governo) têm, juntas, cerca de 150 mil membros. A maior parte deles é de origem armênia ortodoxa, mas há também alguns milhares de protestantes e católicos romanos. Quase todos vieram de famílias cristãs.

A Perseguição

A primeira perseguição aos cristãos na Pérsia talvez tenha acontecido no século IV d.C., quando os persas sassânidas, governantes na época, resolveram aumentar seus impostos e persegui-los, por considera-los um grupo subversivo e desleal ao governo estabelecido. Além disso, o fato de Constantino ter declarado o cristianismo a religião do Império Romano também contribuiu para a rejeição dos sassânidas aos cristãos, já que os romanos eram os grandes inimigos dos persas. Devido à perseguição, muitos cristãos persas emigraram para outras regiões controladas pelo Império Romano.

Embora os direitos de cristãos, judeus e zoroastras sejam assegurados pela Constituição, na prática, todos são vítimas de retaliação e perseguição. As restrições e a perseguição ao cristianismo têm se multiplicado rapidamente nos últimos anos. O governo do Irã está consciente do desdobramento da Igreja nas últimas décadas. Ele tem procurado impedir e tornar impossível o crescimento dos cristãos.

É permitido que igrejas ligadas à minorias étnicas ensinem a Bíblia ao seu próprio povo e em sua língua. No entanto, essas igrejas são proibidas de pregar em persa, a língua oficial do país. Muitas igrejas recebem visitantes durante seus cultos, porém alguns deles são da polícia secreta e monitoram as reuniões.

Cristãos ativos sofrem pressão: são interrogados, detidos e, às vezes, presos e agredidos. Casos mais críticos envolvem até a execução. Os muçulmanos que se convertem ao cristianismo são rotineiramente interrogados e espancados. Além disso, acredita-se que muitos homicídios não esclarecidos são praticados por radicais que frequentemente ameaçam os cristãos de morte.

Além da violência exercida pelas autoridades, os ex-muçulmanos são também oprimidos pela sociedade. Eles têm dificuldade em encontrar e manter um emprego, pois são demitidos quando se descobre que são convertidos. Aqueles que começam um negócio próprio têm problemas em fazer clientela. Para esses cristãos, é difícil ganhar dinheiro.

Em 2008, aconteceu um grande número de ataques a igrejas domésticas e muitos cristãos foram presos, fazendo desse um dos anos mais difíceis para a Igreja desde a Revolução Islâmica em 1979. No natal de 2011 dezenas de cristãos foram presos pela policia iraniana. O crescimento das igrejas domésticas tem deixado as autoridades políticas e religiosas com receio, o que leva a uma repressão maior.

História e Política

Irã é o nome atual da antiga Pérsia, que foi cenário de muitas histórias bíblicas. Entre elas encontram-se a história de Daniel na cova dos leões, a luta de Ester e Mordecai para salvar o povo judeu, e o serviço de Neemias ao rei.

O país está estrategicamente localizado no Oriente Médio. Seu território é formado por platôs desérticos cercados de montanhas, banhado pelo Mar Cáspio e pelo Oceano Índico. Seu nome atual (Irã) deriva da palavra “airyana”, em referência às populações arianas que habitavam a Pérsia. Seu antigo nome (Pérsia) fazia referência a Perses, filho de Perseu, personagem da mitologia grega e antepassado dos antigos reis persas.

A história do Irã iniciou-se em tempos bastante remotos, quando povos indo-europeus se estabeleceram na região, por volta de 2000 a.C. No planalto iraniano formaram-se dois grandes povos divididos em dois grandes reinos: os Medos e os Persas. O reino dos persas era comandado pela família Arquemênida, que deu nome à dinastia que reinou na Pérsia até ser conquistada pelos Macedônios. No século VI a.C., Ciro, o Grande, unificou os exércitos dos medos e dos persas para formar o Império Persa, um dos maiores impérios que o mundo conheceu. O rei Dario continuou a expansão do império e alcançou a cordilheira do Hindu Kush, na atual fronteira entre o Afeganistão e o Paquistão.

Mais tarde, Alexandre, o Grande, sobrepujou o Império Persa e o anexou a seu próprio império. O Império Alexandrino foi sucedido pelo Império Sassânida, que restaurou a cultura persa e governou até 640, quando foi derrotado pelos árabes.

Durante as dissidências e divisões ocorridas nos anos posteriores a Maomé, o Irã tornou-se intimamente associado ao islamismo xiita.

Em 1200, uma esmagadora invasão dos exércitos mongóis devastou o país. O Irã mal havia se recuperado deste golpe quando os exércitos de Tamerlão (o último grande conquistador da Ásia Central) avançaram sobre o território persa, conquistando cidades como Shiraz e Esfahan, ainda que mais lentamente do que a primeira invasão mongol.

A dinastia Safávida chegou ao poder em 1501, após a desintegração do Império de Tamerlão, governando até 1722, quando foi derrubada por uma efêmera invasão afegã. Em 1796, a dinastia Kajar chegou ao poder e governou até o início do século XX.

Na história mais recente, o xá Reza Pahlevi assumiu o poder em 1962 e iniciou uma série de reformas, visando à modernização do país. Suas mudanças levaram as alas conservadoras a tomar o poder. O aiatolá Khomeini assumiu o governo em 1979, derrubando, através da "revolução islâmica", a monarquia e obrigando o xá ao exílio. Foi estabelecido um sistema teocrático de governo. Após a morte de Khomeini, em 1989, o novo governo procurou manter-se teocrático, ao mesmo tempo em que procurava uma postura mais moderada. Esse sistema deu o poder religioso à autoridade, que passou a ser conhecida como "líder supremo'". De 1980 a 1988 o país entrou em guerra com o vizinho Iraque, causada por uma disputa territorial que teve início na década de 1970.

O Irã é uma República Teocrática: tem um presidente, mas quem dita as regras é a elite religiosa dos aiatolás. O país desempenha papel fundamental na estabilidade politica e militar da região do Golfo Pérsico.

População

Os persas, principal etnia do Irã, compõem apenas metade da população do país. O restante da população se divide entre os grupos: árabe, azeri, baluche, curdo, gilaki, lur, mazandarani e turcomano. São faladas 77 línguas no país.

A religião oficial do país é o islamismo, sendo os xiitas a maioria. Existem pequenas minorias de zoroastras, bahaístas, judeus e cristãos. Em fevereiro de 2011, milhares de pessoas tomaram as ruas da capital, Teerã, para protestar contra o presidente Mahmoud Ahmadinejad. Essa revolta foi impulsionada pelas manifestações que aconteceram em outros países do mundo muçulmano.

Economia

A economia iraniana é baseada na exportação de petróleo e gás natural. Além desse combustível e seus derivados, o país é conhecido pela tapeçaria, que também é exportada. O Irã se desenvolveu de forma significativa, mas grande parte do progresso foi perdida nas décadas seguintes à revolução de 1979, e o crescimento da economia tem sido moderado.

Em anos recentes, o Irã adotou uma postura mais moderada e menos oposicionista ao Ocidente.

*O Nestorianismo é uma doutrina de estudos cristológicos que analisa, sobretudo, a natureza divina de Cristo, fazendo separação entre o Cristo homem e o Cristo Deus, sem, contudo, negar ambas. O criador dessa doutrina foi o monge Nestório de Alexandria (380-451 d.C.), que se tornara Patriarca de Constantinopla em 428 d.C. Nestório foi considerado herege pelo Concílio de Éfeso (431 d.C) por afirmar que Maria não era a mãe de Deus, mas apenas de Jesus.

Motivos de oração:

- Os iranianos estão enfrentando muitas dificuldades financeiras. Muitos dizem que estão se sentindo desenganados. Outros, que eles dariam boas-vindas para qualquer coisa que venha mudar o Irã. Ore para que essa seja uma oportunidade de pregação do evangelho no país.

Fonte: Missão Portas Abertas

A natureza da evangelização - Pacto de Lausanne



4. A NATUREZA DA EVANGELIZAÇÃO

Evangelizar é difundir as boas novas de que Jesus Cristo morreu por nossos pecados e ressuscitou segundo as Escrituras, e de que, como Senhor e Rei, ele agora oferece o perdão dos pecados e o dom libertador do Espírito a todos os que se arrependem e crêem. A nossa presença cristã no mundo é indispensável à evangelização, e o mesmo se dá com aquele tipo de diálogo cujo propósito é ouvir com sensibilidade, a fim de compreender. Mas a evangelização propriamente dita é a proclamação do Cristo bíblico e histórico como Salvador e Senhor, com o intuito de persuadir as pessoas a vir a ele pessoalmente e, assim, se reconciliarem com Deus. Ao fazermos o convite do evangelho, não temos o direito de esconder o custo do discipulado. Jesus ainda convida todos os que queiram segui-lo e negarem-se a si mesmos, tomarem a cruz e identificarem-se com a sua nova comunidade. Os resultados da evangelização incluem a obediência a Cristo, o ingresso em sua igreja e um serviço responsável no mundo.

(I Co. 15:3,4; At. 2: 32-39; Jo. 20:21; I Co. 1:23; II Co. 4:5; 5:11,20; Lc. 14:25-33; Mc. 8:34; At. 2:40,47; Mc. 10:43-45)



Persecution in Iran

Pray for the persecuted!

Ever since the Iranian Revolution of 1978, Christians have suffered acutely in Iran. Following the election of Mahmoud Ahmadinejad in 2005, conditions have steadily grown more severe, bringing Iran to the second position in this year’s World Watch List.

Taking the Shiite totalitarianism of his predecessors to a new extreme, Ahmadinejad has sent out spies to monitor Christian groups and report them to the police. Over the last few years there has been a constant stream of reports about Iranian Christians being arrested. Former prisoners have reported being tortured to reveal the names of their brothers and sisters in Christ.

An ever increasing wave of arrests began in 2008 and continues to the present. It is suspected that these arrests are a tactic used by the Iranian government to demonstrate their absolute control, and distract attention from internal problems.

State of the Church in Iran

It is estimated that there are about 250,000 Christians in Iran. Approximately half of these belong to the officially recognized Armenian, Assyrian and Chaldean Churches. The government allows these churches to exist, provided they are subject to the government’s demands. For example, representatives of these churches have been forced to sign statements saying they will not witness to Muslims and will bar former Muslims from fellowship.

Those Christians who are not part of the government approved churches are forced to meet in small house churches under conditions of utmost secrecy. When a house church is discovered, the ramifications for Christians attending it can range anywhere from boycotts of their businesses to torture and even execution. Once known to be Christians, if they are not arrested, they typically encounter great difficulty finding and keeping a job, and may be demoted or even fired. As a result, Christians can find it almost impossible to gain an income and provide for their families.

While all Christians in Iran are subject to mistreatment, the most severe persecution is reserved for converts from Islam. In 2008, Ahmadinejad’s government passed a law mandating the death penalty for any Muslim that converts. While Muslim converts often flee the country to escape the apostasy penalties, many have not been so fortunate.

A reliable source, who must remain unnamed for security reasons, spoke of some of the challenges facing Muslim converts in Iran:

“According to Islamic law, an apostate must return to Islam or die, and the government wants to start punishing converts now with execution; women are to be imprisoned for life in such cases. I know a Christian couple who were flogged because of their faith. The husband was a former Muslim and she was an Assyrian Iranian. They had to have a Muslim wedding ceremony because the traditional churches wouldn’t marry them. The couple attended a house church and were arrested in September 2005 along with fellow house church members. When their case came before the court, the judge ruled that the wife had abandoned Islam because a Muslim wedding is equal to a conversion in Islam. For two years the couple had to report regularly to authorities until a verdict was reached, but the wife stopped going after she was sexually harassed by an official. As a result, security forces came to their home with a court order to whip them as punishment.”

God is on the Move

It may seem impossible that the gospel can be growing in a nation where all missionary activity and Christian witnessing is strictly forbidden. However, the Lord is able to work even without missionaries, as seen by the fact that many Muslim-background believers are telling of converting after being given visions and dreams attesting to the truth of Christianity.

Even Ahmadinejad’s severe regime is backfiring and being used to advance Christ’s kingdom in Iran. The theocratic government seeks to legislate on every aspect of life from clothing to the type of hairstyles permitted. This, together with rising inflation, high food costs and increasing unemployment has left a large percentage of the population, especially the youth, deeply disillusioned. In their emptiness, many young people are secretly turning to Christ. According to a reliable source, even children of government ministers and mullahs have been converting to Christ.

Source: Open Doors USA


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Vamos orar pela Somália!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

O País: Os poucos cristãos são fortemente perseguidos, e devem praticar sua fé em segredo. Alguns foram forçados a fugir para viver em outros países

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

Os primeiros missionários cristãos chegaram à Somália em 1881. Em quase um século de trabalho, eles conseguiram algumas centenas de convertidos, até que foram obrigados a se retirar do país em 1974.

O Cristianismo é uma religião minoritária na Somália: aproximadamente mil praticantes em uma população de mais de 9 milhões de pessoas.

A maioria dos cristãos somalis pertence à etnia minoritária bantu. Não há perspectiva de crescimento da igreja na Somália para os próximos anos, devido à constante instabilidade política e econômica em que vive o país e aos constantes ataques de grupos radicais islâmicos.

A Perseguição

A falta de lei no país (não há Constituição, por exemplo) abre espaço para o crescimento do extremismo religioso, que é o grande responsável pela perseguição aos cristãos somalis.

Há uma Carta de Direitos do governo de transição, mas não possui restrições ou proteções à liberdade religiosa. Duas regiões no país - Somalilândia e Puntlândia - adotaram o islamismo como a religião oficial. Em ambas as regiões, os muçulmanos não podem abandonar o islamismo, sob pena de morte. Ou seja, para os somalis, o ex-muçulmano é um infiel, que merece a morte.

Extremistas têm acusado organizações cristãs de ajuda humanitária de aproveitarem o caos no país para divulgar o evangelho. Tais acusações acabam atraindo a atenção da mídia e levando a ataques públicos contra os cristãos por parte dos jornais locais. Além disso, os partidos políticos muçulmanos têm publicado relatórios que detalham os programas evangelísticos e advertem severamente o povo somali a manter distância de tais atividades. Desde que se tornou independente, em 1960, a Somália sofre com grupos radicais, como o Movimento Nacional Somali (SNM), o Movimento Patriótico Somali (SPM), o Congresso Somali Unido (USC) e o mais conhecido deles, o Al Shabaab, grupo radical islâmico criado em 2004, que domina algumas áreas ao sul do país e tem como objetivo principal derrubar o governo de transição da Somália e instalar um governo teocrático baseado na Sharia (lei islâmica). O Al Shabaab é financiado pela Al Qaeda: além de causar instabilidade política no país, esses grupos coíbem e reprimem qualquer possibilidade de trabalho missionário ou de evangelismo no país.

História e Política

A Somália está localizada no extremo leste do continente africano, na região semiárida conhecida como Chifre da África. O território somali apresenta paisagens variadas, com regiões montanhosas ao norte, desertos e savanas na área central e uma região subtropical ao sul. A origem do nome do país é incerta, mas Somália significa “terra dos somalis”.

Há na Somália artes rupestres que datam do período paleolítico, de aproximadamente 9.000 anos antes de Cristo. As evidências mais antigas de cerimônias funerárias no Chifre da África foram encontradas em cemitério da Somália, datadas do ano 4000 a.C. Na antiguidade, os estados-cidades que formavam a Somália desenvolveram um comércio muito lucrativo com os principais impérios da época (Egito, Grécia, Pérsia, Roma), aos quais fornecia especiarias como mirra e incenso.

No século VII os árabes se instalaram na costa da Somália, com o intuito de desenvolver o seu comércio na região e pregar a religião islâmica. A rápida adesão ao Islã por parte da população somali influenciou para que a religião se expandisse com sucesso por todo o seu território. No século XIX, as cidades litorâneas da Somália foram incorporadas ao Império Turco-Otomano. No século XX, tornou-se colônia italiana juntamente com a Etiópia, denominada Somalilândia Italiana; durante a Segunda Guerra Mundial, parte do seu território foi ocupada pelos britânicos.

A Somália tornou-se independente em 1960, quando italianos e britânicos se retiraram e o território foi unificado. Desde sua independência, o país tem tido conflitos com a Etiópia pela posse da região de Ogaden (Estado da Etiópia).

A Guerra Fria acabou por beneficiar a Somália economicamente, pois o país recebia subsídios da União Soviética em um primeiro momento; mais tarde, passou a recebê-los dos Estados Unidos. Apesar disso, os conflitos internos e externos acabaram por devastar a nação e sua população.

Em 1991, uma sangrenta guerra civil derrubou a ditadura governante e lançou o país em total desgoverno, com mais de 20 clãs armados lutando entre si pelo poder. Em 1992, as Nações Unidas intervieram no conflito, a fim de fornecer ajuda humanitária aos necessitados.

Embora o caos e a luta entre os diversos clãs ainda persistam em quase todo o território somali, um governo de transição foi estabelecido em 2004 para promover o processo de paz, após a iniciativa do presidente de Djibuti, Ismael Omar Guelleh, de reunir mais de dois mil representantes somalis em seu país.

O Governo Federal de Transição está situado na capital, Mogadíscio. A cada cinco anos escolhe-se um novo presidente para o governo de transição. No entanto, seu inimigo, a União de Cortes Islâmicas, embora tecnicamente derrotado, continua lutando, com a ideia de instaurar o caos e impor a lei islâmica à sociedade.

População

A maioria da população pertence à etnia somali, que se divide em inúmeros clãs. No entanto, os quatro maiores clãs - dir, daarwood, hawiye e isxaaq - respondem por aproximadamente três quartos da população do país. Os outros clãs, considerados inferiores, agrupam 20% dos somalis localizados no sul e uma minoria pertencente à etnia banta.

O islamismo é a religião oficial da Somália e, com raras exceções, a maioria dos somalis segue a tradição sunita. Há alguns hindus entre os indianos que trabalham no país.

A Somália é uma das nações mais pobres do mundo. Após anos de guerra civil, a economia entrou em colapso e é controlada por uma minoria que explora o narcotráfico, a venda de armas e o comércio de alimentos. A maioria dos somalis vive da pecuária e da agricultura de subsistência, dependendo dos programas de ajuda humanitária.

Economia

A economia do país foi praticamente devastada devido aos vários anos de guerra civil. A agricultura e a pecuária são os setores mais importantes da economia e correspondem a cerca de 40% do PIB do país. Devido às guerras e à fome, a Somália tem uma das mais altas taxas de mortalidade infantil do mundo; o país está entre os oito mais pobres do mundo.

Motivos de oração:

- Peça coragem e sabedoria aos líderes da Igreja.

- Ore pedindo o fim do caos e o estabelecimento de um governo estável.

Fonte: Missão Portas Abertas e MCM Povos

A unicidade e a universalidade de Cristo - Pacto de Lausanne



3. A UNICIDADE E A UNIVERSALIDADE DE CRISTO

Afirmamos que há um só Salvador e um só evangelho, embora exista uma ampla variedade de maneiras de se realizar a obra de evangelização. Reconhecemos que todos os homens têm algum conhecimento de Deus através da revelação geral de Deus na natureza. Mas negamos que tal conhecimento possa salvar, pois os homens, por sua injustiça, suprimem a verdade. Também rejeitamos, como depreciativo de Cristo e do evangelho, todo e qualquer tipo de sincretismo ou de diálogo cujo pressuposto seja o de que Cristo fala igualmente através de todas as religiões e ideologias. Jesus Cristo, sendo ele próprio o único Deus-homem, que se deu uma só vez em resgate pelos pecadores, é o único mediador entre Deus e o homem. Não existe nenhum outro nome pelo qual importa que sejamos salvos. Todos os homens estão perecendo por causa do pecado, mas Deus ama todos os homens, desejando que nenhum pereça, mas que todos se arrependam. Entretanto, os que rejeitam Cristo repudiam o gozo da salvação e condenam-se à separação eterna de Deus. Proclamar Jesus como "o Salvador do mundo" não é afirmar que todos os homens, automaticamente, ou ao final de tudo, serão salvos; e muito menos que todas as religiões ofereçam salvação em Cristo. Trata-se antes de proclamar o amor de Deus por um mundo de pecadores e convidar todos os homens a se entregarem a ele como Salvador e Senhor no sincero compromisso pessoal de arrependimento e fé. Jesus Cristo foi exaltado sobre todo e qualquer nome. Anelamos pelo dia em que todo joelho se dobrará diante dele e toda língua o confessará como Senhor.

(Gl. 1:6-9;Rm. 1:18-32; I Tm. 2:5,6; At. 4:12; Jo. 3:16-19; II Pd. 3:9; II Ts. 1:7-9;Jo. 4:42; Mt. 11:28; Ef. 1:20,21; Fp. 2:9-11)



Persecution in Somalia

Pray for the persecuted!

Background

Though Somalia is a nation steeped in a long tradition of Islam, Muslim militants have recently been fighting to impose a more extreme form of Islam onto the nation. In 2006, a Muslim group gained control of the southern part of the country and imposed Sharia law. The South then became a haven for Muslim extremists, including those with links to al-Qaeda.

In 2009, the Somali government launched a counter-offensive to take control of the southern half of the country. Although regaining some of the South, they were not successful in routing all the Islamic militants.

In the hope of solidifying the divided nation and siphoning off popular support for the jihadists, the Parliament of the Transitional Government announced in April 2009 that it would implement Sharia law as the nation’s official judicial code. Although it remains a mild version of Islamic law compared to what the militants would like, it does mandate the death penalty for those who leave Islam.

Meanwhile, militants continue to struggle for a more radical version of Sharia. The militias of al-Shabaab, and their rivals in the Hizbul party, control most of southern Somalia and are continuing to fight President Sheikh Ahmad and his government for control of the entire nation.

al Shabaab is said to have links with al Qaeda and has vowed to rid Somalia of Christianity, according to a report issue by Compass Direct. They have recently gone so far as to ban bells ringing to signal the end of school classes, “because they sound like church bells.”

It is extremely difficult to survive as a Christian in the war-torn nation of Somalia. Among the eight million inhabitants, it is thought that there are no more than 1,000 practicing Christians. Most of these live in the south, where persecution is the strongest.

Recent Challenges

Despite their attempts to remain under cover, many Christians have recently been discovered by Islamic militants, who have been searching out Christians. In May 2009, Islamic militants, members of al Shabaab, discovered and shot 57-year-old Yusuf Ali Nur, one of the leaders of Somalia’s underground church, leaving behind his wife and three children. The killing of Yusuf was just one in a series of murders in which those suspected of being Christians are apprehended and either shot at close range or beheaded.

It is not just church leaders who are killed for their faith. Last year Islamic militants sought out and killed women and children who were known to be Christian. In 2008 at least ten Christians, including four teachers, were killed while several others were kidnapped and raped.

Refugees in Kenya

A growing number of Somali Christians have taken refuge in the neighboring nation of Kenya, where there exists a sizable Somali community in Nairobi. This community of Christian refugees is growing. In the late 1990s, there were barely 20 Somali Christians in Nairobi, but now their number has grown to nearly 200, as reported by the BBC in September 2008. During that time one of the refugees, going by the name of Michael, told the BBC about his situation.

“There was a group of people who wanted to kill me, so I was one of the first refugees to leave Mogadishu because I knew I would be a target as soon as the government collapsed. The fundamentalists could easily attack me and kill me.” Unfortunately, not all of Michael’s fellow converts were so fortunate. He explains: “They killed some of my friends. There was a small fellowship that used to meet in my house, about 12 of them - six of them were killed.”

Even in Nairobi many Christian Somalis face persecution from their families and fellow Somalis, also living in Kenya, who are angry about their decision to abandon Islam. Some Christian refugees must endure beatings while some have even had their wives and children taken from them.

Key Prayer Points

In our prayers we can give thanks that despite their low numbers and the intense persecution leveled against them, the underground Christian movement is surprisingly resilient and has been slowly expanding. Also, please hold up in prayer the Somalis who have fled to Kenya. Pray that Christians throughout Kenya would reach out to these refugees in whatever way they can. Finally, we must continue to pray that the Islamic militants in Somalia will be defeated and that freedom of worship will be extended to all citizens.

Source: Open Doors USA


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Vamos orar pela Arábia Saudita!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

O País: A liberdade religiosa não existe nesse reino islâmico. Todos os envolvidos em reuniões religiosas não muçulmanas podem ser presos, deportados ou torturados

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

De acordo com a tradição, o apóstolo Barnabé foi o primeiro a levar o evangelho à Arábia Saudita. Quando o islamismo chegou à região já havia uma grande população de cristãos. Após o islamismo assumir o controle no século VII, todos os cristãos foram expulsos do país. Desde então, nenhuma missão foi autorizada a entrar na Arábia Saudita. Atualmente, a maioria dos cristãos no território saudita é constituída de estrangeiros que vivem e trabalham nas bases militares ou para as companhias de petróleo. Há um pequeno grupo de cristãos sauditas não declarados, vivendo sob constante temor de ser descobertos, presos e executados. Eles encaram os novos convertidos não com júbilo, mas com medo e suspeita, e esta atitude impede o crescimento da Igreja. Há convertidos sauditas, mas é extremamente difícil se chegar a um número exato, pois não estão organizados em igrejas, nem em grupos domésticos.

A perseguição

O governo não reconhece legalmente a liberdade religiosa e nem dá proteção a grupos que se reúnam ilegalmente. A prática pública de religiões não muçulmanas é proibida. A Arábia Saudita é uma monarquia islâmica sem proteção legal à liberdade de religião. O islamismo é a religião oficial e a lei exige que todos os cidadãos sejam muçulmanos. De acordo com a Sharia, a apostasia (abandono do islamismo) é considerada um crime punível com a morte, se o acusado não se retratar. O governo reconhece o direito de cristãos estrangeiros cultuarem em particular.

Os cristãos que exercem sua fé de modo particular e discreto quase nunca são incomodados. Entretanto, há problemas quando cidadãos se queixam dos cultos realizados pelos vizinhos. Alguns alegam que informantes pagos pelas autoridades se infiltram em seus grupos cristãos particulares. O governo oferece uma recompensa equivalente a um ano de salário – um prêmio tentador para muitos – a qualquer pessoa que denunciar uma reunião cristã. O proselitismo e a distribuição de materiais não muçulmanos, como Bíblias, são ilegais. Tais materiais estão sujeitos ao confisco, apesar de as normas parecerem aplicar-se arbitrariamente. O governo restringe a liberdade de expressão e de associação; a imprensa exerce a autocensura com relação a assuntos delicados, como a liberdade de religião.

História e Política

Circundada pelo Mar Vermelho e pelo Golfo Pérsico, a Arábia Saudita está localizada no coração do Oriente Médio e possui fronteiras com sete países. Grande parte de seu território é desértico, com a presença de alguns poucos oásis. A maioria dos sauditas vive em grandes cidades, tais como Riad (sede do reinado), Jidá (onde se localiza o mais importante porto do país), Ad Damman (produtora de petróleo), Meca (o coração do islã, aonde todos os muçulmanos do mundo devem ir pelo menos uma vez na vida) e Medina (cidade sagrada e centro cultural). Medina é a cidade para a qual Maomé fugiu, [Hégira] em 622 d.C., quando foi perseguido em Meca por divulgar o Islã.

Acredita-se que a Arábia Saudita era o lar original de alguns povos bíblicos, como os cananeus e os amorreus. Muitos impérios antigos dominaram o território saudita nos períodos anteriores ao nascimento de Cristo. Alexandre, o Grande, tinha planos de conquistar a região, mas morreu antes de realizá-los. O primeiro grande acontecimento que marcou a Arábia Saudita foi o nascimento de Maomé, em 570. Por seu intermédio, o islã foi fundado no século VII e, desde então, as batalhas políticas e históricas ocorridas no país ficaram restritas às várias vertentes islâmicas lutando pelo poder. O nome saudita deriva de uma disputa política entre duas famílias tradicionais da Arábia, os Al Saud e os Al Rashid, em que os primeiros saíram vitoriosos. Após reconquistar e unificar (1932) os reinos dominados pela família Al Rashid, o rei Ibn Saud deu à Arábia seu sobrenome, permanecendo até hoje como Reino Arábia Saudita.

Desde então, este reino tem procurado caminhar em uma frágil linha entre o relacionamento com o mundo exterior e o isolamento, para preservar a pureza da fé islâmica. Atualmente, o país continua sendo governado por uma monarquia baseada na Sharia, a lei islâmica. Em março de 1992, uma série de decretos reais criou o primeiro Código de Direitos do país. Não há poder legislativo e as leis são estabelecidas pelo rei e por seus ministros. Em sua bandeira há uma frase que define o tipo de política adotada pelo Reino Saudita - o país é um Estado islâmico governado por uma monarquia, o rei é o chefe de estado e governo. O texto em árabe diz: “Não há nenhum Deus além de Alá e Maomé é seu profeta”. Esse texto é a Shahada, que significa “testemunho” e é a declaração de fé islâmica, a profissão de fé dos muçulmanos e o primeiro dos cinco pilares do Islã.

Na Arábia Saudita, é o Islã que legitima o governo do rei, que é responsável pela manutenção do estado teocrático.

População

Há cerca de 42 grupos étnicos na Árabia Saudita, todos unidos por um forte nacionalismo religioso. A população é adepta do Islamismo Sunita.

Economia

A Arábia Saudita tem uma economia baseada no petróleo, com forte controle governamental sobre as principais atividades econômicas. Possui cerca de 20% das reservas mundiais de petróleo comprovadas, classificando-se como o maior exportador de petróleo do mundo e desempenhando um papel de liderança na OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo). O setor petrolífero representa cerca de 80% das receitas orçamentais, 45% do PIB e 90% das receitas de exportação. A Arábia Saudita incentiva o crescimento do setor privado, a fim de diversificar a sua economia e empregar mais cidadãos sauditas.

O país tem aumentado os esforços nas áreas de geração de energia, telecomunicações, exploração de gás natural e petroquímica. Quase 6 milhões de trabalhadores estrangeiros desempenham um papel importante na economia do país, especialmente nos setores de petróleo e de serviços, enquanto Riad luta para reduzir o desemprego entre os seus nacionais. As autoridades estão particularmente concentradas em empregar sua grande população jovem, que geralmente não tem a educação e as competências técnicas para atender às necessidades do setor privado. Riad substancialmente impulsionou as despesas relativas à formação profissional e educação, mais recentemente com a abertura da Universidade de Ciência e Tecnologia – a primeira universidade da Arábia Saudita, coeducacional. Como parte de seu esforço para atrair investimentos estrangeiros, a Arábia Saudita aderiu à OMC (Ordem Mundial do Comércio) em dezembro de 2005, depois de muitos anos de negociações. O governo começou a criação de seis "cidades econômicas" em diferentes regiões para atrair investimento estrangeiro, planejando gastar 373 bilhões de dólares entre 2010 e 2014 no desenvolvimento social e nos projetos de infraestrutura, para promover o desenvolvimento econômico do país.

Motivos de oração:

- Ore por um grande derramamento do Espírito sobre a Arábia Saudita, pelo arrependimento dos pecados e por fome de conhecer o Deus Vivo.

- Ore para que os questionamentos resultem em um desejo de conhecer mais sobre Jesus.

Fonte: Missão Portas Abertas

A autoridade e o poder da Bíblia - Pacto de Lausanne



2. A AUTORIDADE E O PODER DA BÍBLIA

Afirmamos a inspiração divina, a veracidade e autoridade das Escrituras tanto do Velho como do Novo Testamento, em sua totalidade, como única Palavra de Deus escrita, sem erro em tudo o que ela afirma, e a única regra infalível de fé e prática. Também afirmamos o poder da Palavra de Deus para cumprir o seu propósito de salvação. A mensagem da Bíblia destina-se a toda a humanidade, pois a revelação de Deus em Cristo e na Escritura é imutável. Através dela o Espírito Santo fala ainda hoje. Ele ilumina as mentes do povo de Deus em toda cultura, de modo a perceberem a sua verdade, de maneira sempre nova, com os próprios olhos, e assim revela a toda a igreja uma porção cada vez maior da multiforme sabedoria de Deus.

(II Tm. 3:16; II Pd. 1:21; Jo. 10:35; Is. 55:11; 1 Co. 1:21; Rm. 1:16, Mt. 5:17,18; Jd. 3; Ef. 1:17,18; 3:10,18)

Persecution in Saudi Arabia

Pray for the persecuted!


Under the absolute monarchy of Abdullah bin Abdul Aziz Al Saud, Saudi Arabia is governed by a strict observance of Islamic law (sharia).

Occupying most of the Arabian peninsula, the nation of Saudi Arabia is the birthplace of Islam and home to the religion’s two most holy cities: Mecca and Medina. With such strong historic roots to Islam, the nation fiercely guards its Muslim heritage by suppressing all other religions.

The Government bases its legitimacy on governance according to the precepts of the rigorously strict interpretation of the Salafi or Wahhabi school of the Sunni branch of Islam. The nation’s constitution, derived from 18th-century Sunni scholar Muhammad ibn Abd Al-Wahhab, sustains a totalitarian regime in which women are forbidden to drive cars, teeth are forcibly extracted under the law of retaliation, women are forbidden to be seen in public without permission, thieves are crucified or mutilated and abused women have little or no protection in the courts.

Christianity in Saudi Arabia

Large portions of the area comprising Saudi Arabia were Christian until the 7th to 10th century, when Christians were either forced to convert to Islam or driven out of the land. Today, the church is virtually non-existent, and the native Christians who do exist live in constant fear of their lives.

Although the government officially recognizes the right of non-Muslims to worship in private, the public practice of non-Muslim worship is prohibited. All citizens of Saudi Arabia are required to be Muslim while the law considers all children of male citizens to be Muslim, even if their parents are Christian.

It is a crime punishable by death for a Muslim to convert. When a Saudi converts to Christianity, their family members and relatives believe it is their sacred duty to practice honor killings and to murder the convert. Converts who are not murdered by their family will usually fall into the hands of the mutawwa’in – Saudi Arabia’s feared religious police, who hand converts over for lashing, torture, deportation and sometimes even be-heading.

Source: Open Doors USA


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Kairós - Curso de Evangelismo e Missões

Curso Kairós é uma jornada de capacitação em evangelismo e missões, desenvolvido para educar, inspirar e desafiar cristãos para que participem ativamente do cumprimento da Grande Comissão.

Internacionalmente, o Curso Kairós é vinculado à Living Springs International. No Brasil, somos associados ao Instituto Ágape de Evangelismo e Missões e à Sepal - Servindo aos Pastores e Líderes, sendo que nossa equipe é formada por pessoas de diferentes origens denominacionais e missionários de diferentes agências.

O curso, embora seja profundo e aborde aspectos dos mais relevantes para a vida cristã, é simples e dinâmico, sendo utilizadas várias ferramentas de aprendizado, tais como: grupos de crescimento, exposição de conteúdos, devocionais, videos, intercessão pelos não alcançados e muito mais.

O Curso Kairós é ministrado por uma equipe de facilitadores capacitados e é divido em quatro áreas: bíblica, histórica, estratégica e cultural. Kairós é uma jornada de aprendizado com duração de 50 horas, sendo 25h em sala e 25h em atividades complementares.

Nossa visão: "Toda a Igreja mobilizada para a missão transcultural, alcançando os não-alcançados".

Nossa missão: "Apresentar o Curso Kairós à Igreja com excelência, encorajando o surgimento de estratégias e movimentos missionários".

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Próxima edição:
Retiro em parceria com a Igreja Cristã Ramo Frutífero

Data:
De 30 de agosto (quinta-feira) - 19:00
A 02 de setembro (domingo) - 16:00

Serão 04 dias intensivos de comunhão, adoração e crescimento!!!

Local:
Chácara Monte Moriá (próximo à Escola Agrotécnica)
Uberlândia-MG

Vagas limitadas! (60 pessoas)

Para se inscrever, preencha o formulário clicando no link:
http://eventosagape.blogspot.com.br/p/formulario-curso-kairos.html

Investimento:
R$120,00 (até 15 de agosto)
R$140,00 (de 15 a 30 de agosto)

Inclui alimentação, hospedagem e material do curso

Forma de pagamento:
Depósito bancário com envio de comprovante de depósito e do nome completo do inscrito para o e-mail eventos@institutoagape.org.

Conta:
Agência: 3342
Conta Corrente: 13000243-3
Banco: Santander
Titular: Instituto Ágape de Evangelismo e Missões

Maiores informações:

Vamos orar pelo Afeganistão!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

O País: Os cristãos no Afeganistão que falam sobre sua fé enfrentam violência e ameaças de morte. Mas apesar de todos os perigos, o cristianismo continua a crescer

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

O Cristianismo chegou ao Afeganistão nos primeiros séculos da era cristã. Por volta de 400 d.C., já havia um bispo instalado na cidade de Herat. A partir do século XIV, através do conquistador Emir Timur, deu-se inicio à erradicação do cristianismo. A Igreja afegã sofreria também sob outros governos, como o soviético (que comandou o país de 1978 a 1992) e o Talibã (1996-2001). Após assumir o governo do país em 1996, o Talibã impôs duras restrições a outras religiões, proibindo conversões, liberdade de culto e evangelismo. Outro grupo que sofreu sob o governo teocrático do Talibã foi o das mulheres, que foram impedidas de frequentar as mesquitas e de ir à escola, acentuando ainda mais o alto nível de analfabetismo no país.

A perseguição

A Constituição afirma que o Islamismo é a religião oficial do país e que os seguidores de outras religiões têm o direito de professar sua fé e praticar seus ritos e cultos abertamente, desde que dentro dos limites impostos pela lei islâmica (Sharia). Como na maior parte dos países islâmicos, os sunitas são maioria também no Afeganistão, onde os xiitas compõem a segunda maior seita islâmica e o restante da população é dividido entre cristãos, hindus, Bahá’ís e outras seitas oriundas do islamismo.

A conversão de um muçulmano a outra religião é considerada apostasia, sendo punível com a morte em algumas interpretações da lei islâmica no país. O código penal não define apostasia como crime e a Constituição proíbe a punição por crime não definido no código penal, que, no entanto, afirma que os crimes graves, incluindo a apostasia, seriam punidos de acordo com a Hanafi, jurisprudência religiosa, e manipulados por um procurador-geral do escritório. Cidadãos do sexo masculino com idade acima de 18 e do sexo feminino acima de 16 anos, de mente sã, que se converteram a outra religião que não o islã, têm até três dias para se retratar de sua conversão, ou serão sujeitos a morte por apedrejamento, à privação de todos os bens e posses e à anulação de seu casamento. O mesmo acontece quando o individuo é acusado do crime de blasfêmia.

Sobre a conversão de muçulmanos a outras religiões, especialmente ao cristianismo, o embaixador afegão nos EUA disse que a Constituição do país garante a liberdade religiosa e a lei Sharia não entra em conflito com as leis do país. Ele disse tambem que é preciso levar em conta que a sociedade afegã é muito conservadora. “O governo só não deseja que os princípios de outras religiões dominem o país”.

História e Política -Talibã

Localizado no sul da Ásia, entre a Ásia Central e o Oriente Médio, o Afeganistão foi ao longo de sua história uma rota percorrida por muitos conquistadores, como Alexandre, o Grande, e Gengis Khan, devido à sua posição estratégica na região. Seu conjunto cultural e linguístico é formado pela língua, cultura e religião de povos vizinhos (Paquistão, Índia, Irã, China, Uzbequistão, Turcomenistão, Tadjiquistão), sendo, dessa forma, influenciado pelas culturas grega, persa e hindu. Após sua independência da Grã-Bretanha, em 1919, o Afeganistão passou por pelo menos três tipos de governo: autocracia monárquica (1929-1973), regime comunista (1978-1992) e estado teocrático (1996-2001).

Quando chegou ao poder, em 1996, o Talibã estabeleceu o Emirado Islâmico do Afeganistão, que tinha como principal objetivo político-religioso a implementação da lei islâmica, Sharia. Dessa forma acreditavam conseguir uma unidade nacional e um estado de paz permanente, após anos de guerra civil. Atualmente o sistema de governo adotado pelo Afeganistão é o de República Presidencialista.

População

A população do Afeganistão é de aproximadamente 30 milhões de habitantes. O país é composto por alguns grupos étnicos (turcomanos, uzbeques, tadjiques e hazaras) com práticas linguísticas e culturais diferentes, sendo o principal deles o pashtun, um grupo sunita que representa hoje 42% da população e se localiza ao sul e leste do país. O grupo radical nacionalista islâmico Talibã se origina dessa etnia. A maioria dos xiitas são membros do grupo étnico hazaras, que compõem 1/5 da população do país, tradicionalmente segregada do resto da sociedade por uma combinação de fatores políticos, étnicos e religiosos, alguns dos quais resultaram em conflitos.

Os hazaras acusaram o governo de dar tratamento preferencial aos pashtuns e a outras minorias, ignorando, sobretudo a etnia hazara. O governo fez esforços significativos para enfrentar tensões históricas que afetam a comunidade hazara. Xiitas geralmente são livres para participar plenamente da vida pública. Com as reformas do governo, os hazaras ganharam acesso às universidades, aos empregos públicos e a outras atividades e direitos, sendo que, antes, lhes era negado até o direito de ser alfabetizados.

Economia

A economia do país é baseada na agricultura. O governo afegão tem tentado mudar a cultura de plantio e comércio da papoula (entorpecente que tem tornado milhares de cidadãos dependentes químicos e, ao longo dos anos, financiado as ações do Talibã) para o de outras culturas, como feijão e milho, além de receber doações em grãos e dinheiro de outros países e de ter como principais parceiros comerciais os países vizinhos. Devido à destruição gerada pelas seguidas guerras civis, o país é um dos mais pobres do mundo, com um alto nível de analfabetismo, sendo extremamente dependente de doações externas.

Motivos de oração:

- Ore para que o povo do Afeganistão tenha desejo de receber a mensagem de alegria e de esperança.

- Ore para que os obstáculos sejam removidos, permitindo que a mensagem do evangelho seja abraçada.

Fonte: Missão Portas Abertas


O Propósito de Deus - Pacto de Lausanne



INTRODUÇÃO

Nós, membros da Igreja de Jesus Cristo, procedentes de mais de 150 nações, participantes do Congresso Internacional de Evangelização Mundial, em Lausanne, louvamos a Deus por sua grande salvação, e regozijamo-nos com a comunhão que, por graça dele mesmo, podemos ter com ele e uns com os outros. Estamos profundamente tocados pelo que Deus vem fazendo em nossos dias, movidos ao arrependimento por nossos fracassos e desafiados pela tarefa inacabada da evangelização. Acreditamos que o evangelho são as boas novas de Deus para todo o mundo, e por sua graça, decidimo-nos a obedecer ao mandamento de Cristo de proclamá-lo a toda a humanidade e fazer discípulos de todas as nações. Desejamos, portanto, reafirmar a nossa fé e a nossa resolução, e tornar público o nosso pacto.

1. O PROPÓSITO DE DEUS

Afirmamos a nossa crença no único Deus eterno, Criador e Senhor do Mundo, Pai, Filho e Espírito Santo, que governa todas as coisas segundo o propósito da sua vontade. Ele tem chamado do mundo um povo para si, enviando-o novamente ao mundo como seus servos e testemunhas, para estender o seu reino, edificar o corpo de Cristo, e também para a glória do seu nome. Confessamos, envergonhados, que muitas vezes negamos o nosso chamado e falhamos em nossa missão, em razão de nos termos conformado ao mundo ou nos termos isolado demasiadamente. Contudo, regozijamo-nos com o fato de que, mesmo transportado em vasos de barro, o evangelho continua sendo um tesouro precioso. À tarefa de tornar esse tesouro conhecido, no poder do Espírito Santo, desejamos dedicar-nos novamente.

(Is. 40:28; Mt. 28:19; Ef. 1:11; At. 15:14; Jo. 17:6, 18; Ef. 4:12; 1 Co. 5:10; Rm. 12:2; II Co. 4:7)



Persecution in Afghanistan

Pray for the persecuted!

Brief History of Afghanistan

Muslim dominance of the region we now call Afghanistan goes back to the 7th century, when Arab invaders began conquering the territory. Islam quickly took root and has been the region’s one constant throughout its turbulent history. Initially various Muslim tribal chiefs vied for control of the region. This was the situation that Genghis Khan found when he conquered the land in the 13th century. But even this great Mongol warrior could not uproot the Islamic civilization of the land and within two generations the conqueror’s heirs had become Muslims. The Mongol conquest gave some stability to the area, although by the 16th century the land was divided between various competing warlords, tribes and principalities.

The modern state of Afghanistan was established in 1747 when Ahmed Shah Durrani, the founder of the Durrani Empire, succeeded in establishing rule over the entire region. In the 19th century the nation found itself sandwiched between the expanding British and Russian empires. With its strategic location in central Asia, the land was sought by both powers. However, after various wars for independence, border agreements were reached with Russia (1885 and 1895), British India (1893), and Persia (1905) which solidified the nation’s present boundaries. The Anglo-Russian agreement of 1907 further guaranteed the independence of Afghanistan under British influence in foreign affairs. It was not until 1919 that Afghanistan gained full control of her foreign relations. However, the nation continued to be a theatre of war and power struggles throughout the 20th and into 21st century.

In early 1992 militant Muslims guerrillas gained control of Afghanistan. They could not agree with each other, however, and the nation became divided into several independent zones. The region did not begin to be united again until late 1994, when a militia of Islamic fundamentalist students, known as the Taliban, started to take over. In early 1996, the Taliban captured Kabul and declared themselves the legitimate government, although they still only controlled two thirds of the nation. By 2000, the Taliban had gained control of about 90% of the country while the remaining portion in the North was controlled by other opposition groups.

In 2001, the US launched their invasion because the Taliban had refused to surrender the terrorist bin Laden. At this time the United States began assisting the various resistance groups, known collectively as ‘the Northern Alliance.’ Although the US eventually gained control of the region, the Taliban simply went into hiding in rural areas, where they remain a thorn in the nation’s flesh to this day. The rest of the nation reverted to the control of the regional warlords who had held power prior to the rise of the Taliban.

Towards the end of 2002 it appeared that the country might achieve some stability under the government of Muhammad Zahir Shah. However, the Taliban guerrillas continued fighting, prompting the U.S. coalition to launch another campaign against Taliban in May, 2006. However, US forces failed to dislodge the Taliban presence in the South. As a result, last year, a Taliban led shadow government began to form illegally to compete against the American-backed democratic government and their president Hamid Karzai.

Challenges Facing the Church

Very few non-Muslims exist among the 31 million population and those who do must exercise their faith in conditions of strictest secrecy. According to the State Department’s “International Religious Freedom Report 2009,” there are unconfirmed reports of the existence of from 500 to as many as 8,000 Afghan Christians.

Even before the Taliban came to power, Afghanistan was one of the least-reached countries in the world. After the Taliban took control, most of the Christians emigrated to Pakistan and other countries.

Even though the Taliban are no longer in power, conditions are still hostile to all faiths other than Islam. Eager to let Afghanistan enjoy a measure of self-rule, the American forces allowed the nation to adopt a new constitution in 2004 which stipulates that “no law can be contrary to the sacred religion of Islam.” This, together with the return of Taliban influence in many provinces, has made conditions extremely harsh for Christians.

Afghan Christians who don’t hide their convictions frequently receive threats of violence against themselves and their families. In some cases, new believers are harmed while other Christians are kidnapped. Non-governmental and Christian aid workers are also threatened if they are discovered to be Christians.

Every month, an average of one Christian is murdered, and one is arrested, (mostly on blasphemy charges). Kidnapping, physical harassment or attack on the property of Christians is more common and occurs almost every week.

Persecuted But Not Forsaken

Despite the incredible level of persecution, the Lord has seen fit to raise up a small indigenous house church movement. Much prayer is required for the fledging church, which is under incredible strain. Afghan Christian have not lost hope that one day the gospel will triumph where Genghis Khan could not in uprooting Islamic civilization from this hostile land.

Source: Open Doors USA


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Vamos orar pela Coréia do Norte!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

O País: Local no planeta onde ser cristão é mais difícil. Os cristãos são presos, torturados e mortos. No entanto, a Igreja está crescendo: há cerca de 400.000 cristãos no país.

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

O cristianismo chegou à península coreana, no final do século XVII, através de católicos coreanos feitos prisioneiros de guerra e enviados ao Japão pelos algozes japoneses que invadiram o país com o propósito de dominar a China. Em terras nipônicas, os coreanos tiveram contato com o evangelho (muitos dos quais se tornaram mártires) e, quando puderam retornar a seu país, levaram consigo a nova fé. O início do cristianismo no país se deu no século XVIII (1793), quando a igreja passou por perseguições isoladas, mas suas raízes já estavam suficientemente fortes e fincadas na Coreia. Antes da guerra que dividiu a península corenana, a capital do país, Pyongyang, abrigava quase meio milhão de cristãos, constituindo na época 13% da população. Após a guerra, muitos cristãos fugiram em direção ao sul ou foram assassinados.

A perseguição

A Constituição prevê a "liberdade religiosa", no entanto, na prática, o governo restringe severamente qualquer atividade religiosa, exceto o que possa ser supervisionado rigorosamente por grupos reconhecidos oficialmente, ligados ao governo. Uma autêntica liberdade religiosa não existe, apenas igrejas rigorosamente controladas pelo governo. As igrejas que existem na cidade hoje são basicamente "igrejas de fachada", servindo à propaganda política sobre a liberdade religiosa no país. Quase todos os cristãos na Coreia do Norte pertencem a igrejas não-registradas e clandestinas. O culto deles se constitui de um encontro "casual" de dois ou três deles, em algum lugar público. Lá eles oram discretamente e trocam algumas palavras de encorajamento.

A perseguição aos cristãos foi intensa durante o período de dominação japonesa, especialmente devido à pressão exercida pelos dominadores para a adoção do xintoísmo como religião nacional. Desde a instalação do regime comunista, a perseguição tem assumido várias formas. Inicialmente os cristãos que lutavam por liberdade política foram reprimidos. Depois, o governo tentou obter o apoio cristão ao regime, mas como não teve êxito em sua tentativa, acabou por iniciar um esforço sistemático para exterminar o cristianismo do país. Edifícios onde funcionavam igrejas foram confiscados e líderes cristãos receberam voz de prisão. Ao ser derrotados na Guerra da Coreia, soldados norte-coreanos em retirada frequentemente massacravam cristãos com a finalidade de impedir sua libertação.

O Estado não hesita em torturar e matar qualquer um que possua uma Bíblia, quer esteja envolvido no ministério cristão, organize reuniões ilegais, quer tenha contato com outros cristãos (na China, por exemplo). Os cristãos que sobrevivem às torturas são enviados aos campos de concentração. Lá, as pessoas recebem diariamente alguns gramas de comida de má qualidade para sustentar o corpo, que deve trabalhar 18 horas por dia. A menos que aconteça um milagre, ninguém sai desses gigantes campos com vida.

Desde o final do século XIX, cerca de cem mil norte-coreanos mantêm a fé cristã clandestinamente, segundo cálculos da Newsweek. Até mesmo Kim Il-Sung, o primeiro ditador da Coreia do Norte, falecido recentemente, veio de uma família cristã devota.

De acordo com missionários, os cristãos norte-coreanos mantêm suas Bíblias enterradas nos quintais, embrulhadas em plásticos. Alguns pastores na China oram por doentes e pregam através de interurbanos feitos por telefone celular, segundo a reportagem. Tudo isso num intervalo de tempo que vai de cinco a dez minutos. Os "cultos telefônicos" têm de ser rápidos e muitas vezes são interrompidos bruscamente, porque a Coreia do Norte usa rastreadores para localizar os telefones. Após a morte de Kim Jong-Il em dezembro de 2011 a pressão do governo sobre os cristãos tem aumentado cada vez mais.

História e Política

Localizada na metade setentrional da Península da Coreia, no leste asiático, a Coreia do Norte é caracterizada por altas montanhas separadas por vales estreitos e profundos. Densas florestas cobrem cerca de dois terços do país. O topônimo Coreia deriva-se de Koryo, "alto e belo", nome da dinastia que governou o país de 918 a.C. até 1392 d.C. Os habitantes da península coreana imigraram da Sibéria entre os séculos X e XIII a.C. No ano 108 a.C., os chineses dominaram a península e a dividiram em 4 colônias chinesas. No século XIII, Koryo foi invadida por mongóis, que passaram a ter grande influência na corte. E em 1392, Yi Song-gye fundou a dinastia Choson (Yi), que durou até 1910.

O século XX foi decisivo para a configuração política atual do país. Com interesses políticos e econômicos sobre a península coreana e sobre outros países da Ásia, o Japão anexou a Coreia ao seu território, transformando o país em seu protetorado. Com a derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial, a Coreia se viu livre para se consolidar como nação independente no cenário mundial. Foi a partir de 1945 que o cenário político atual da Coreia começou a se formar: nesse ano, com o apoio da União Soviética, o norte se proclamou independente do sul, recusando-se a cooperar com as Nações Unidas e passando a se chamar República Democrática Popular da Coreia, chefiada pelo primeiro ministro Kim Il Sung.

No ano de 1950, o norte invadiu o sul da península, na tentativa de unificar a península sob o regime comunista, desencadeando a “Guerra da Coreia” (1950-1953), que culminou com a divisão definitiva da Coreia e a criação de dois novos países: Coreia do Norte e Coreia do Sul, o primeiro comunista e o último capitalista. O armistício assinado em 1953 definiu o paralelo 38 como a zona desmilitarizada da Coreia. A zona desmilitarizada entre os dois países continua sendo uma das áreas mais fortificadas e impenetráveis do mundo. A guerra quase irrompeu novamente no fim da década de 90, mas foi evitada graças a esforços diplomáticos. Não obstante, ainda há grande tensão entre as duas Coreias.

Desde a divisão, a Coreia do Norte teve apenas dois presidentes: Kim II Sung, que governou o país até 1994 e seu filho Kim Jong-il, que está no poder desde então. O governo exerce uma política unipartidária e é considerado como uma autocracia, ou ditadura comunista totalitária. O país tem sido profundamente marcado por um "culto à personalidade" que elevou o falecido ditador King Il-Sung, pai de Kim Jong-Il, à posição de deus. No dia 17 de dezembro de 2011 o ditador Kim Jong-il faleceu de ataque cardiaco aos 69 anos de idade, seu filho, Kim Jong-Un foi nomeado como o novo líder do país em 31 de dezembro do mesmo ano.

População

A população norte-coreana é de pouco mais de 24 milhões de pessoas, sendo 60% urbana. Etnicamente, ela é constituída quase que totalmente por coreanos (99%). Há um pequeno número de chineses e japoneses residindo no país. Segundo estimativas do governo, 70% da população não professa nenhuma religião. O restante segue crenças asiáticas, como xamanismo, confucionismo ou budismo. Há grupos cristãos de protestantes, católicos e ortodoxos.

Quase 100% da população é alfabetizada e tem acesso à educação. A população sofre com a fome, já que normalmente os alimentos do país são primordialmente direcionados ao exército. Há abertura para organizações humanitárias atuarem, a fim de aliviar a fome da população, mas os esforços não são suficientes. Isso acontece parcialmente por causa da corrupta liderança das forças militares. Eles interceptam muitas cargas de alimento e desviam-nas para os seus soldados. O próprio presidente Kim Jong-Il disse, certa vez, que só precisa que 30% da população sobreviva.

Economia

A economia da Coreia do Norte é totalmente centralizada no Estado, totalmente planejada pelo governo; a indústria pesada e a agricultura (arroz, milho, batata, soja) são as principais atividades econômicas do país. Pyongyang é o centro comercial do país; as relações econômicas da Coreia do Norte com outros países são poucas, sendo a China o principal parceiro comercial do país. O turismo é também uma importante fonte de renda para a Coreia do Norte: todo turista ou grupo de viajantes deve conhecer o país sempre acompanhado de um guarda ou representante do Estado.

Fonte: Missão Portas Abertas

Motivos de oração

- Crescimento e fortalecimento da Igreja
- Saúde física, emocional e espiritual dos cristãos
- Consolo àqueles que sofrem os efeitos da perseguição
- Sabedoria, justiça e amor aos governantes

O Movimento de Lausanne



A história do Movimento de Lausanne começa com o evangelista Dr. Billy Graham. Na medida em que seu ministério de pregação foi se expandindo internacionalmente, ele desenvolveu uma paixão para unir todos os evangélicos na tarefa comum da evangelização do mundo todo.

Em 1966, a Associação Evangelística Billy Graham, em parceria com a revista americana Cristianismo Hoje, patrocinou o Congresso Mundial para a Evangelização, em Berlin. Esse ajuntamento atraiu 1.200 delegados de mais de 100 países, e inspirou futuras conferências em Singapura (1968), Minneapolis e Bogotá (1969), e Australia (1971).

Pouco depois, Billy Graham percebeu a necessidade de um congresso mais amplo e diversificado, para reorganizar a missão cristã em um mundo com profundas mudanças sociais, políticas, econômicas e religiosas. A Igreja, ele cria, tinha que pregar o Evangelho de modo contextualizado à contemporaneidade, e trabalhar para compreender as ideias e valores por trás das rápidas mudanças na sociedade. Ele compartilhou esse pensamento com 100 líderes cristãos, vindos de todos os continentes, e eles confirmaram a necessidade.

Em julho de 1974, aproximadamente 2.700 participantes e convidados de mais de 150 países se reuniram em Lausanne, Suíça, por dez dias de discussão, comunhão, adoração e oração. Dada a quantidade de nacionalidades, etnias, idades, ocupações e denominações evangélicas representadas, a revista TIME descreveu o evento como um "fórum formidável, possivelmente a reunião mais abrangente de cristãos já realizada". Entre os palestrantes estavam Samuel Escobar, Francis Schaeffer, Carl Henry e John Stott.

Como resultado, foi criado o Pacto de Lausanne, representando as principais conclusões da Conferência, e um verdadeiro guia bíblico para a jornada da Igreja na atualidade.

Depois de 1974, foram realizados outros dois congressos mundiais: Manila em 1989, e Cidade do Cabo em 2010.

Fonte: Lausanne.org

Tradução: Rodrigo, Instituto Ágape



Persecution in North Korea

Pray for the persecuted!

In first position on the 2010 World Watch List, North Korea has the deadliest level of Christian persecution in the world. The only worship that is allowed is that of the “dear leader” Kim Jong-Il and his father Kim Il-Sung.

In North Korea, every other religious activity is labeled an act of insurrection against North Korean socialist principles. Christians are routinely beaten, tortured, imprisoned for life, mutilated, murdered, and used in the testing of biological or chemical weapons. Punishment for being a Christian can also include the imprisonment or death of ones mother, father, sisters, brothers, children and grandchildren.

The communist Police stop at nothing to search out and punish Christians, including pretending to be Christians to infiltrate underground prayer meetings. The information they obtain is then used to identify and arrest Christians, who are taken to prison camps where they face slave labor and starvation as well as the inhuman treatment mentioned above.

Recent Challenges

A recent survey by the Peterson Institute found that 60% percent of North Koreans now have access to information outside government propaganda. Kim Seung Min of Free North Korea Radio said in a press statement, “North Koreans are increasingly finding out that their misery is a direct result of the Kim Jong-Il regime, not South Korea and America as we were brainwashed from birth to believe.”

Knowing that they are in danger of losing their iron control, the North Korean government has reacted by mobilizing every resource of power in a desperate struggle to control all of society. This included so called “combat campaigns” lasting 150 days and 100 days, in which almost every citizen had to effectively become a slave to the state and work on government farms. During these periods, anyone found on the street without a valid reason was immediately shipped off to a labor camp. This has meant that fathers were not able to provide for their families, and in the Hwangae province it has become commonplace to see children lying dead in the streets. During these campaigns, the North Korean regime also targeted secret Christians to arrest and kill them, leading to many Christians being exposed.

Recently, an additional challenge has risen in the form of a currency reform which took place in late November 2009. The new currency was part of an economic plan to stabilize prices and give the government total control over a nationwide market system. It failed to achieve the desired result and led instead to hyperinflation and shortages of daily necessities. As public sentiment worsens, people are protesting the currency reform in front of markets and banks. The North Korean government is strictly controlling the situation by brutally suppressing protestors as soon as they begin.

Daily necessities have now run out nationwide and the people have no means of buying more. Increasing numbers of people are dying of starvation. The situation is speedily becoming more desperate, especially in Hamkyung, Jakang and Hwanghae provinces. In addition, infectious diseases are rampant in the country. The situation in Hamgyung province is so severe that local authorities are encouraging people to receive assistance through their relatives in China.

North Korean Defectors

Many North Korean Christians have tried to escape to China. However, the border with China is virtually closed and Chinese authorities vigilantly pursue North Korean defectors to return them to North Korea and certain death.

As the number of North Korean defectors continues to increase, so does the government’s effort to increase house searches and punishments. Surveillance and security within the country is extremely tight. In January 2010, Kim Jong-Il ordered every defector who crosses the border to China to be immediately executed or sentenced to death. The order was added as a supplementary penal code.

Good News

In spite of these inhuman circumstances, Christianity is growing in North Korea. The opportunities to hear the Gospel are also increasing, especially for those who live in the cities near China.

Even as the situation in North Korea continues to worsen, Christians continue to risk their lives to comfort, encourage and strengthen fellowship with one another. They are preparing themselves for the day when North Korean churches are restored to them.

Source: Open Doors USA

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Lausanne Covenant - The Movement



ABOUT THE LAUSANNE MOVEMENT

The story of Lausanne begins with the evangelist Dr Billy Graham. As he started preaching internationally, he developed a passion to ‘unite all evangelicals in the common task of the total evangelization of the world’.

In 1966 the Billy Graham Evangelistic Association, in partnership with America’s Christianity Today magazine, sponsored the World Congress on Evangelism in Berlin. This gathering drew 1,200 delegates from over 100 countries, and inspired further conferences in Singapore (1968), Minneapolis and Bogotá (1969), and Australia (1971). Shortly afterwards, Billy Graham perceived the need for a larger, more diverse congress to re-frame Christian mission in a world of social, political, economic, and religious upheaval. The Church, he believed, had to apply the gospel to the contemporary world, and to work to understand the ideas and values behind rapid changes in society. He shared his thinking with 100 Christian leaders, drawn from all continents, and they affirmed the need. It would be a timely gathering.

The First Lausanne Congress

In July 1974 some 2,700 participants and guests from over 150 nations gathered in Lausanne, Switzerland, for ten days of discussion, fellowship, worship and prayer. Given the range of nationalities, ethnicities, ages, occupations and church affiliations, TIME Magazine described it as ‘a formidable forum, possibly the widestranging meeting of Christians ever held’.

Speakers included some of the world’s most respected Christian thinkers of the time, including Samuel Escobar, Francis Schaeffer, Carl Henry and John Stott. Ralph Winter’s plenary address, in which he introduced the term ‘unreached people groups’, was hailed as ‘one of the milestone events in missiology’. Some were calling for a moratorium on foreign missions, but Winter argued the opposite. Thousands of groups remained without a single Christian, and with no access to Scripture in their tongue, so cross-cultural evangelization needed to be the primary task of the Church.

The Lausanne Covenant

A major achievement of the congress was to develop The Lausanne Covenant. John Stott chaired the drafting committee and is best described as its chief architect. This was to be a Covenant with God, publicly declared, and a Covenant with one another; it has proved to be one of most widely-used documents in modern church history. The Covenant has helped to define evangelical theology and practice, and has set the stage for many new partnerships and alliances. On the last day of the congress, it was publicly signed by Billy Graham and by Anglican Bishop Jack Dain of Sydney, Australia. It has since been signed personally by thousands of believers, and it continues to serve as a basis for unity and a call to global evangelization.

Reflecting on the impact of the 1974 congress, John Stott writes, ‘Many a conference has resembled a fireworks display. It has made a loud noise and illuminated the night sky for a few brief brilliant seconds. What is exciting about Lausanne is that its fire continues to spark off other fires.’

From a Committee to a Movement

Over 70% of the congress urged that a Continuation Committee be established, to build on what had been achieved. In January 1975 this group, appointed by the congress, met in Mexico City with Bishop Jack Dain in the chair. Some members pressed for an exclusive focus on evangelization; others favoured a broader, holistic approach. The Committee agreed on a unified aim to ‘further the total biblical mission of the Church, recognizing that in this mission of sacrificial service, evangelism is primary, and that our particular concern must be the [then 2,700 million] unreached people of the world.’ This aim continues to characterize The Lausanne Movement.

The Committee invited Gottfried Osei-Mensah of Ghana to serve as its first General Secretary, and re-named itself The Lausanne Committee for World Evangelization. It was united by the Covenant and by what Billy Graham first called ‘the spirit of Lausanne’, a spirit exemplified by prayer, study, partnership and hope - in, we trust, a spirit of humility. According to Leighton Ford, the Committee’s first chairman, ‘the Lausanne spirit was a new and urgent commitment to world evangelization in all its aspects, a new attitude of co-operation in the task, and a new cultural sensitivity to the world to which we are called.’ When the Committee met the following year in Atlanta, its defined aim was broken into four functions: intercession, theology, strategy and communication. A working group for each was set up, and all four of these groups remain now.

Continuing Impact

Throughout its history, The Lausanne Movement has preferred to remain structurally lean. It strives to be a catalyst for new partnerships and strategic alliances among like-minded missional Christians who pray, plan and work together on global evangelization. Its few staff are largely seconded; its committee chairs are volunteers, often shouldering the Lausanne role on top of other major responsibilities. Its structures are simple, with tentacles reaching into 200 nations. Lausanne does not claim to be widely-known; it does not strive to make a name for itself, but to serve the Church.

Since 1974, dozens of Lausanne-related conferences have been convened. Global gatherings include the Consultation on World Evangelization (Pattaya 1980), the Conference of Young Leaders (Singapore 1987), the Forum for World Evangelization (2004 Forum) and the Younger Leaders’ Gathering (Malaysia 2006). Lausanne has inspired many regional networks and issue-based conferences such as the Asia Lausanne Committee on Evangelism (ALCOE), Chinese Co-ordination Centre for World Evangelization (CCCOWE), a series of Nigerian congresses on world evangelization, and several international consultations on Jewish evangelism.

The second major congress, known as Lausanne ll (Manila, Philippines, July 1989) drew 3,000 participants from 170 countries including Eastern Europe and the Soviet Union, but sadly not China. Lausanne ll produced The Manila Manifesto, as a corporate expression of its participants. This statement of 31 clauses elaborated on The Lausanne Covenant, after 15 years. Lausanne ll was the catalyst for over 300 partnerships and new initiatives, in the developing world and elsewhere. Its significance is best seen through the wide influence of such initiatives.

Lausanne gatherings have often produced landmark documents known as Lausanne Occasional Papers (LOPs). Most of the early LOPs focus on Christian witness to specific groups such as Hindus, Buddhists, refugees and nominal Christians. The 2004 Forum in Pattaya generated 31 LOPs on a wide range of areas, including bioethics, business-as-mission, the persecution of Christians, and globalization.

Cape Town 2010

The Third Lausanne Congress on World Evangelization was held in Cape Town, South Africa, 16-25 October 2010. The goal of Cape Town 2010 was to re-stimulate the spirit of Lausanne, as represented in The Lausanne Covenant, and so to promote unity, humility in service, and a call to active global evangelization.

Some 4,000 leaders from 198 countries attended as participants and observers; thousands more took part in seminaries, universities, churches, and through mission agences and radio networks globally, as part of the Cape Town GlobaLink.

Begun in the year leading up to the Congress, and extending beyond it, is the Lausanne Global Conversation at www.lausanne.org/conversation. This is engaging evangelical leaders on every continent.

Christ’s last command on earth has never been rescinded. We want many more to hear and respond to the gospel of Christ, and to grow in their faith, and themselves to become evangelists, for the glory of God. We must work together as we proclaim and defend the eternal message in a contemporary and culturally appropriate manner. The next chapter of the Lausanne history is currently being written.




Source: Lausanne.org