"Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência..."

Vamos orar pelo Iraque!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

O cristianismo chegou ao Iraque (antiga Mesopotâmia) aproximadamente no ano 33 d.C., através de São Tomé. A origem da Igreja iraquiana se deu entre os caldeus. Hoje a Igreja Católica Caldeia forma a maior comunidade cristã do Iraque. A Mesopotâmia era uma região vital para a sobrevivência dos cristãos do primeiro século, principalmente para aqueles que foram perseguidos pelo Império Romano, já que era dominada pelos inimigos de Roma, os persas. Do século IV ao XIV, o Iraque teve muitas igrejas e mosteiros cristãos em cidades como Bagdá, Basra, Kirkuk, Mosul e Erbil.

Antes dos exércitos norte-americanos invadirem o Iraque, em 2003, a Igreja tinha um número aproximado de 800 mil cristãos; hoje esse número caiu para cerca de 500 mil: muitos saíram do país fugindo da perseguição, da guerra e das dificuldades causadas por ambas.

O Iraque é, portanto, um dos primeiros lugares do mundo aonde o evangelho chegou e a Igreja sobrevive lá até hoje. Atualmente, todos os grandes grupos cristãos encontram-se no país: católicos caldeus, ortodoxos assírios e evangélicos.

A Perseguição

A perseguição mais cruel que a igreja iraquiana enfrentou na antiguidade se deu entre os anos 339 e 379 d.C. sob o reinado do sassânida Shah Shapur II, que a considerava uma ameaça ao Império Sassânida por suas ligações com o cristianismo do seu principal rival, o Império Romano do Oriente (Império Bizantino).

Mesmo após a chegada do Islamismo ao Iraque, nos séculos VII e VIII, as igrejas e mosteiros continuaram estabelecidos e crescendo ali, principalmente nos séculos XII e XIII. As invasões mongóis no século XVIII trouxeram mais tolerância religiosa para os cristãos, de modo que inconvenientes legais e impostos que os muçulmanos haviam colocado sobre os cristãos foram abolidos. No século XVI, o Iraque foi novamente dominado pelos muçulmanos do Império Turco-Otomano, voltando a pagar pesados impostos e a obedecer às regras impostas pelos otomanos. Durante o governo do rei Faysal I (1920-30), os cristãos foram tolerados e respeitados, pois este monarca, além de considerá-los povo semita (assim como muçulmanos e judeus), não os via como adeptos de uma religião contrária à sua, mas como cidadãos iraquianos.

Ao longo de sua história, comunidades cristãs inteiras foram expulsas ou eliminadas em todo o Oriente Médio e Ásia Central: igrejas foram fechadas ou destruídas, bispos e clérigos foram presos e torturados. Nos anos 2000, a situação tem piorado para a comunidade cristã. Muitos se mudaram para o Curdistão, região autônoma no norte do país, onde há relativa segurança. O governo tem se mostrado incapaz de proteger os cidadãos, especialmente as minorias. Assim, há uma espécie de anarquia, em que a minoria cristã é a que mais sofre. Grupos criminosos de fundamentalistas islâmicos lutam uma guerra não-oficial contra os cristãos, tentando acabar com a herança cristã no país. Templos e mosteiros foram destruídos; cristãos foram raptados e mortos.

A perseguição não se dá de forma sistemática. No entanto, quase todos os grupos independentes (alheios ao governo) se posicionam contra a minoria cristã. Sabe-se que nas cidades de Bagdá e Mosul cobram-se taxas de não-muçulmanos, há conversão forçada ao islã, sequestros e vandalismo nas igrejas. Esses casos são muito numerosos, mas é quase impossível encontrar alguém que testemunhe tais fatos.

História e Política

A Mesopotâmia, região onde o Iraque está localizado hoje, já foi o centro do Oriente Médio e da civilização mundial na Idade Antiga. O nome Iraque deriva da cidade suméria Uruk, considerada a primeira grande cidade do Império Sumério. Outra teoria é a de que deriva do termo árabe al-Irak, que significa “terras baixas”.

Os sumérios, considerados a primeira civilização do mundo, utilizaram as terras férteis e o abundante suprimento de água da região, desenvolvendo uma sociedade complexa. Seus sucessores, os acádios, criaram o famoso Código de Hamurabi, que era o mais completo sistema de leis da época.

Posicionada numa região estratégica, no coração do antigo Oriente Médio, a região foi objeto de cobiça de inúmeros conquistadores, entre os quais estão os assírios e os caldeus, criadores dos Jardins Suspensos da Babilônia, posteriormente dominados por Ciro, o Grande, em 539 a.C. Em 331 a.C., o rei persa Dario III foi derrotado pelo Macedônio Alexandre, o Grande. Esse episódio marcou o inicio da colonização grega na região. Mais tarde a Mesopotâmia foi dominada pelo Império Romano e pelos Persas Sassânidas. Essa disputa pela região, entre os dois impérios, durou até a chegada dos árabes, no século VII. Esses novos dominadores introduziram uma nova cultura, baseada na religião islâmica, transformando Bagdá na capital do Império Abássida e no centro cultural e educacional islâmico por cerca de 5 séculos.

O Iraque viveu sob o comando de vários conquistadores, entre eles os mongóis, os turcos-otomanos e os ingleses, logo após a I Guerra Mundial. Os britânicos colocaram um rei no trono iraquiano, mas uma revolução militar em 1958 resultou na derrubada da monarquia, na instalação do Partido Socialista Árabe (quando se iniciou a era Saddam Hussein) e na Constituição Provisória de 1970. O país passou por uma guerra contra o vizinho Irã na década de 1980, por questões de delimitação territorial. Em 1990-91, o Iraque invadiu o Kuwait, com a intenção de controlar os poços de petróleo do país. Algumas nações do ocidente e do Oriente Médio interferiram no conflito, conseguindo impedir a vitória do então presidente Saddam Hussein – no episódio conhecido como Guerra do Golfo.

Em abril de 2003, os EUA invadiram o Iraque com o intuito de tirar Saddam Hussein do poder, sob a alegação de que ele estava desenvolvendo armas (químicas) de destruição em massa. Esse conflito culminou com a queda do regime de Saddam Hussein e sua morte, em 2006. Hoje o Iraque é uma democracia parlamentar, com eleições presidenciais a cada 4 anos. O ano de 2011 foi decisivo para o fim do conflito, após mais de 8 anos de presença militar no país os ultimos soldados norte americanos deixaram o Iraque em dezembro.

População

Quase 40% da população é formada por pessoas abaixo dos 15 anos de idade. A maioria é constituída de árabes e a segunda maior, de curdos, que habitam o norte do país, na região que ficou conhecida como Curdistão. Além dessas etnias, há turcomanos e assírios.

Aproximadamente dois milhões de iraquianos deixaram o país desde o começo da guerra em 2003, fugindo para nações vizinhas, como a Jordânia e a Síria. Aqueles que têm famílias no ocidente juntaram-se aos seus parentes. A religião predominante é o islamismo, que corresponde a cerca de 97% da população, sendo que 65% são xiitas e os demais, sunitas.

Na falta de ordem no país, radicais islâmicos continuam exercendo tremenda pressão sobre a sociedade, para conformar-se às interpretações extremas da lei islâmica. Além do mais, a frequente violência sectária, inclusive com ataques a templos, tem impedido a livre prática da religião.

Economia

A economia do Iraque baseia-se na exportação de petróleo: o país possui poços em abundância em Kirkuk, Rumayla e Mosul. Atualmente o Iraque produz e comercializa seu próprio petróleo. A agricultura é outra importante fonte de renda para os iraquianos, queproduzem cevada, trigo, cana-de-açúcar e arroz.

Motivos de oração:

- Louve ao Senhor pela relativa liberdade do evangelho. A Palavra de Deus está sendo proclamada em muitas partes do país e rádios cristãs estão fazendo um ótimo trabalho em Bagdá e no norte do país. Ore pelas pessoas que estão trabalhando na preparação dos programas.

Fonte: Missão Portas Abertas



Esforço conjugado de igrejas na evangelização - Pacto de Lausanne



8. ESFORÇO CONJUGADO DE IGREJAS NA EVANGELIZAÇÃO

Regozijamo-nos com o alvorecer de uma nova era missionária. O papel dominante das missões ocidentais está desaparecendo rapidamente. Deus está levantando das igrejas mais jovens um grande e novo recurso para a evangelização mundial, demonstrando assim que a responsabilidade de evangelizar pertence a todo o corpo de Cristo. Todas as igrejas, portando, devem perguntar a Deus, e a si próprias, o que deveriam estar fazendo tanto para alcançar suas próprias áreas como para enviar missionários a outras partes do mundo. Deve ser permanente o processo de reavaliação da nossa responsabilidade e atuação missionária. Assim, haverá um crescente esforço conjugado pelas igrejas, o que revelará com maior clareza o caráter universal da igreja de Cristo. Também agradecemos a Deus pela existência de instituições que laboram na tradução da Bíblia, na educação teológica, no uso dos meios de comunicação de massa, na literatura cristã, na evangelização, em missões, no avivamento de igrejas e em outros campos especializados. Elas também devem empenhar-se em constante auto-exame que as levem a uma avaliação correta de sua eficácia como parte da missão da igreja.

(Rm. 1:8; Fp. 1:5; 4:15; At. 13:1-3, I Ts. 1:6-8)



Persecution in Iraq

Pray for the persecuted!

Sectarian violence caused tens of thousands of Christians to leave the country in 2011. Christians feel that the government fails to protect them, with individuals being threatened, robbed, raped or kidnapped and churches being bombed. Iraq’s constitution says each individual has freedom of thought, conscience and belief, but there is no article on changing one’s religion and Islamic law forbids conversion of Muslims to other religions. In August, at least four churches were targeted by bomb attacks in Kirkuk. The situation in Kurdistan, for a long time considered a safe haven for Christians, has deteriorated due to Islamic extremism.

Pray:

For the many Christian refugees who have been displaced from their homes by religious violence

For wise leadership and government to bring Christians justice and protection from terrorist groups

For Open Doors workers training trauma counsellors to help children and families affected by persecution.

Source: Open Doors USA


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Vamos orar pelo Iêmen!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

O País: Em um dos países menos evangelizados no mundo, os cidadãos não podem mudar de religião. Os que se convertem ao cristianismo enfrentam oposição e possível pena de morte

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

O cristianismo se estabeleceu na região enquanto o Iêmen estava sob o domínio do Império Romano, por volta do século IV.

O principal centro do cristianismo na Arábia foi o Iêmen. Há uma tradição que diz que, durante o reinado de Yazdegerd I (399-420) na Pérsia, um mercador chamado Hayyan, do Iêmen do reino Himyarites, foi para Constantinopla. Em seu retorno, ele parou no reino árabe afluente do Hirta, na fronteira leste do Eufrates persa. Lá, ele frequentou a companhia dos cristãos nestorianos* e foi convertido à fé cristã. Em seu retorno ao Iêmen, anunciou o Evangelho no Iêmen, assim como nas localidades vizinhas.

Na cidade de Aden, um porto ao sul do país, existem três igrejas católicas romanas e uma anglicana. Há pouquíssimos iemenitas convertidos, que ainda não estão organizados em uma igreja regular. Muitos deles chegaram ao conhecimento de Jesus Cristo por meio de transmissões radiofônicas e mantêm suas identidades religiosas em sigilo, pois temem o que pode lhes acontecer, se forem descobertos.

Missionários e ONGs cristãs afiliadas a grupos de ajuda operam no país, mas a maioria restringe suas atividades às áreas médica, social e educacional.

*Adeptos do Nestorianismo. O Nestorianismo é uma doutrina de estudos cristológicos que analisa, sobretudo, a natureza divina de Cristo, fazendo separação entre o Cristo homem e o Cristo Deus, sem, contudo, negar ambas. O criador dessa doutrina foi o monge Nestório de Alexandria (380-451 d.C.), que se tornara Patriarca de Constantinopla em 428 d.C. Nestório foi considerado herege pelo Concílio de Éfeso (431 d.C) por afirmar que Maria não era a mãe de Deus, mas apenas de Jesus.

A Perseguição

As primeiras perseguições aos cristãos do Iêmen teriam partido dos judeus que já estavam no país, quando o cristianismo chegou lá. O rei Yazdegerd I a princípio apoiava o cristianismo, mas devido a uma revolta religiosa na região, quando um bispo católico tentou incendiar um templo zoroastra, viu-se forçado pelos magos zoroastras a perseguir e matar os cristãos. Muitos cristãos foram mortos e expulsos do reino.

Os cristãos sofreriam mais tarde, no século VII, com o advento do islamismo, que expulsou muitos do país. No final da década de 1960, os cristãos sofreram com o comunismo, que dominou a região sul (Iêmen do Sul), destruindo e confiscando igrejas.

Em 1994 estourou uma guerra civil no país, principalmente na região sul, onde igrejas foram queimadas ou seriamente danificadas. Após esse conflito, um grupo radical islâmico, Al Islah, pressionou o governo para a aprovação de uma constituição baseada na sharia.

A Constituição declara que o islamismo é a religião do Estado e que a Sharia (lei islâmica) é a fonte de toda a legislação. Muçulmanos e seguidores de outros grupos religiosos que não sejam o Islã são livres para adorar de acordo com suas crenças, no entanto o governo proíbe o proselitismo e a conversão de muçulmanos a outras religiões.

O emprego da sharia é mais comum na região norte do país, onde os muçulmanos são mais conservadores. A perseguição contra os muçulmanos que abandonam o islamismo é perpetrada principalmente pela família e pela sociedade.

História e Política

O Iêmen localiza-se na Península Arábica e faz fronteira com a Arábia Saudita ao norte e com Omã ao oeste. O país situa-se sobre uma importante cadeia de montanhas, que separa uma pequena faixa litorânea dos desertos ao norte e no interior da Península Arábica. O relevo é caracterizado pela presença de inúmeros vales, onde se pode cultivar uma grande variedade de produtos agrícolas. Seu nome vem do árabe, al-Yaman, que significa lugar ao sul, indicando sua posição geográfica em relação à Arábia Saudita. Na antiguidade foi chamada por gregos e romanos de “Arábia Feliz”, em referência às suas vastas riquezas naturais.

Entre o século VIII a.C. e o VI d.C., o Iêmen foi dominado por seis estados rivais entre si; podiam também se aliar, para controlar o lucrativo comércio de especiarias. Esses impérios eram: Saba, Ma'in, Qataban, Hadhramaut, Awsan e Himyar. No século VI d.C. foi dominado pelos persas sassânidas e, no século VII, pelos árabes muçulmanos: eles chegaram ao país em 630 d.C., islamizaram-no e fizeram do Iêmen parte do reino muçulmano da Arábia.

No século XIX o país foi dominado e dividido entre britânicos e turco-otomanos, após a abertura do Canal de Suez em 1870. Devido à sua posição estratégica, o Iêmen passou a ter ainda mais importância para o Império Britânico, que, através do porto do Aden, pôde fiscalizar com mais assiduidade seu comércio marítimo e a movimentação turca na região. Em 1967 o Iêmen se tornou independente do jugo imperialista britânico, quando a Frente de Libertação Nacional dominou o porto de Aden, criando a República Popular do Iêmen (Iêmen do Sul), de cunho socialista.

O norte do país ficou conhecido como República Árabe do Iêmen ou Iêmen do Norte. Após sucessivas guerras civis entre o norte e o sul do país, e depois da queda do comunismo no início da década de 1990, promulgou-se uma nova constituição, agora para a unificação, que ocorreu em 22 de maio de 1990. O país passou, então, a se chamar República do Iêmen e é chefiado pelo presidente Ali Abdullah Saleh.

No início de 2011, houve revoltas e manifestações populares pró e contra Ali Abdullah Saleh, que governava o país há 32 anos, considerando-se o período em que foi presidente do Iêmen do Norte e pós-unificação. Em 23 de novembro de 2011 Saleh assinou um acordo mediado por países árabes do Golfo Pérsico no qual renuncia a presindência passando o poder temporariamente a seu vice Abd-Rabbu Mansour Hadi. As eleições para a escolha do novo presidente do país estão marcadas para acontecer em fevereiro de 2012.

População

Os iemenitas, na maioria, são agricultores, pescadores ou artesãos que fornecem produtos aos varejistas das áreas urbanas. Os setores de serviços, construção civil, indústria e comércio ocupam menos de um quarto da força de trabalho. O desemprego é alto no país: 35% da população está desempregada.

No Iêmen, é comum o cultivo do khat** . Quando suas folhas são mastigadas ou utilizadas em chás, produzem um efeito alucinógeno. Diz-se que é o vício em khat que paralisa a população iemenita, mergulhada em miséria e pobreza.

O Iêmen é o mais pobre dos países árabes: 45% da população vive abaixo da linha nacional de pobreza. Há, porém, uma pequena elite, formada por pessoas extremamente ricas. O governo, dominado pela elite econômica, é repleto de heróis de guerra. O serviço militar é obrigatório no país e as bases militares estão espalhadas pelo campo.

**A planta chamada de khat recebeu inúmeros nomes, como qat e ghat no Iêmen, qaat e jaad na Somália, chat na Etiópia e miraa no Quênia e na Tanzânia. O khat vem sendo cultivado para o uso como estimulante por séculos no Chifre da África e na península Arábica. Lá, o hábito de mascar o khat é mais antigo que o hábito do café, sendo utilizado num contexto social similar. Suas folhas frescas são mascadas ou, mais raramente, secas e consumidas na forma de um chá, para atingir um estado de euforia e estímulo.

Economia

O Iêmen é muito dependente das suas reservas de petróleo, que correspondem a cerca de 25% do PIB do país. A agricultura é muito favorecida pelas constantes chuvas. Devido ao declínio das jazidas de petróleo, o governo tem procurado diversificar a economia através de um programa de reformas, iniciado em 2006, para os setores não petrolíferos.

Motivos de oração:

- No último ano, muitas pessoas foram mortas como resultado dos conflitos no Iêmen. Ore para que o Senhor conforte e fortaleça a família e amigos das vítimas.

Fonte: Missão Portas Abertas



Cooperação na evangelização - Pacto de Lausanne



7. COOPERAÇÃO NA EVANGELIZAÇÃO

Afirmamos que é propósito de Deus haver na igreja uma unidade visível de pensamento quanto à verdade. A evangelização também nos convoca à unidade, porque o ser um só corpo reforça o nosso testemunho, assim como a nossa desunião enfraquece o nosso evangelho de reconciliação. Reconhecemos, entretanto, que a unidade organizacional pode tomar muitas formas e não ativa necessariamente a evangelização. Contudo, nós, que partilhamos a mesma fé bíblica, devemos estar intimamente unidos na comunhão uns com os outros, nas obras e no testemunho. Confessamos que o nosso testemunho, algumas vezes, tem sido manchado por pecaminoso individualismo e desnecessária duplicação de esforço. Empenhamo-nos por encontrar uma unidade mais profunda na verdade, na adoração, na santidade e na missão. Instamos para que se apresse o desenvolvimento de uma cooperação regional e funcional para maior amplitude da missão da igreja, para o planejamento estratégico, para o encorajamento mútuo, e para o compartilhamento de recursos e de experiências.

(Jo. 17:21,23; Ef. 4:3,4; Jo. 13:35; Fp. 1:27; Jo. 17:11-23)



Persecution in Yemen

Pray for the persecuted!

Yemen currently holds position seven on Open Door’s World Watch List. While the Yemeni Constitution guarantees freedom of religion, it also declares Islam to be the state religion and mandates that all legislation must be based in Sharia law.

Persecution of Christians in Yemen comes from the government, from family and from independent extremist groups.

Those who suffer the most are Muslims who convert to Christianity. It is against the law for Yemeni citizens to leave Islam. If the conversion of an Islamic background believer is discovered, they can be arrested and punished without trial. In fact, about five or six Christian converts are imprisoned annually, receiving sentences varying from a few days to six months. Some of these converts may even face the death penalty. Those who escape the authorities are still in danger from extremist groups who threaten ‘apostates’ with death if they do not revert to the national faith. In October 2008, Michael Kenea was murdered for his faith in Christ, in front of his home and family. Typically, no one was ever prosecuted for his death.

Expatriate Christian workers in Yemen also face severe restrictions and challenges. Last year nine expatriate Christian health workers in the Northern Sa'ada province were kidnapped by armed men. A few days later, the bodies of three of them were found mutilated. However, it is unclear whether religion has anything to do with these types of kidnappings, as they usually end by meeting demands for some community assistance, funds, or release of clan members from custody.

Christians have also been suffering, along with the rest of the population, from the recent civil unrest, particularly the tribal violence and fighting in the North. According to the Red Cross, "the dire humanitarian situation is hitting women and children especially hard".

Despite the challenges facing the Yemeni Christian population, the gospel is yet preached. Because the Government does not keep track of an individual's religious identity, and there is no law requiring religious groups to register with the state, Christians have been able to meet for weekly services in several cities. Elsewhere in the country, Christian services can be held in private homes or facilities, such as schools.

While Christians are allowed to worship at these services, they are strictly forbidden to evangelize the Muslim population. Christian materials are routinely seized in an attempt to prevent the spread of Christianity. Since 2009, literature confiscation from foreign travelers has also greatly increased.

Much prayer and work is required to reach the population of this country, where less than one percent are Christian.

Source: Open Doors USA


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Vamos orar pelo Uzbequistão!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

O País: Cristãos têm suas casas invadidas, materiais cristãos são confiscados. Muitos líderes foram interrogados e agredidos pela polícia. Ainda assim, a Igreja continua a crescer

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

O cristianismo foi difundido na Ásia Central pela Igreja Apostólica do Oriente, mas foi drasticamente afetado pelas campanhas militares de Tamerlão (o último conquistador da Ásia Central), nos séculos XIV e XV. Nos séculos seguintes, o islamismo passou a dominar as áreas conquistadas. Por isso o cristianismo é praticado hoje por menos de 10% da população uzbeque.

Antes de 1991, quando o Uzbequistão se tornou um Estado independente, havia poucos cristãos. A Igreja Russa tinha de funcionar em segredo e a maioria de seus membros não tinha visão de evangelizar e compartilhar o evangelho com os uzbeques. Entretanto, no começo daquela década, os uzbeques começaram a buscar o Senhor. Gradualmente, uma Igreja começou a se formar, com um estilo de culto e evangelismo baseado em sua própria cultura.

Geralmente a Igreja cresce na família. Os parentes percebem a mudança que o evangelho causa em um dos familiares e acabam abraçando a fé cristã. Metade desses cristãos mantém sua identidade religiosa em sigilo. Os demais são ortodoxos russos que se mudaram para o país durante o domínio soviético. Muitos ortodoxos estão regressando para a Rússia, o que tem feito a Igreja no Uzbequistão diminuir. Em 2011 a Igreja Ortodoxa completa 140 anos de existência no Uzbequistão.

O crescimento da Igreja nativa (formada por convertidos uzbeques) é rápido. O número de pequenos grupos cresce a largos passos.

A Perseguição

As primeiras perseguições sofridas pela Igreja Cristã no Uzbequistão partiram de Tarmelão e principalmente de seu regente, Ulugh Beg, que foi um feroz perseguidor dos cristãos nas regiões em que governou. Outro período de grande dificuldade enfrentado pela Igreja foi a época em que o país viveu sob o domínio político da antiga União Soviética (URSS), em que muitos cristãos fugiram do país e outros mantiveram sua identidade em sigilo.

Atualmente o controle que o governo exerce sobre a Igreja é forte. Todas as comunidades religiosas têm de se registrar. Porém, para a Igreja protestante, esse é um processo longo, cansativo e quase impossível. Geralmente o registro é negado; às vezes, ele é concedido só para ser retirado novamente. Não há igrejas nativas uzbeques com registro (só as estrangeiras o possuem). As igrejas registradas do país são: a Igreja Católica, Igreja Ortodoxa Russa, Presbiteriana, Adventista e a Batista. O governo não permite nenhum tipo de culto ou religião independente. Além disso, todas as formas de evangelização são proibidas.

Líderes cristãos são constantemente vigiados e sofrem frequentes hostilidades no país.

A importação e a impressão de livros no país são estritamente monitoradas e censuradas. As autoridades nacionais e locais confiscam livros cristãos no idioma uzbeque com frequência. Há altíssimas multas para aqueles envolvidos em distribuição de livros cristãos.

A televisão nacional transmite programas negativos sobre as igrejas. Como resultado, muitas pessoas sofrem pressões físicas e psicológicas na comunidade em que vivem.

História e Política

O Uzbequistão está localizado na Ásia central, entre o Cazaquistão e o Turcomenistão. O território uzbeque é caracterizado pela presença de desertos arenosos e pontilhados por dunas, que circundam vales intensamente irrigados, ao longo dos rios Amu Dária, Sir Dária e Zarafshon. A pecuária ocupa quase metade do território do país, que apresenta um clima árido e não possui saída para o mar. O nome Uzbequistão significa “lugar de liberdade”, ou “terra de liberdade”.

Acredita-se que os primeiros povos a habitar a região onde se localiza o atual Uzbequistão foram os indo-arianos, por volta do segundo milênio a.C. O território foi dominado pelos Persas Arquemênidas no século IV.a.C.; até hoje parte da cultura persa é preservada no país. As campanhas militares feitas por Alexandre, o Grande, no século IV a.C., trouxeram para a região um significativo aumento do comércio na Rota da Seda , transformando-a em um importante centro comercial e intensificando o contato cultural e religioso de diversos povos.

Após as campanhas árabes nos séculos VII e VIII, o islamismo substituiu o budismo como religião dominante na região. No século XIII, seus territórios foram dominados por Genghis Khan: durante esse período, houve um aumento significativo de migrações dos turcos para essa região. No século XIV, a região foi dominada por Tamerlão e, através dele, a religião islâmica passou a ser dominante nas terras por ele conquistadas. Na segunda metade do século XIX, os russos invadiram as terras uzbeques e as transformaram em protetorado do Império Russo.

De 1924 a 1991, o Uzbequistão ficou sob o domínio político, militar e econômico da antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Hoje oficialmente o país é uma República, mas na prática é governada por um regime presidencial autoritário, cujas leis são baseadas no sistema de governo comunista da antiga URSS. Desde 1991, tem como presidente Islom Karimov.

População

A população do Uzbequistão é composta por diversos grupos étnicos, dentre os quais estão: uzbeques, karakalpaks, russos, tadjiques, cazaques, tártaros etc. Os uzbeques são conhecidos por sua característica amigável e gentil. A expectativa de vida da população uzbeque é de cerca de 70 anos. 99% da população do país é alfabetizada.

Economia

O Uzbequistão é caracterizado por uma das rendas per capita mais baixas da Ásia Central, embora conte com ricas reservas de ouro, petróleo, gás natural, carvão, prata e cobre. Sua economia é basicamente agrícola e é considerado o terceiro maior produtor de algodão do mundo.

O planejamento e a estrutura econômica do país são centralizados no poder estatal: todos os serviços utilizados pela população, como saúde, educação e segurança, são fornecidos pelo Estado.

Motivos de oração:

- Ore pela pequena Igreja estabelecida no Uzbequistão, para que Deus fortaleça e continue a dar ousadia e perseverança aos cristãos.

- Ore pelos trabalhos de tradução das Escrituras.

Fonte: Missão Portas Abertas



A Igreja e a evangelização - Pacto de Lausanne



6. A IGREJA E A EVANGELIZAÇÃO

Afirmamos que Cristo envia o seu povo redimido ao mundo assim como o Pai o enviou, e que isso requer uma penetração de igual modo profunda e sacrificial. Precisamos deixar os nossos guetos eclesiásticos e penetrar na sociedade não-cristã. Na missão de serviço sacrificial da igreja a evangelização é primordial. A evangelização mundial requer que a igreja inteira leve o evangelho integral ao mundo todo. A igreja ocupa o ponto central do propósito divino para com o mundo, e é o agente que ele promoveu para difundir o evangelho. Mas uma igreja que pregue a Cruz deve, ela própria, ser marcada pela Cruz. Ela torna-se uma pedra de tropeço para a evangelização quando trai o evangelho ou quando lhe falta uma fé viva em Deus, um amor genuíno pelas pessoas, ou uma honestidade escrupulosa em todas as coisas, inclusive em promoção e finanças. A igreja é antes a comunidade do povo de Deus do que uma instituição, e não pode ser identificada com qualquer cultura em particular, nem com qualquer sistema social ou político, nem com ideologias humanas.

(Jo. 17:18; 20:21; Mt. 28:19,20; At. 1:8; 20:27; Ef. 1:9,10; 3:9-11; Gl. 6:14,17; II Co. 6:3,4; II Tm. 2:19-21; Fp. 1:27)

Persecution in Uzbekistan

Pray for the persecuted!

The strict monitoring of all Christian activities has intensified, even in the Orthodox Church. Outreach, training and youth activities are forbidden in unregistered churches – and in the last ten years only one new church was granted registration. Private Bible study meetings are always in danger of being closed down. Churches are raided and literature and other materials confiscated. Printing or importing Christian literature is prohibited. Christians are fined or given short-term prison sentences. When brought to court, fair treatment is not ensured.

Pray:

For pastors trying to lead their churches with limited resources

For courage for Muslim-background believers who experience great pressure from family and society

A 27-year-old convert from Islam is currently serving 10 years in prison on false charges. Pray for his release.

Source: Open Doors USA


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Vamos orar pelas Maldivas!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

O País: Todos os cidadãos devem ser muçulmanos, e qualquer outra religião é proibida. Os cristãos são discriminados pelo governo e sociedade. Não é permitido construir igrejas ou importar materiais religiosos

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

O cristianismo teria chegado às Ilhas Maldivas através dos portugueses, na segunda metade do século XVI, que tinham interesses comerciais nas ilhas. Os portugueses permaneceram ali por apenas 15 anos. As tentativas de cristianizar as Maldivas por parte de portugueses, holandeses e britânicos foram sem sucesso.

Acredita-se que o cristianismo seja praticado apenas por turistas e trabalhadores estrangeiros. Basicamente, os cultos são realizados por pequenos grupos que se reúnem em casas para leituras bíblicas informais. Os cristãos maldívios têm ligações históricas com as igrejas do Sri Lanka, especialmente com os católicos.

A Perseguição

De acordo com a constituição de 2008, o islamismo é a religião oficial das Maldivas, seu sistema legal baseando-se na legislação islâmica (sharia). Os direitos individuais são reconhecidos, mas não podem contrariar o islã: é estritamente proibido aos cidadãos maldívios praticar outras religiões que não a muçulmana. Consequentemente, a evangelização é totalmente proibida. Os estrangeiros podem praticar sua fé, mas somente na esfera privada. Além disso, a constituição proíbe os não-muçulmanos de votar e de ocupar cargos públicos.

De acordo com o artigo 36 da constituição, é imperativo que os pais e o estado forneçam educação primária e secundária às crianças e que tal educação seja baseada na religião islâmica, mesmo que os pais não sejam adeptos do islamismo.

Até 1985, não havia cristãos conhecidos entre o povo maldívio, porém, nos últimos anos, pequenos grupos de novos convertidos têm se reunido para cultuar a Deus e estudar a Bíblia.

De acordo com a organização inglesa Christian Solidarity Worldwide, 50 cristãos maldívios foram presos devido à sua fé. As autoridades muçulmanas decidiram buscá-los e prendê-los após a transmissão de um programa cristão de rádio, na língua local. Na cadeia, o grupo foi pressionado a renunciar à fé cristã e a retornar ao islamismo. Segundo informações, esses cristãos ainda foram forçados a participar de orações islâmicas e a ler o Alcorão.

Os cristãos maldívios não ficaram surpresos com as prisões. Eles haviam lido sobre a perseguição na Bíblia, mas sabiam que o poder, o amor e a presença de Deus estariam com eles, auxiliando-os a superar aquela situação. A fé daquele grupo provocou forte impacto sobre os demais maldívios. Pela primeira vez, viram seus compatriotas persistirem voluntariamente na fé cristã, apesar dos sacrifícios, sofrimentos e hostilidades. Além da perseguição oficial, os cristãos também costumam ser marginalizados por suas famílias e muitos perdem seus empregos.

As Maldivas podem ser um paraíso turístico, mas há padrões culturais muito sombrios debaixo da aparência idílica e o perdão é algo raro. Além disso, as pessoas acreditam e se desesperam com o inferno, pois no islamismo há pouca esperança de se alcançar o céu. Na fé muçulmana, não há cruz, ressurreição ou salvação, e são poucos os sinais que indicam interesse ou amor de Deus pelo indivíduo.

Atualmente, os maldívios estão começando a reconhecer que o poder de decidir qual é a suprema verdade para todos os cidadãos não deveria estar nas mãos de alguns poucos indivíduos.

História e Política

A República das Maldivas é um grande arquipélago de 1.190 ilhas, localizado a 1.600 km a sudoeste da Índia. Essas ilhas de coral agruparam-se em 26 atóis; 200 ilhas são habitadas e 80 são resorts para turistas. O nome Maldivas deriva da palavra árabe Mahal, que significa “palácio” – também conhecido como Dhibat-al-Mahal, ou “palácio de ilhas”. Mas alguns estudiosos acreditam que o nome deriva do sânscrito maladvipa, que significa “guirlanda de ilhas”.

As Maldivas foram habitadas a partir do século V a.C. por povos do subcontinente indiano, mais especificamente por drávidas e cingaleses, que introduziram nas ilhas suas práticas e costumes, de acordo com a religião budista. As riquezas naturais (pérolas, especiarias, coco, peixe e búzios) das ilhas fomentaram o comércio dos nativos com outros povos, como chineses e árabes.

O islamismo chegou ao país através de comerciantes persas e árabes por volta do ano 1153. O país, que era de maioria budista até então, foi rapidamente islamizado e se tornou um sultanato. Nos séculos seguintes a região foi invadida pelos europeus, que estavam de olho nas riquezas do país e em sua posição geográfica estratégica. Os ingleses foram os europeus que por mais tempo conseguiram exercer influência política sobre as ilhas, transformando-as em protetorado britânico (1887-1965).

Em 1965 as Maldivas se tornaram independentes do domínio britânico, após um acordo assinado com o Reino Unido. Três anos depois foi abolido o sultanato nas ilhas e estabelecida a república presidencialista, forma de governo atual. O presidente do país é eleito a cada 5 anos, através do voto secreto do parlamento.

População

A população das Maldivas conta com diversos grupos étnico-linguísticos, como cingaleses, dravidianos, árabes, australianos e africanos. Sua população é considerada 100% muçulmana sunita.

Economia

As indústrias de turismo (contribuem com cerca de 20% do PIB) e transportes são o carro-chefe da economia das Maldivas: mais de 700 mil turistas visitam o país anualmente, devido às suas belezas naturais. A pesca representa o segundo maior setor de sua economia, seguida pela agricultura e manufaturas industriais. A pesca é a principal ocupação dos maldívios: este setor emprega cerca de 11% da população do país.

Motivos de oração:

- Cristãos das Maldivas são punidos quando oram, cultuam ou estudam a Bíblia, individualmente ou em grupo. Eles podem ser presos se forem encontrados com uma Bíblia em suas casas. Lembre-se dos irmãos e irmãs das Maldivas que têm fome da Palavra de Deus.

Fonte: Missão Portas Abertas



A responsabilidade social cristã - Pacto de Lausanne



5. A RESPONSABILIDADE SOCIAL CRISTÃ

Afirmamos que Deus é o Criador e o Juiz de todos os homens. Portanto, devemos partilhar o seu interesse pela justiça e pela conciliação em toda a sociedade humana, e pela libertação dos homens de todo tipo de opressão. Porque a humanidade foi feita à imagem de Deus, toda pessoa, sem distinção de raça, religião, cor, cultura, classe social, sexo ou idade possui uma dignidade intrínseca em razão da qual deve ser respeitada e servida, e não explorada. Aqui também nos arrependemos de nossa negligência e de termos algumas vezes considerado a evangelização e a atividade social mutuamente exclusivas. Embora a reconciliação com o homem não seja reconciliação com Deus, nem a ação social evangelização, nem a libertação política salvação, afirmamos que a evangelização e o envolvimento sócio-político são ambos parte do nosso dever cristão. Pois ambos são necessárias expressões de nossas doutrinas acerca de Deus e do homem, de nosso amor por nosso próximo e de nossa obediência a Jesus Cristo. A mensagem da salvação implica também uma mensagem de juízo sobre toda forma de alienação, de opressão e de discriminação, e não devemos ter medo de denunciar o mal e a injustiça onde quer que existam. Quando as pessoas recebem Cristo, nascem de novo em seu reino e devem procurar não só evidenciar mas também divulgar a retidão do reino em meio a um mundo injusto. A salvação que alegamos possuir deve estar nos transformando na totalidade de nossas responsabilidades pessoais e sociais. A fé sem obras é morta.

(At. 17:26,31; Gn. 18:25; Is. 1:17; Sl. 45:7; Gn. 1:26,27; Tg. 3:9; Lev. 19:18; Lc. 6:27,35; Tg. 2:14-26; Jo. 3:3,5; Mt. 5:20; 6:33; II Co. 3:18; Tg. 2:20)

Persecution in Maldives

Pray for the persecuted!

The collection of over two hundred islands South West of India’s tip is known as the Maldives. On these islands the law requires all citizens to be Muslim. The government considers this to be vital in stimulating national unity and maintaining its power.

Since the government regards itself as the protector and defender of Islam, discrimination against non-Muslims is systematic and total.

Churches are forbidden, it is against the law to import Christian teaching materials and foreigners who visit the country are immediately deported if Christian materials are found in their luggage.

In 1998, all known Christian foreigners who were suspected of missionary work were expelled. Foreigners are currently allowed to practice their religion in private as long as they do not gather for Christian activity or try to witness.

Being one of the least evangelized countries on earth, there are only a handful of indigenous believers in Maldives. These Christians practice their faith individually and in extreme secrecy for fear of being discovered.

Although almost the entire population of the Maldives supports the Islamic laws, many simply go through the motions of the religion without understanding it.

Occupying the 5th position on the Open Doors World Watch List, much prayer is needed for the souls of the people of these islands.

Source: Open Doors USA


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