"Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência..."

Vamos orar pela Nigéria!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

A presença cristã no país data do século XIV, quando dois monges portugueses, Agostinho e Capuchine, chegaram à Nigéria com a finalidade de pregar o cristianismo. A primeira missão cristã só chegou ao país no século XIX, com os ingleses. O número de cristãos é maior na parte sul do país; já o norte é dominado por maioria muçulmana.

A colonização dos países da África pelos europeus, especialmente nos séculos XIX e XX, contribuiu de forma muito significativa para o crescimento da igreja cristã na Nigéria.

A Igreja tem crescido em diversas denominações: anglicana, batista e grupos pentecostais. Os líderes cristãos no norte do país sofrem grande pressão econômica e política.

A Perseguição

O registro histórico do primeiro confronto entre cristãos e muçulmanos data do século XIX, quando um muçulmano chamado Fulani declarou uma guerra santa contra os muçulmanos infiéis e contra os descrentes (não muçulmanos), subjugando as cidades do norte do país e criando o Califado de Sokoto. É através de Fulani que surge na Nigéria o grupo étnico Hausa-Fulani.

Constitucionalmente, a Nigéria é um Estado laico com liberdade religiosa. Durante quase 40 anos, o governo no norte deu tratamento preferencial a muçulmanos, discriminando os cristãos. Pouco foi feito para pôr um fim à perseguição e, como resultado, muitas igrejas foram queimadas e cristãos, mortos.

Embora exista liberdade para evangelizar, há uma forte oposição dos muçulmanos contra aqueles cristãos que procuram praticar este ministério. A oposição islâmica já foi responsável pela morte de muitos mártires, especialmente na região norte do país. Apenas entre 1982 e 1996, ocorreram mais de 18 conflitos de grande escala entre cristãos e muçulmanos no norte da Nigéria. Tais conflitos deixaram um saldo de mais de 600 cristãos mortos e cerca de 200 igrejas incendiadas.

Os Estados não têm permissão para escolher uma religião. Entretanto, desde 1999, a lei islâmica, sharia, foi adotada em 12 Estados do norte. Alguns políticos do norte esperam que a introdução da sharia atraia uma significativa quantidade de grandes investidores de países árabes.

Apesar da garantia de que essa controvertida lei será aplicada somente aos muçulmanos, os cristãos nigerianos e os ex-muçulmanos temem discriminação sob o regime legal.Sabe-se que as garotas cristãs dos Estados islâmicos do norte são forçadas a usar o hijab, traje muçulmano feminino, quando frequentam uma escola pública. Apesar de as escolas mantidas pelo governo serem obrigadas a ensinar tanto a educação religiosa cristã como a muçulmana, as autoridades de muitas partes do norte impedem o ensino do cristianismo.

O estado de Jos, no norte do país, é o local de maior tensão entre cristãos e muçulmanos: entre 1999 e 2001, uma série de revoltas e motins ocorreu na cidade, onde mais de mil pessoas foram mortas. Em 2010 a cidade voltou aos noticiários por causa do enfrentamento entre ambos os grupos, num evento em mais de 500 pessoas foram assassinadas. As revoltas são impulsionadas por questões políticas, econômicas e religiosas. No natal de 2011 diversos ataques a bomba foram feitos contra igrejas cristãs nos quais mais de 40 pessoas foram mortas. O grupo radical islâmico Boko Haram assumiu a autoria dos atentados. Nos ultimos anos houve um significativo aumento da violência sectária no país, principalmente na região norte de maioria muçulmana.

História e Política

A Nigéria localiza-se no oeste da África, às margens do Golfo da Guiné. A topografia do país caracteriza-se pela predominância de terras baixas e planaltos. A região central possui terras mais altas e algumas colinas, enquanto a região sudeste apresenta um relevo montanhoso; a região norte do país possui predominantemente áreas planas. Seu nome faz alusão ao Rio Níger, o principal rio do oeste da África e o terceiro maior do continente africano. Além disso, Niger é considerado um termo oriundo do latim, que, neste idioma, significaria Black em referência aos povos negros da África – mas essa definição não é 100% aceita.

A Nigéria abrigou umas das civilizações mais avançadas da Antiguidade e da história dos Impérios que existiram no continente africano: a cultura Nok (500 a.C. – 200 a.C.). Essa civilização se desenvolveu na utilização de ferramentas industriais, como ferro e estanho; tinha pleno conhecimento sobre a agricultura e a arte, tendo influenciado civilizações africanas posteriores.

As caravanas de comércio árabe alcançaram a África Ocidental no século VII d.C., expandindo para essa região a fé e a cultura islâmicas. Do século XI ao XV, vários estados islâmicos se sucederam no poder, formando estados autônomos. Buscando dominar o comércio e a coleta de impostos ao longo do Rio Níger, a Grã-Bretanha obteve o controle da área que hoje corresponde ao território nigeriano durante o fim do século XIX e o início do século XX, mas o país se tornou independente dos britânicos em 1914.

A Nigéria foi criada em 1914 e já nasceu dividida em três regiões distintas: o norte, predominantemente muçulmano e habitado pelos hauçás e fulanis; o sudoeste, lar da etnia ioruba; e a região sudeste, onde vivem os ibos.

Embora um movimento nacionalista liderado por importantes políticos já tivesse exigido autonomia para a Nigéria dentro da Comunidade Britânica em 1930, foi só em 1960 que o país finalmente obteve de fato a sua independência.

A Nigéria continua experimentando tensão étnica e religiosa, existentes há muito tempo. Embora as últimas eleições presidenciais (em 2003 e 2007) tenham sido marcadas pela irregularidade e pela violência, o país experimenta atualmente o mais longo período de paz desde a independência. Mas ainda há tensões locais, menos generalizadas. Em novembro de 2008, aproximadamente 400 pessoas morreram durante conflitos entre muçulmanos e cristãos na cidade de Jos, logo após as eleições locais.

Em fevereiro de 2009, na cidade de Bauchi, próxima a Jos, novos conflitos religiosos causaram a morte de mais 11 pessoas. Igrejas e mesquitas foram destruídas. Em 2011, novas revoltas impulsionadas por grupos islâmicos ocorreram em todo o norte do país, em protesto à eleição do presidente cristão Goodluck Jonathan: mais de 500 pessoas foram mortas, igrejas, casas e até mesquitas foram incendiadas.

O governo do Estado alega que as constantes crises e confrontos entre muçulmanos e cristãos sempre têm motivações políticas e econômicas por trás.

População

A Nigéria é o país mais populoso do continente africano e o oitavo mais populoso do mundo, contando com a maior população negra do planeta. Além disso, tem uma das maiores densidades populacionais do mundo: aproximadamente um em cada 4 africanos é nigeriano.

Há no país mais de 250 diferentes grupos etnolinguísticos, divididos igualmente entre muçulmanos e cristãos; há também um número significativo de pessoas que seguem religiões tradicionais africanas e são faladas 521 línguas. Os três maiores grupos étnicos do país são: os hauçás, os igbos e os iorubás.

O inglês é usado como idioma oficial no país, facilitando a comunicação entre os diversos grupos étnicos.

Economia

A Nigéria é o principal exportador de petróleo e gás natural do oeste africano: suas produções e exportações representam mais de 40% do seu PIB, conta com 159 campos de petróleo e aproximadamente 1.480 poços. Na agricultura, os principais gêneros produzidos pelo país são cacau, café, amendoim, banana, algodão, cana-de-açúcar, milho e azeite de dendê.

Motivos de oração:

- Sejam enviados missionários transculturais para auxiliar na edificação da Igreja.

- Pelos movimentos interdenominacionais de unidade.

- Para que seja transformada a estrutura sócio-econômica do país.

Fonte: Missão Portas Abertas e Intercessão Mundial



Conflito espiritual - Pacto de Lausanne



12. CONFLITO ESPIRITUAL

Cremos que estamos empenhados num permanente conflito espiritual com os principados e potestades do mal, que querem destruir a igreja e frustrar sua tarefa de evangelização mundial. Sabemos da necessidade de nos revestirmos da armadura de Deus e combater esta batalha com as armas espirituais da verdade e da oração. Pois percebemos a atividade no nosso inimigo, não somente nas falsas ideologias fora da igreja, mas também dentro dela em falsos evangelhos que torcem as Escrituras e colocam o homem no lugar de Deus. Precisamos tanto de vigilância como de discernimento para salvaguardar o evangelho bíblico. Reconhecemos que nós mesmos não somos imunes ao perigo de capitularmos ao secularismo. Por exemplo, embora tendo à nossa disposição pesquisas bem preparadas, valiosas, sobre o crescimento da igreja, tanto no sentido numérico como espiritual, às vezes não as temos utilizado. Por outro lado, por vezes tem acontecido que, na ânsia de conseguir resultados para o evangelho, temos comprometido a nossa mensagem, temos manipulado os nossos ouvintes com técnicas de pressão, e temos estado excessivamente preocupados com as estatísticas, e até mesmo utilizando-as de forma desonesta. A igreja tem que estar no mundo; o mundo não tem que estar na igreja.

(Ef. 6:12; II Co. 4:3,4; Ef. 6:11,13-18; II Co. 10:3-5; I Jo. 2:18-26; 4:1-3; Gl. 1:6-9; II Co. 2:17; 4:2; Jo. 17:15)



Persecution in Nigeria

Pray for the persecuted!

Persecution of Christians is driven by Islamic extremists. In the Sharia states of the north,there have been many attacks on churches and Christian communities in which believers were wounded or killed. In the last year, an estimated total of 1,000 Christians died through persecution. About 5 million Christians are believed to be under intense pressure as a result of their faith. The Boko Haram sect (an Islamic extremist group) has become a serious threat. From 2009 to date they have destroyed over 50 churches and killed approximately 10 pastors.

Pray:

For healing for Christian families who are bereaved through vicious attacks

Thank God that the church is strong and that Christians express their faith with confidence

For wisdom for Christian President Goodluck Jonathan governing a Muslim majority population.

Source: Open Doors USA


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Vamos orar pelo Laos!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

O País: Todos os cristãos estão sob vigilância e as atividades da Igreja são limitadas. A comunidade local reage agressivamente contra convertidos que renunciam o culto a espíritos

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

Os missionários católicos chegaram ao Laos no século XVII. Em 1902, comunidades na Suíça enviaram uma missão ao sul do Laos, onde plantaram igrejas, começaram uma escola bíblica, e traduziram a Bíblia para o idioma laosiano. Em 1928, a pequena missão convidou a Aliança Missionária Cristã (AMC) para enviar missionários ao norte do país.

A entrada do comunismo em 1975 obrigou todos os missionários a deixarem o Laos. A AMC, entretanto, continuou a trabalhar no norte e a missão suíça, no sul. A população cristã naquela época era de dez mil pessoas. Depois do comunismo, mais de 50% abandonou o país.

Há aproximadamente 250 congregações protestantes no país. São reconhecidos apenas três grupos cristãos - a Igreja Evangélica Laosiana, os Adventistas do Sétimo Dia e os Católicos Romanos. Embora não haja um número definido de cristãos, a maior parte dos estudiosos afirma haver de 100 a 120 mil evangélicos no país.

O maior grupo cristão é da tribo khmu (entre os laosianos do planalto), compondo 50% dos evangélicos. O resto está entre os hmong, bru, lao (entre os laosianos das montanhas). A maioria das igrejas está na zona rural. De fato, só três igrejas protestantes estão localizadas em cidades.

A taxa de crescimento estimada é de dois mil convertidos por ano. Sabe-se hoje que há cristãos em 11 das 16 províncias.

A Perseguição

Apesar de a Constituição laosiana conter princípios favoráveis à liberdade religiosa, o governo continua a restringir essa liberdade, forçando cristãos a renunciar à sua fé, aprisionando-os e fechando seminários.

Ainda vigoram proibições relativas à evangelização pública, à construção de igrejas e a ligações com organizações estrangeiras. Reuniões religiosas sem o devido consentimento das autoridades comunistas são proibidas e todos os grupos religiosos devem ser aprovados pelo crivo de uma organização controlada pelo Partido Revolucionário do Povo do Laos. Monges budistas têm reivindicado restrições ainda maiores à atividade cristã e o governo tem apoiado esforços para levar cristãos a renunciar à sua fé em favor do budismo.

Tem aumentado a perseguição contra os convertidos hmongs, que são normalmente considerados rebeldes contra o Estado. Desde novembro de 2006, mais de 50 famílias hmongs foram presas. Há algumas atitudes positivas. Ao longo dos dois últimos anos, a maior parte das igrejas que estavam fechadas foi reaberta. O governo central tomou medidas para educar as autoridades das províncias na implementação das leis religiosas. Esse desenvolvimento conteve a perseguição em algumas áreas remotas.

Em 2011 autoridades no norte do Laos ordenaram aos cristãos que deixem de se encontrar secretamente em suas próprias casas, onde realizam cultos e reuniões. Já ocorreram as prisões de um pastor e de vários paroquianos. O cristianismo é uma religião minoritária no Laos, totalizando cerca de 150 mil pessoas, principalmente protestantes e católicos. O confisco de templos cristãos não autorizados pelo governo tem sido uma constante no país.

História e Política

Localizado no Sudeste Asiático, o Laos é caracterizado por seu terreno extremamente montanhoso, apresentando poucas planícies e planaltos. A fronteira norte do país faz parte da região conhecida como Triângulo Dourado (Mianmar, Laos e Tailândia), de onde sai grande parte da heroína consumida no mundo. O nome Laos possivelmente deriva da antiga palavra indiana Lava, nome de um dos filhos gêmeos de Rama, um dos deuses do Hinduísmo. O nome do país também faz referência a um subgrupo étnico do sudeste asiático, o povo Lao.

As estruturas rudimentares existentes no Laos mostram que existiu ali um Estado Multiétnico antes da formação do reino de Lan Xang (“terra de milhões de elefantes”), no século XIII. Lan Xang foi o reino mais duradouro da história do Laos: perdurou por quatro séculos, abrangendo terras da atual Tailândia, Laos e outras tribos da região. Disputas internas causaram a fragmentação do reino que, no século XVIII, foi dividido em outros três reinos.

No século XIX, a França, que já dominava Vietnã e Camboja, passou a dominar também o Laos e deu o nome às suas colônias de Indochina . Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-145), os japoneses invadiram a Indochina Francesa; após a derrota e rendição dos japoneses, o sentimento de nacionalismo cresceu entre seus habitantes. Mas o Laos só conseguiu sua independência de fato em 1954.

Na década de 1960 o país se via pressionado pela guerra ideológica entre capitalistas e comunistas no mundo. Essas tensões políticas influenciaram na eclosão da guerra civil (1962-1975) travada entre os guerrilheiros do Pathet Lao (Partido Popular Comunista), apoiados por Vietnã do Norte, China e União Soviética, e as forças do país, comandadas pelo príncipe regente Souphanouvong e apoiadas por Vietnã do Sul, Estados Unidos e Tailândia. Ao final da guerra, os comunistas saíram vitoriosos e estabeleceram no país um regime comunista que dura até hoje. O Laos é considerado um dos últimos países comunistas do mundo.

População

A população do Laos é composta por 49 diferentes grupos étnicos, que se dividem em 4 principais grupos linguísticos. Cerca de metade da população do país pertence à etnia Lao, grupo habitante das planícies, cultural e politicamente dominante. Durante o período em que o Laos pertenceu à Indochina Francesa, muitos vietnamitas e chineses migraram para o país, mas, durante o período de guerra civil e após 1975, deixaram o país.

Economia

O Laos é considerado um dos países mais pobres do mundo: os vários anos de guerra civil e as políticas econômicas adotadas pelo governo comunista geraram estagnação na economia do país. O Laos é muito rico em recursos naturais, como carvão, ferro, cobre, chumbo, ouro, estanho e gesso. Além disso, o país tem um considerável potencial hidrelétrico, produzindo e exportando eletricidade para os seus vizinhos.

A agricultura é a principal ocupação e fonte de renda da população, mas o país produz uma variedade de produtos alimentares, como tabaco, cana-de-açúcar e café. Os principais produtos de exportação são a madeira, a energia elétrica, o café e o estanho. Seus principais parceiros comerciais são Tailândia, Japão e China.

Motivos de oração:

- Fortalecimento e renovação da fé dos cristãos.

- Pelas autoridades, para que todos tenham uma vida tranquila.

- Pela expansão da Igreja.

Fonte: Missão Portas Abertas



Educação e liderança - Pacto de Lausanne



11. EDUCAÇÃO E LIDERANÇA

Confessamos que às vezes temos nos empenhado em conseguir o crescimento numérico da igreja em detrimento do espiritual, divorciando a evangelização da edificação dos crentes. Também reconhecemos que algumas de nossas missões têm sido muito remissas em treinar e incentivar líderes nacionais a assumirem suas justas responsabilidades. Contudo, apoiamos integralmente os princípios que regem a formação de uma igreja de fato nacional, e ardentemente desejamos que toda a igreja tenha líderes nacionais que manifestem um estilo cristão de liderança não em termos de domínio, mas de serviço. Reconhecemos que há uma grande necessidade de desenvolver a educação teológica, especialmente para líderes eclesiásticos. Em toda nação e em toda cultura deve haver um eficiente programa de treinamento para pastores e leigos em doutrina, em discipulado, em evangelização, em edificação e em serviço. Este treinamento não deve depender de uma metodologia estereotipada, mas deve se desenvolver a partir de iniciativas locais criativas, de acordo com os padrões bíblicos.

(Cl. I:27,28; At. 14:23; Tt. 1:5,9; Mc. 10:42-45; Ef. 4:11,12)


Persecution in Laos

Pray for the persecuted!

The government exercises tight control on all parts of society. Small independent congregations are under pressure and have been refused recognition. Local authorities regard them as enemies; Buddhist leaders and village shamans also watch them closely. Most believers are ethnic minorities. Christians from the Katin or Hmong tribes have been detained, pressured to renounce their faith or even killed, often in army clashes. In 2011, church buildings were destroyed and their possessions confiscated. At least four Hmong Christians were killed in April and several others were arrested.

Pray:

Thank God that the church is growing! However, it is difficult for Christians to get hold of or afford a Bible – pray for miracles!

Pray for courage and strength for persecuted believers, especially the Hmong Christians who are the most vulnerable

Thank God for positive signs from the government: Christians have been given land, hospital treatment and education.

Source: Open Doors USA


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Vamos orar pela Eritreia!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

O País: Todas as igrejas evangélicas estão fechadas desde uma lei em 2002. Mais de 2.800 cristãos estão na prisão, e seus familiares não têm notícias deles há meses e anos

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

O cristianismo chegou ao país em 34 d.C., através de um tesoureiro do reino de Sabá, mas foi difundido com mais eficiência e rapidez no século IV d.C. O cristianismo ortodoxo (Tewahdo) é o mais praticado pelos eritreus: outros grupos cristãos, como católicos e protestantes, só chegaram ao país após 1890 com o domínio italiano. Os cristãos são basicamente ortodoxos e quase inteiramente da etnia tigrínia. As igrejas evangélicas estão crescendo, mas são limitadas em recursos para treinamento e evangelismo.

O governo exige que os grupos religiosos se registrem, mas não aprova nenhum registro, desde 2002, além dos quatro principais grupos religiosos: a Igreja Ortodoxa da Eritreia, a Igreja (luterana) Evangélica da Eritreia, o Islã e a Igreja Católica Romana. Os demais grupos religiosos não têm permissão para se reunir ou atuar livremente no país e quando o fazem são perseguidos.

A perseguição

Os cristãos estão sofrendo a pior perseguição de toda a história da Eritreia.

A Constituição de 1997 prevê liberdade religiosa, no entanto, ela ainda não foi implementada. Assim, não é permitida a distribuição de Bíblias no Exército e nas escolas. Desde setembro de 2001, foi suspensa definitivamente toda impressão de materiais religiosos (papéis e livros devocionais ou particulares etc.).

Desde maio de 2002, todas as igrejas evangélicas estão fechadas por ordem do governo e precisam de autorização para funcionar. A prática de prender aqueles que se reúnem ou exercem qualquer outra atividade religiosa sem a autorização do governo já causou a prisão de mais de dois mil cristãos. Eles são mantidos em condições desumanas, presos em contêineres de metal ou em celas subterrâneas.

Os evangélicos não têm personalidade jurídica e, até agora, os registros para suas igrejas não foram concedidos. Atualmente, a igreja evangélica reúne-se ilegalmente nas casas. O governo controla as escolas que eram cristãs e reluta em registrar outras. Em 2002, o governo do presidente Isaías Afworki fechou as 12 igrejas protestantes independentes da Eritreia, proibindo suas congregações de se reunir até mesmo em casas. Desde então, pastores, soldados, mulheres, adolescentes, crianças e idosos foram presos quando surpreendidos em uma reunião, lendo a Bíblia e orando em grupos. O estado reconhece somente quatro instituições religiosas "históricas" no país, a saber: o islamismo e as igrejas ortodoxa, católica e luterana evangélica.

Dois líderes-chave da Igreja do Evangelho Pleno, uma das maiores denominações pentecostais da Eritreia, foram presos às seis horas da manhã de 23 de maio de 2004, em suas casas, em Asmara. Durante as detenções, os policiais confiscaram as chaves dos gabinetes pastorais, ameaçando verbalmente suas esposas. Haile Naizgi, que exerce o cargo de presidente da Igreja do Evangelho Pleno e o Dr. Kifle Gebremeskel, como presidente da Aliança Evangélica na Eritreia, estão presos em Asmara sem nenhum contato com suas famílias ou visitantes.

Na mesma época, uma cantora cristã eritreia também foi presa, em uma operação do Ministério da Defesa, apesar de ter cumprido seu serviço militar e nacional obrigatório. Helen Berhane era membro da Igreja Rema e havia lançado um CD que se tornara popular entre os jovens. Ela não atendeu às exigências: assinar um documento renegando sua fé em Cristo, prometendo não cantar mais, não compartilhar sua fé em Cristo e não realizar quaisquer atividades cristãs na Eritreia. Por isso, Helen ficou presa até o início de 2007. Ela saiu do país clandestinamente naquele ano e conseguiu asilo na Dinamarca, onde mora com sua filha.

Há mais de uma década, a Eritreia declarou que todos os grupos cristãos que não pertencessem às igrejas oficiais do governo não podiam funcionar de maneira nenhuma. Até o momento, o governo aprisionou milhares de cristãos. Muitos deles ainda permanecem sob custódia, sem nunca terem ido a julgamento para definir sua situação. Estima-se que 16 pessoas morreram este ano nas prisões, devido a doenças, tortura e desnutrição.

História e Política

A Eritreia divide-se em quatro principais regiões fisiográficas: a planície costeira do mar Vermelho; o planalto centro-sul, que forma o núcleo do país; as colinas das áreas norte e centro-oeste; e os amplos planaltos ocidentais. Seu nome remete ao antigo nome dado ao Mar Vermelho em latim: Mare Erythraeum. Segundo descobertas mais recentes da arqueologia, os povos que habitavam essa região datam de milhares de anos a.C. A bíblia se refere aos povos que viveram nessa região (Eritreia, Etiópia, Somália) como etíopes.

No século VIII a.C., apareceu uma civilização urbana no planalto da Eritreia, relacionada ou talvez formada por uma parte do reino antigo de Sabá. Dessa sociedade relacionada com os povos semíticos na Arábia meridional surgiu a civilização de Axum, em que se baseia a maior parte da história e cultura do país. Axum chegou a ser o maior centro de poder na região do Mar Vermelho. Produzia sua própria moeda, sistema alfabético, dominando as terras e o comércio de toda a região e adotando o cristianismo no século III d.C. Os europeus desse tempo chamavam de Etiópia (o nome dum país mítico e lendário na literatura grega) todas as terras ao sul do Egito, sem distinguir reinos.

O surgimento do Islã na Arábia, do outro lado do Mar Vermelho, debilitou até certo ponto o reino cristão de Axum. A Eritreia viveu sob assédio constante de muitos povos. Os otomanos subjugou o país com a intenção de dominar todo o leste da África. Os egípcios queriam o território eritreu, porque o país contém mais de mil quilômetros da costa do Mar Vermelho e, estrategicamente, seria importante para o comércio no Mar Mediterrâneo e no Canal de Suez.

No século XIX, com o neocolonianismo das potências europeias sobre os países da África, a Eritreia se tornou colônia da Itália. De 1890 a 1941 os italianos dominaram o país, mas ao fim da Segunda Guerra Mundial perderam a autonomia sobre o território para a Grã-Bretanha, que, por interesses políticos e econômicos, juntamente com os EUA e a ONU, unificou seu território ao da vizinha Etiópia como países confederados e sob a administração do rei etíope. Hoje, é evidente por todo o país a influência da colonização italiana nas fábricas, igrejas, cinemas, pizzarias, cafés etc. Asmara, capital do país, foi também a capital das colônias italianas no leste da África. Em 1961, o rei etíope cancelou o acordo da ONU, que unira os dois países sob uma federação, fechou o parlamento eritreu e declarou a Eritreia uma província da Etiópia. Esse posicionamento do governo etíope levou a uma guerra pela independência da Eritreia, que durou 30 anos.

A Eritreia foi o último país africano a declarar sua independência (1991), reconhecida pela ONU em 1993.

Em 1998, Eritréia de Etiópia entraram em guerra (fomentada por países do ocidente, que não se contentavam com a política Eritreia e com sua autossuficiência econômica), devido às divergências sobre suas fronteiras. Essa guerra durou até o ano 2000 e estima-se que mais de 300 mil pessoas morreram. Após a independência, a Eritreia tinha estabelecido uma economia crescente e saudável, mas a guerra de 1998-2000 com a Etiópia teve um grande impacto negativo sobre a economia e os investimentos. Uma parcela significativa de seu território no oeste e sul, onde a agricultura era fonte importante de renda, foi ocupada pela Etiópia. Durante esse período, mais de um milhão de eritreus foram deslocados, embora quase todos tenham sido reassentados em 2007.

A política exercida na Eritreia é autoritária e unipartidária. O país é governado, desde 1993, pelo presidente Isaías Afewerki, que tem o poder legislativo e judiciário em suas mãos, e pela Frente Popular por Democracia e Justiça (FPDJ). Outros grupos políticos são proibidos de se organizar como partidos e desde a independência do país, em 1993, nunca houve eleições.

População

A população da Eritreia é formada por muitos grupos étnicos: o maior deles é o tigrínia, cuja maioria é cristã. Cerca de 59% da população é alfabetizada, mas metade vive abaixo da linha da pobreza. Toda a população adulta do país (homens e mulheres com mais de 18 anos) deve servir obrigatoriamente nas forças armadas por, pelo menos, 6 meses.

Devido à falta de liberdade política e religiosa, muitos jovens estão fugindo para países vizinhos. O governo costuma punir com severas multas as famílias das pessoas que fugiram do país. De acordo com a ONU, duas em cada três eritreus sofrem de desnutrição, porém o governo restringe a ajuda de grupos humanitários para limitar a influência externa.

Economia

Cerca de 80% da população do país está envolvida na agricultura de subsistência; a economia do país é totalmente controlada pelo partido que governa o país, a Frente Popular por Democracia e Justiça (FPDJ). Devido à sua economia fechada, poucas empresas privadas permanecem no país.

O futuro econômico da Eritreia depende da sua capacidade de administrar bem os problemas sociais, como o alto índice de analfabetismo, de desemprego, de baixas qualificações e da disposição do governo em investir em uma economia de mercado.

Motivos de oração:

- Para que o Senhor Deus fortaleça e guarde nossos irmãos.

- Missionários cristãos precisam ser enviados para servirem à Igreja e essa é uma necessidade urgente para que o quadro de missionários presentes no país seja fortalecido.

- A liderança da Eritreia precisa ter uma experiência profunda com Jesus para que o paradigma opressor, que cerca a liberdade religiosa e persegue os cristãos, seja cancelado.

Fonte: Missão Portas Abertas e Intercessão Mundial



Evangelização e cultura - Pacto de Lausanne


10. EVANGELIZAÇÃO E CULTURA

O desenvolvimento de estratégias para a evangelização mundial requer metodologia nova e criativa. Com a bênção de Deus, o resultado será o surgimento de igrejas profundamente enraizadas em Cristo e estreitamente relacionadas com a cultura local. A cultura deve sempre ser julgada e provada pelas Escrituras. Porque o homem é criatura de Deus, parte de sua cultura é rica em beleza e em bondade; porque ele experimentou a queda, toda a sua cultura está manchada pelo pecado, e parte dela é demoníaca. O evangelho não pressupõe a superioridade de uma cultura sobre a outra, mas avalia todas elas segundo o seu próprio critério de verdade e justiça, e insiste na aceitação de valores morais absolutos, em todas as culturas. As missões, muitas vezes têm exportado, juntamente com o evangelho, uma cultura estranha, e as igrejas, por vezes, têm ficado submissas aos ditames de uma determinada cultura, em vez de às Escrituras. Os evangelistas de Cristo têm de, humildemente, procurar esvaziar-se de tudo, exceto de sua autenticidade pessoal, a fim de se tornarem servos dos outros, e as igrejas têm de procurar transformar e enriquecer a cultura; tudo para a glória de Deus.

(Mc. 7:8,9,13; Gn. 4:21,22; I Co. 9:19-23; Fp. 2:5-7; II Co. 4:5)



Persecution in Eritrea

Pray for the persecuted!

All evangelical churches were closed following the government’s ban on all religious groups other than state-approved Orthodox, Catholic, Lutheran or Islamic groups in 2002. Anyone discovered to be an evangelical is tortured and forced to revert to the registered denominations. If they don’t, they are held in military camps without trial. Around 1500 are believed to be imprisoned; at least five died in 2011. Others were released so they wouldn’t die in custody. In 2011 there was a renewed crackdown on house churches; at least 23 believers were imprisoned.

Pray

Many Christians fled the country in 2002, so the majority of believers are recent converts. Pray for their spiritual growth

Ask God to physically and spiritually sustain His children who are imprisoned in inhumane conditions

For worldwide awareness of the plight of Eritrean Christians.

Source: Open Doors USA


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Vamos orar pelo Paquistão!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

O País: Grupos extremistas incitam o ódio contra os cristãos, o que resulta em prisões, agressões, sequestros, estupros e ataques a casas e igrejas

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

O atual Estado do Paquistão fazia parte do território da Índia, portanto o cristianismo está no país desde aproximadamente o ano 52 d.C. Segundo a tradição, o discípulo Tomé foi à Índia durante essa época, conseguiu converter alguns indianos e estabeleceu sete igrejas na região conhecida agora como Kerala, e outras em Madras. Ele foi martirizado e sua sepultura ainda está em São Tomé de Meliapor.

No século XVI, os jesuítas vindos de Portugal assumiram o trabalho missionário e nos séculos XVII e XVIII, os ingleses e holandeses chegaram ao país com o protestantismo, porém nenhum dos dois grupos teve êxito no estabelecimento de um trabalho duradouro. Atualmente, como resultado de uma grande variedade de esforços missionários, o Paquistão conta com uma pequena parcela de cristãos, a maioria de etnia punjabi. A maioria dos cristãos é membro de igrejas independentes ou da católica romana.

A comunidade cristã é, de modo geral, fragmentada e temerosa. Devido ao medo da perseguição, é possível que haja alguns milhares de cristãos que mantêm sua identidade religiosa em sigilo e são poucos os convertidos entre os muçulmanos que declaram sua nova fé abertamente.

A Perseguição

A Constituição estabelece o islamismo como a religião do Estado, declarando também que as minorias religiosas devem ter condições para professar e praticar sua religião em segurança. Apesar disso, o governo limita a liberdade religiosa.

Uma forma de limitação é a lei de blasfêmia paquistanesa. Essa lei sentencia à morte quem deprecia o islã ou seus profetas; à prisão perpétua quem deprecia, danifica ou profana o Alcorão; e a dez anos de prisão quem insulta os sentimentos religiosos de outra pessoa.

A lei de blasfêmia tem sido bastante usada por indivíduos que querem resolver questões pessoais, uma vez que, para acusar alguém de ter blasfemado, não é necessário ter provas. Precisa-se apenas da acusação formal. No contexto paquistanês, a palavra de um muçulmano vale pela palavra de dois cristãos, o que dificulta o processo de defesa.

Embora nenhum cristão paquistanês até agora tenha sido executado após sua condenação, mais de uma dezena de pessoas foram acusadas e forçadas a viver em condições desumanas na prisão, em esconderijos ou no exílio. No fim de 2008, um garoto encontrou uma sacola na rua contendo páginas rasgadas de um Alcorão. Sem saber o que fazer com aquilo, o menino levou a sacola para casa.

Sua irmã mais velha, Ashiyana Masih, levou a sacola e seu conteúdo a uma vizinha muçulmana. Mas essa vizinha, que tinha uma briga antiga com a família de Ashiyana, acusou a jovem e seu pai, Gulsher Masih, de terem blasfemado contra o Alcorão.

Após a denúncia, mais de cem pessoas atacaram a casa da família cristã, levando-a a fugir e se esconder. No entanto, Ashiyana e seu pai foram presos. O pedido de fiança que os representantes legais de Ashiyana fizeram foi negado. Ainda não foi marcada uma nova data para a audiência dela e de seu pai.

Em junho de 2009, a cristã Asia Bibi foi presa e condenada a dois anos de prisão seguida da pena de morte, sob a alegação de blasfêmia por parte de suas companheiras de trabalho. Asia continua presa, aguardando o dia de sua execução, mas órgãos de direitos humanos estão trabalhando para livrá-la dessa sentença.

História e Política

Localizado entre o Afeganistão, o Irã, a China e a Índia, o Paquistão ocupa uma região estratégica no sul da Ásia. O território pode ser dividido em três áreas geográficas principais: a região montanhosa da Cordilheira do Himalaia, ao norte, o vale do Rio Indo e o Planalto do Baluchistão. O clima é predominantemente árido, com verões quentes e invernos rigorosos. O nome do país foi construído em forma de acrônimo por um estudante muçulmano da Universidade Cambridge, chamado Choudhary Rahmat Ali. O acrônimo faz alusão às cidades, regiões e países que contribuíram na construção histórica do povo e do país: P= Punjab, A= Afghania, K= Caxemira, I= Indus Valley (Rio Indus), S= Sindh, T= Turkharistan, A= Afeganistão e N= Baluchistan. Além disso, Pak deriva do persa e significa “puro”, e Stan, “terra”, de forma que o nome significa “terra dos puros”.

O território onde hoje se localiza o Paquistão foi habitado por povos das margens do Rio Indo há cerca de 2500-1700 anos antes de Cristo. Suas terras foram invadidas e habitadas por grandes povos e impérios, como arianos, persas, gregos e árabes. No século VIII, o Islamismo chegou à região através das expedições árabes.

Do século XVI ao XVIII, o Império Mongol dominou seus territórios e a maior parte do subcontinente indiano. No final do século XIX, os britânicos tornaram-se a potência dominante na região conhecida como Índia Britânica e a dividiram em duas zonas administrativas, denominadas Paquistão Ocidental (atual Paquistão) e Paquistão Oriental (atual Bangladesh). Devido aos constantes conflitos religiosos entre muçulmanos e hindus, o lado muçulmano da Índia se transformou na República Islâmica do Paquistão, em 1956.

Conflitos na Caxemira

Quando os britânicos deixaram a Índia em 1947, havia ali mais de 500 estados principescos hereditários; entre eles estava o estado principesco de Jamu e Caxemira. Os britânicos deram a esses estados a opção de aderir à Índia ou ao Paquistão. Segundo os paquistaneses, o estado da Caxemira quis aderir ao Paquistão, mas por pressão política e econômica da Índia acabou cedendo a ela; os indianos, claro, negam. Atualmente a Índia controla 42% do território da Caxemira e o Paquistão, 37%.

Os dois países já travaram três guerras pela disputa do território (1947, 1965, 1999), conhecidas como guerras indo-paquistanesas. Nos últimos anos, muitos ataques terroristas ocorreram na Caxemira, em protesto contra o domínio indiano.

Após 11/9

Devido à sua posição estratégica, o Paquistão ganhou lugar de destaque na mídia internacional logo após os atentados terroristas contra as cidades de Nova York e Washington, em 11 de setembro de 2001. Quando decidiram retaliar o Afeganistão em outubro daquele ano, os EUA pediram e obtiveram apoio logístico do Paquistão, assim como a liberação de seu espaço aéreo.

O apoio do governo paquistanês ao norte-americano gerou grande tensão política no país, pois grande parcela da população possuía afinidades étnicas e ideológicas com a milícia Talibã que governava o Afeganistão na época.

Ao apoiar os ataques norte-americanos ao Afeganistão, em 2001, o Paquistão obteve grande ajuda econômica dos EUA na forma de linhas de crédito e reescalonamento de dívidas. Ainda assim, a economia do Paquistão é caracterizada pela pobreza da população.

Com o crescimento do extremismo islâmico, o governo concordou, em fevereiro de 2009, em implementar a sharia (lei islâmica) no vale de Swat, região noroeste do país. O objetivo é levar os extremistas a concordar com um cessar-fogo permanente.

População

A população paquistanesa constitui-se de vários grupos étnicos, dentre os quais se destacam os punjabis, os sindis, os patanes e os baluchues. O povo é bastante jovem: mais de um terço da população tem menos de 15 anos de idade. O analfabetismo é um mal que atinge metade da população. O pior índice está entre as mulheres: apenas 36% delas sabem ler e escrever.

Problemas como a precariedade habitacional e a infraestrutura inadequada de saneamento básico contribuem para o surgimento de doenças e para a alta taxa de mortalidade. Para se ter uma ideia, somente um terço da população tem acesso à água potável.

Economia

A economia do Paquistão é semi-industrializada, englobando os setores têxteis, químicos, alimentar e a agricultura. Essas áreas são as que mais contribuem para o PIB do país. O alto índice de inflação é um dos fatores que mais dificultam o crescimento econômico do país.

Motivos de oração:

- Ore pelos cristãos que são presos em razão do Evangelho, para que perseverem e sejam resplandeçam a luz de Cristo onde estão. Ore também por seus familiares, para que sejam consolados e fortalecidos.

Fonte: Missão Portas Abertas



Urgência da tarefa evangelística - Pacto de Lausanne




9. URGÊNCIA DA TAREFA EVANGELÍSTICA

Mais de dois bilhões e setecentos milhões de pessoas, ou seja, mais de dois terços da humanidade, ainda estão por serem evangelizadas. Causa-nos vergonha ver tanta gente esquecida; continua sendo uma reprimenda para nós e para toda a igreja. Existe agora, entretanto, em muitas partes do mundo, uma receptividade sem precedentes ao Senhor Jesus Cristo. Estamos convencidos de que esta é a ocasião para que as igrejas e as instituições para-eclesiásticas orem com seriedade pela salvação dos não-alcançados e se lancem em novos esforços para realizarem a evangelização mundial. A redução de missionários estrangeiros e de dinheiro num país evangelizado algumas vezes talvez seja necessária para facilitar o crescimento da igreja nacional em autonomia, e para liberar recursos para áreas ainda não evangelizadas. Deve haver um fluxo cada vez mais livre de missionários entre os seis continentes num espírito de abnegação e prontidão em servir. O alvo deve ser o de conseguir por todos os meios possíveis e no menor espaço de tempo, que toda pessoa tenha a oportunidade de ouvir, de compreender e de receber as boas novas. Não podemos esperar atingir esse alvo sem sacrifício. Todos nós estamos chocados com a pobreza de milhões de pessoas, e conturbados pelas injustiças que a provocam. Aqueles dentre nós que vivem em meio à opulência aceitam como obrigação sua desenvolver um estilo de vida simples a fim de contribuir mais generosamente tanto para aliviar os necessitados como para a evangelização deles.

(Jo. 9:4; Mt. 9:35-38; Rm. 9:1-3; I Co. 9:19-23; Mc. 16:15; Is. 58:6,7; Tg. 1:27; 2:1-9; Mt. 25:31-46; At. 2:44,45; 4:34,35)

Persecution in Pakistan

Pray for the persecuted!

Christians are a beleaguered minority caught between Islamic militant organizations that routinely target them for violence and an Islamic culture that discriminates against them. Death threats are routine for church leaders, beatings are common, and damage to church property occurs on a monthly basis. Christians cannot rely on government or the military to protect them. The killing in March 2011 of Christian Cabinet Minister, Shahbaz Bhatti, was ‘one of the most demoralizing acts for us of recent years’, according to a church leader in Karachi.

Pray:

For the Christians that are in prision

Praise God that the Christian population is growing, and a steady trickle of Muslims are joining these churches

Praise God that Pakistan has backed a UN resolution calling for all states to foster religious freedom; pray that this may become more of a reality in 2012.

Source: Open Doors USA


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