"Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência..."

Vamos orar pelo Turcomenistão!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

O País: Os cristãos são presos e multados. Casas e locais de culto sem registro são invadidos pela polícia. Apesar de tudo isso, a Igreja continua a crescer

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

Como na maior parte do continente asiático, o cristianismo difundiu-se no Turcomenistão por meio da Igreja Apostólica do Oriente, mas foi praticamente erradicado pelos exércitos de Tamerlão (o último grande conquistador da Ásia Central), que conquistaram a região e fizeram do islamismo a religião dominante.

As primeiras conversões de turcomanos aconteceram na década de 1990, pelo testemunho da Igreja protestante russa e pelo trabalho missionário. No início, os pequenos grupos de crentes foram formados como uma extensão da Igreja russa, mas logo estabeleceram sua própria identidade cultural.

O grau inicial de liberdade no país logo foi reduzido, e o governo começou a pressionar os cristãos. Muitos cristãos russos deixaram o país por causa do agravamento da situação e, assim, a Igreja ortodoxa sofreu perdas significativas.

Grande parte dos cristãos turcomanos mantém sua identidade religiosa em sigilo. Como a população é monitorada pelo governo, diferentes grupos de cristãos têm dificuldade em interagir. Isolados, sem materiais nem ensinamento, surgem interpretações erradas da Bíblia, heresias e falta de confiança mútua.

A Perseguição

A história da Igreja no Turcomenistão foi marcada por mártires no passado, mas atualmente há certa liberdade para a evangelização. Ainda assim, é comum que os cristãos sejam hostilizados pelos muçulmanos e enfrentem muitas restrições por parte do governo.

A maior parte dos templos das igrejas protestantes foi demolida na década de 1990. Todos os grupos religiosos do país devem se registrar, para que suas atividades não sejam consideradas ilegais. O processo para se obter registro foi facilitado em 2004, mas ser registrada não garante à igreja liberdade de culto. Os grupos não registrados são banidos.

Da mesma forma, é proibido publicar e distribuir livros cristãos. A importação desse material é censurada, sendo necessário ter uma aprovação do Comitê de Assuntos Religiosos para cada item.

Não pode haver Sociedade Bíblica no país, nem livrarias cristãs. Além disso, as leis proíbem qualquer tipo de trabalho missionário ou proselitista, principalmente com os muçulmanos. Embora oficialmente o governo não favoreça nenhum grupo religioso, tem financiado a construção de mesquitas pelo país.

Autoridades, clérigos e a sociedade pressionam os convertidos a voltarem ao islã. Isso ocorre de forma mais intensa na zona rural. Abandonar o islamismo significa negar a identidade turcomana. Assim, aqueles que trocam o islã e se tornam cristãos são acusados de trair a "fé de seus antepassados".

História e Política

O Turcomenistão situa-se na Ásia Central, às margens do Mar Cáspio, entre o Irã e o Cazaquistão. Desertos planos dominam quase todo o território turcomano, mas há a presença de montanhas ao sul do país. O nome do país significa “lar dos turcomanos”. Há também a hipótese de que seu nome faça referência a uma conversão em massa de 200 mil nativos ao islamismo no século X e, por isso, teriam recebido o titulo de Turk Iman, que significa “povo de fé ou de fé forte”.

Na antiguidade, muitos impérios dominaram as terras do atual Turcomenistão, como o Império Persa, Alexandre, o Grande, persas sassânidas, seljúcidas (século 12) e Genghis Khan (século 13). Nos séculos VII e VIII, a Ásia Central foi invadida pelos árabes muçulmanos e desde então o país passou por um processo de islamização. Os primeiros habitantes do país foram as tribos nômades turcas, que migraram da região do atual Cazaquistão a partir do século X.

O Império Russo começou a se expandir no século XVIII, passando a conquistar territórios da Ásia Central e da Europa Oriental. Em 1925 o país se tornou parte da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e permaneceu sob o poder dos comunistas até 1990.

O Turcomenistão se tornou um país independente em 22 de agosto de 1990. Desde então, o país só teve dois presidentes no poder: Niyazov, que governou de 1990 a 2006 e seu substituto, Kurbanguly Berdymukhamedov. O atual governo é, em tese, uma República Presidencialista, mas na prática é um Regime Presidencial Autoritário com os poderes concentrados na pessoa do presidente.

População

O povo turcomano se formou durante o período de domínio seljúcida, a partir da miscigenação de turcos oguzos com tribos nômades locais. Um grande número de turcomanos migrou para o Iraque ao longo da história; hoje, estima-se que haja mais de 4 milhões deles no norte do Iraque. Os principais grupos étnicos do país são os turcomanos, os uzbeques e os russos.

Economia

A economia do Turcomenistão é predominantemente agrícola: a agricultura é responsável por quase metade do produto interno bruto (PIB). O país conta com ricos depósitos de petróleo, gás natural, potássio, enxofre e sais. A produção industrial do país é amplamente dominada pelos setores de processamento de combustível e de algodão. Os principais setores da economia são controlados pelo Estado.

Motivos de oração:

- A Igreja turcomana precisa de bases mais sólidas. Ore pelo firme estabelecimento da Igreja no país e para que ela seja capaz de divulgar o evangelho por todo o Turcomenistão, atraindo um grande número de convertidos.

- A Igreja turcomana precisa trabalhar continuamente para melhorar a sua imagem e conquistar o respeito do povo. Ore e peça novas oportunidades para que os cristãos turcomanos possam criar boas relações entre a Igreja e o governo, talvez por meio de programas de desenvolvimento e de ajuda humanitária.

- O acesso às Escrituras é restrito. Peça a Deus para que o atual presidente abrande as leis que regem a publicação e importação de livros, a fim de que a Bíblia esteja ao alcance dos cristãos e seus compatriotas.

Fonte: Missão Portas Abertas



Missão Integral na Igreja - Reflexões sobre o Pacto de Lausanne

"6. A IGREJA E A EVANGELIZAÇÃO: Afirmamos que Cristo envia o seu povo redimido ao mundo assim como o Pai o enviou, e que isso requer uma penetração de igual modo profunda e sacrificial. Precisamos deixar os nossos guetos eclesiásticos e penetrar na sociedade não-cristã. Na missão de serviço sacrificial da igreja a evangelização é primordial. A evangelização mundial requer que a igreja inteira leve o evangelho integral ao mundo todo. A igreja ocupa o ponto central do propósito divino para com o mundo, e é o agente que ele promoveu para difundir o evangelho. Mas uma igreja que pregue a Cruz deve, ela própria, ser marcada pela Cruz. Ela torna-se uma pedra de tropeço para a evangelização quando trai o evangelho ou quando lhe falta uma fé viva em Deus, um amor genuíno pelas pessoas, ou uma honestidade escrupulosa em todas as coisas, inclusive em promoção e finanças. A igreja é antes a comunidade do povo de Deus do que uma instituição, e não pode ser identificada com qualquer cultura em particular, nem com qualquer sistema social ou político, nem com ideologias humanas." (Pacto de Lausanne)


Leia o restante do Pacto de Lausanne nas publicações semanais de agosto a novembro de 2012, clicando aqui.

MISSÃO INTEGRAL NA IGREJA

Por Selma Frossard

Em certa ocasião, Jesus observou a multidão e percebendo-a aflita e cansada, "como ovelhas sem pastor", compadeceu-se delas e disse aos discípulos para que rogassem a Deus que mandasse trabalhadores para a sua seara (Mateus 9:36 a 38). Trabalhadores que cuidassem delas, que orassem por e com elas, que as olhassem nos olhos e perguntassem: "O que queres que eu te faça?", que as tocassem, que as alimentassem e as curassem física, emocional e espiritualmente. Tudo em nome de Jesus!

Isso é evangelizar. É proclamar, é viver o reino de Deus.

Reino de Deus, dentro de nós

Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: "Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! Porque o reino de Deus está dentro de vós" (Lucas 17:20-21). Dentro de vós! Aqui está a chave para a compreensão do que é importante para Deus. Não é o aparente; nem o visível. É o que está no coração, invisível, mas o real e o verdadeiro determinante de todas as nossas ações e reações. Trata-se da presença e da obra do Senhor Jesus atuando "dentro", no "meio" e "através" daqueles que crêem e confessam o Seu Nome. Dentro de cada cristão, entre os cristãos e através dos cristãos. O "através" é a igreja indo ao encontro das demandas e necessidades sociais, emocionais e espirituais do bairro, da comunidade, da cidade, da região, da nação onde está inserida e onde estão as pessoas.

Portanto, o grande desafio para a vivência de um cristianismo autêntico e verdadeiro é a expressão do Reino de Deus onde estamos, nos movemos e coexistimos (no tempo e no espaço). Este tempo se chama hoje e esse espaço se chama aqui. Como cristãos e como igreja somos chamados pelo Senhor Jesus a expressarmos o Seu reino aqui e agora.

Jesus, quando orou pelos discípulos, registrado em João 17, disse: "não vos peço que os tire do mundo, mas que os livre do mal" (vs. 15.) Em outra ocasião, Jesus já havia dito: "e assim brilhe a vossa luz diante dos homens para que eles vejam as vossas obras e glorifiquem a Deus que está nos céus" (Mat.5:16). E mais ainda, "Vós sois o sal da terra... a luz do mundo..." (Mat. 5:13-14).

Constatamos, claramente, que Jesus enfatiza que a igreja não pode viver alienada e indiferente aos fenômenos e fatos que ocorrem na sociedade, causando exclusão, opressão e tantas outras formas de sofrimento humano. Não se trata de "envolvimento" com o mundo secular e seus valores; trata-se de, sem perder a identidade cristã, identificar-se com as dores pessoais e existenciais vividas e experenciadas pelas pessoas.

Enquanto igreja devemos estar inseridos no contexto contemporâneo, denunciando práticas de pecado, de injustiças e anunciando o amor e a misericórdia de Deus, através de palavras e ações concretas, pois a igreja é a voz profética da denúncia e do anúncio. A palavra de Deus, o evangelho de Cristo, o poder do Espírito Santo, a Graça de Cristo têm que ser anunciadas em confronto à denúncia do pecado que distancia o ser humano de Deus e o faz egoísta, maledicente, violento, etc.

O Exemplo da Igreja Primitiva

Quando nos voltamos para os primórdios da denominada "igreja primitiva" observamos que a primeira atitude daqueles irmãos foi "perseverarem unânimes na oração" (Atos 1:14). Isto significa que começaram pela UNIDADE e pela ORAÇÃO e, como conseqüência tornaram-se ousados no anúncio da Palavra (Atos 4:31); em todos havia abundante graça (Atos 4:33); não existiam necessitados entre eles (Atos 4:34) e cresciam em número contando com a simpatia de todo o povo (Atos 2:4)

Mas, constatamos também que a Igreja não ficou restrita em si mesma e em seu grupo (Atos 3). Ela posicionou-se claramente em suas convicções de fé e não se abalou frente às ameaças e perseguições, fazendo diferença em seu contexto e momento histórico. O primeiro milagre realizado através de irmãos da igreja primitiva foi a cura do deficiente físico (coxo, no termo bíblico), a partir do testemunho de Pedro e João.

Pedro, como legítimo representante do reino de Deus, não se limitou a dar-lhe um "paliativo", não buscou amenizar-lhe o sofrimento. Poderia simplesmente ter-lhe dado algum dinheiro ou alimento, manifestando uma atitude caritativa e assistencialista, mas não! Foi muito mais além: deu o que tinha de melhor!

Respeitando-lhe profundamente como pessoa humana, fitou-lhe os olhos (Atos 3:4), declarou a cura em nome de Jesus e estendeu-lhe a mão (Atos 3:7), ajudando-lhe a firmar-se sobre as pernas ainda tão frágeis. A liberdade física abriu, para aquele homem, as portas para a libertação espiritual. Como conseqüência desse milagre, Pedro pôde falar a uma multidão sobre Jesus, da qual muitos se converteram. (Atos 4:4)

Mesmo sendo presos e perseguidos, eles não desistiram. A igreja primitiva impactou o contexto em que estava inserida. Não se intimidou. Aceitou os desafios! Unida, foi em direção às mazelas sociais libertando, curando, salvando vidas e transformando realidades.

Com o crescimento da igreja houve a necessidade da primeira divisão de ministérios: o ministério da oração e da palavra (Atos 6:4) e o ministério do serviço (Atos 6:2-3). Esse fato nos chama a atenção, pois demonstram que, desde seus primórdios, a Igreja já tinha como base de trabalho a evangelização e a ação social, ambas realizadas por "homens cheios do Espírito Santo".

A Igreja atual

A igreja, em suas origens, não ficou restrita em si mesma, teve uma atuação verdadeira e incisiva no meio social. E hoje? A igreja dos tempos atuais impacta o mundo? Fazemos parte da nossa comunidade evangélica para servir ou para sermos servidos? Vemos a igreja como um "grande balcão de ofertas de bençãos" onde, como "clientes", nos achegamos todos os domingos para pegar a nossa, ou nos vemos engajados nela para contribuir, de alguma forma, para que o mundo e a sociedade sejam impactados por sua ação? Eu faço diferença na igreja onde congrego? E a igreja? Faz diferença na sociedade? Faz diferença na minha cidade? No meu estado? No Brasil? O exercício do servir no reino de Deus começa com essa inquietação: "Que diferença fazemos na nossa comunidade?"

O desafio da Missão Integral

Somos uma igreja que acredita e exerce a missão integral?

"A Igreja com missão integral encarna os valores do reino de Deus e testifica o amor e a justiça revelados em Jesus Cristo, no poder do Espírito, em função da transformação da vida humana em todas as suas dimensões, tanto em âmbito pessoal como em âmbito comunitário." (René Padilha).

A igreja que exerce o ministério integral é aquela que se propõe a comunicar o evangelho mediante tudo o que é, diz e faz! É a Igreja que serve; que produz diferença na vida espiritual e no contexto social do povo e da nação! É a igreja que atua por amor a Deus e às pessoas; fruto e resultado do amor de Deus, que um dia nos resgatou e fez o Seu Espírito habitar em nosso espírito.

É este amor que deve nos constranger a nos voltarmos para o outro, alvo também do amor de Deus, e ajudá-lo em suas necessidades físicas, emocionais e espirituais, com ações concretas. Enquanto igreja somos desafiados, pelos exemplos bíblicos, e pela realidade social que cotidianamente se apresenta aos nosso olhos, a nos posicionarmos nesse momento histórico, com todas as suas características e nuanças, como proclamadora do evangelho que "faz justiça aos oprimidos e dá pão aos que têm fome; que liberta os encarcerados, abre os olhos aos cegos, levanta os abatidos, guarda o peregrino, ampara o órfão e a viúva." (Salmos 146: 7 a 9).

Como temos nos posicionado frente a esse desafio? Lembremo-nos que da obediência aos mandamentos de Deus, decorrerão bênçãos sem medida! (Isaías 58: 10 a 14)

Fonte: http://www.institutojetro.com/



Persecution in Turkmenistan

Pray for the persecuted!

All unregistered religious activity is strictly illegal here and obtaining church registration can be difficult, if not impossible. Police and the secret services monitor Christian activities. This strict surveillance makes it difficult for churches to teach the gospel. The local authorities are hostile towards Christians; dozens of believers were detained for short periods in 2011. The printing and importing of religious literature is effectively banned. Indigenous believers face open hostility of family and community and come under constant pressure to recant their faith.

Pray:

For Pastor Ilmurad who has been in prison since October 2010, sentenced to four years on false charges

For the translation of God’s Word into local languages

That government officials will be willing to register Turkmen churches and organizations.

Source: Open Doors USA


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Vamos orar pelo Butão!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

O País: Os cristãos são forçados a se reunir secretamente. Aqueles que se convertem ao cristianismo enfrentam oposição da família e da comunidade

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

O Butão permaneceu fechado ao cristianismo até 1965. Pelo testemunho fiel de cristãos no interior do país e na fronteira com a Índia, o número de convertidos cresceu de forma considerável nos últimos 25 anos. Infelizmente, o aumento nas conversões trouxe restrições.

Em 1969, a Assembleia Nacional aprovou uma resolução que afirma que nenhuma outra religião, além do budismo e o hinduísmo, seria reconhecida no país. Uma década depois, ela aprovou a legislação que proíbe outras religiões de evangelizar, embora as atividades privadas sejam permitidas.

Desde outubro de 2000, o governo do Butão parece ter empreendido uma campanha contra a minoria cristã no país.

Como os templos para igrejas são ilegais, os cristãos reúnem-se em casas. As pesquisas variam quanto à estimativa da população cristã. Acredita-se haver entre 7 e 10 mil convertidos no país, cuja maioria está na capital, Timphu. Enquanto a maioria deles é pentecostal, as igrejas domésticas e as redes às quais pertencem são independentes umas das outras.

Poucos esforços evangelísticos são realizados para com a etnia drukpa, que compreende 68% da população. Há poucos convertidos entre eles; um líder cristão afirma haver não mais que 700 drukpas convertidos no país. Os poucos grupos e igrejas missionários que operam no Butão estão mais concentrados na etnia lhotshampa, mais receptiva – etnia de ascendência nepalesa.

Infelizmente, desunião e desconfiança flagelam a Igreja butanesa. Há a formação de zonas de influência e também existe suspeita entre os grupos das Igrejas. Alguns praticam o chamado "roubo de ovelhas", fazendo discípulos entre os que já são convertidos. Há grande necessidade de líderes treinados.

A Perseguição

A perseguição no Butão não é sistemática. Atrocidades, como agressões físicas e prisões, são esporádicas. Existe discriminação das autoridades para com obreiros cristãos, mas não é elevada. Os cristãos butaneses sofrem pressão a partir de três fontes principais: o governo, a sociedade e o budismo. Atualmente, esta vertente budista Drukpa Kagyupa ainda é a religião oficial do país. Ela vigora no Butão desde o século XIII.

Os inúmeros mosteiros com seus milhares de monges desempenham um papel importante de centros da mais elevada cultura, mantendo vivas as tradições. Os monges são requisitados para atuar como médicos e para celebrar a maioria dos eventos sociais, como casamentos e funerais. Além disso, eles também são convocados para analisar horóscopos e para realizar os importantes rituais religiosos ligados a cada detalhe da vida cotidiana butanesa.

A influência dos mosteiros e dos monges na sociedade cria uma barreira cultural ao evangelho. Divulgar qualquer outra religião sob qualquer forma é um ato ilegal. O governo pressiona os cristãos para que se convertam ao budismo. Aqueles que se recusam são discriminados e passam por um tempo difícil, quando têm seus documentos ou licenças retidos. As crianças cristãs também sofrem na escola por causa de sua fé. Além de ser marginalizada socialmente, a Igreja butanesa é alvo frequente da perseguição do governo.

Só se permite que os convertidos pratiquem sua fé em reuniões particulares nas casas, mas não a ponto de propagar a fé, nem de construir templos. Os edifícios das igrejas podem ser derrubados sem nenhum motivo e acusações falsas às vezes são feitas contra cristãos. Pastores e evangelistas já foram detidos, encarcerados, torturados e mortos.

A maior parte da perseguição acontece em áreas onde os monges budistas opõem-se à presença de cristãos. Isto tem forçado os convertidos a reunir-se de forma secreta, limitando suas atividades para não despertar a raiva dos monges budistas.

História e Política

Conhecido como Druk-Yul ou "A Terra do Dragão Rugidor", o pequeno reino do Butão está localizado no alto da Cordilheira do Himalaia, em uma encosta, seis mil metros abaixo das altas montanhas cobertas de neve que o separam do Tibete, uma das cinco regiões autônomas da China. O nome Butão significa “País Alto” no idioma local.

A ocupação do Butão ocorreu ao longo dos séculos, a partir de uma série de ondas migratórias provenientes das áreas vizinhas, especialmente do Tibete. A tradição situa o início da história do Butão no século VII, quando o rei tibetano Songtsen Gampo construiu os primeiros templos budistas nos vales de Paro e de Bumthang. No século VIII, introduziu-se o budismo tântrico* pelo Guru Rimpoche, "O Mestre Precioso", considerado o segundo Buda na hierarquia tibetana e butanesa. Os séculos IX e X são de grande turbulência política no Tibete e muitos aristocratas vieram instalar-se nos vales do Butão, onde estabeleceram o seu poder feudal.

A história do país está intrinsecamente ligada às atividades religiosas. No Butão estabeleceram-se duas correntes do budismo, embora antagônicas. A sua coexistência foi interrompida pelo príncipe tibetano Ngawang Namgyel, que, fugindo do Tibete, no século XVII, unificou o Butão com o apoio da seita Drukpa, tornando-se o primeiro Shabdrung (título atribuído aos grandes líderes) do Butão – "aquele a cujos pés todos se prostram". Ele mandou construir as mais importantes fortalezas do país, que serviram para impedir as invasões mongóis e tibetanas. A partir do seu reinado estabeleceu-se um sistema político e religioso que vigorou até 1907, em que o poder foi administrado por duas entidades, uma temporal e outra religiosa, sob a supervisão do Shabdrung.

Um desses governadores, o "Penlop" de Tongsa, Ugyen Wangchuck, que já controlava o Butão central e oriental, conseguiu dominar os seus opositores de Thimbu e, assim, implantar a sua influência sobre todo o país. Em 1907 foi coroado rei do Butão, após consultas ao clero, à aristocracia e ao povo, e com a aliança dos ingleses. Foi assim criada a monarquia hereditária que hoje vigora.

Em 1950 a China Comunista invadiu o Tibete, reclamando para si o reino do Butão, por considerá-lo parte integrante do Tibete. A Índia discordou desse posicionamento do governo chinês, assegurando dessa forma a independência política do reino do Butão. O país viveu isolado do mundo durante muitos séculos, como uma forma de preservar a cultura budista de influências estrangeiras.

Atualmente o Butão está em um período de transição entre a monarquia budista absoluta e a democracia multipartidária. Entretanto, muitos butaneses gostariam que o rei Jigme permanecesse no poder.

Segundo uma pesquisa feita em 2005 pelo Centro de Estudos do Butão, 68% da população está muito satisfeita com sua vida.

A primeira Constituição do país foi ratificada em julho de 2008. Ela é baseada em princípios budistas, e sua teologia se materializa na forma de um compromisso do Estado em maximizar "a felicidade geral da nação". Direitos e responsabilidades expressos na Constituição são provenientes, em sua maioria, da cultura budista.

*O Budismo Tântrico surgiu no século VI e tem como base os textos conhecidos como Tantras. As suas bases fundamentais são a meditação, o ritual, o simbolismo e a magia.

População

A população divide-se em quatro culturas principais: tibetana, indiana, sul-asiática e nepalesa. Na década de 1990 eclodiram conflitos étnicos no país, quando seus habitantes de origem nepalesa reivindicaram direitos iguais aos demais cidadãos butaneses.

Nas décadas de 1980 e 1990, milhares de butaneses de origem nepalesa praticantes do hinduísmo se refugiaram na Índia e no Nepal, devido à pressão do governo, que, de maneira arbitrária, impunha sobre a população a cultura, costumes e religião butaneses. Essa etnia compõe atualmente cerca de 35% da população butanesa.

Economia

A área central do Butão é seu coração cultural e econômico. A política governamental segue a receita de um desenvolvimento sustentável que permite a preservação dos recursos naturais.

Quase toda a população está envolvida na pecuária e na agricultura de subsistência, sendo o arroz a principal cultura. No que concerne ao meio ambiente, o país tem sido considerado um dos mais ricos do mundo, mas isto não repercute em sua economia.

Montanhas pedregosas dominam o terreno e dificultam a construção de estradas e outros tipos de infraestrutura.

A economia butanesa é alinhada à da Índia, através de forte comércio e laços monetários. O Butão também depende da assistência financeira da Índia.

Motivos de oração:

- Ore para que Deus abençoe e proteja os cristãos que compartilham sua fé, fazendo o testemunho sobre Jesus mais efetivo.

Fonte: Missão Portas Abertas



O Evangelho integral - Reflexões sobre o Pacto de Lausanne

Nos últimos meses foram publicados nesta página do Instituto Ágape os tópicos constantes do Pacto de Lausanne, com indicação dos textos bíblicos que fundamentaram as conclusões.

O Pacto foi elaborado na Suíça, em 1974, por representantes da Igreja de Cristo vindos de mais de 150 países, a partir de uma convocação de Billy Graham. Entre conferencistas estava estavam Samuel Escobar, Francis Schaeffer, Carl Henry e John Stott. Tratou-se de uma grande expressão de unidade e de amor pelo Senhor, pela Igreja e pelas nações.

Clique aqui e acesse as publicações semanais.

Publicaremos, além desta, outras três reflexões sobre o Pacto de Lausanne, em especial, sobre o tema da Missão Integral da Igreja.

A primeira delas é de Ed Renê Kivitz, pastor da Igreja Batista de Água Branca.


O EVANGELHO INTEGRAL

Por Ed Renê Kivitz


"O evangelho todo, para o homem todo, para todos os homens".

[do Pacto de Lausanne]

. O paradigma da missão integral

O movimento da missão integral, ou teologia da missão integral, popularizado após o Congresso Internacional de Evangelização Mundial realizado em Lausanne, Suiça, em 1974, ganhou as ruas no Brasil somente depois que o Pacto de Lausanne foi publicado em português, dez anos após sua elaboração.

Desde então a expressão missão integral ficou restrita ao debate a respeito da relação entre evangelização e responsabilidade social, e chegou aos nossos dias tão reduzido que qualquer igreja que tem uma creche acredita estar “fazendo missão integral”.

Evidentemente isso é uma distorção do conceito em seus termos originais, até porque o Pacto de Lausanne é uma síntese de muitos outros documentos e de um riquíssimo debate teológico, pastoral e missional que correu pela América Latina, inclusive anos antes de Lausanne, como por exemplo no primeiro Congresso Latino-Americano de Evangelização (CLADE I), em Bogotá, 1969, e no surgimento da Fraternidade de Teólogos Latino-americanos (FTL), em Cochabamba, 1970.

O fato é que missão integral se tornou um conceito atrelado a ideias como (1) tarefa, pois é missão, e nesse sentido é menor do que o conceito de vivência ou experiência pessoal e comunitária da fé; (2) ação proselitista: ação que visa a conversão; (3) ação em favor dos pobres: diaconia, projetos sociais, atuação para mudanças das estruturas sociais; e a (4) polarização ou integração dos temas evangelização e responsabilidade social da igreja. Em outras palavras, o senso comum associa missão integral com evangelização somada à ação social, com uma perspectiva reducionista, apesar de lógica: comprometa-se com as causas da justiça social tanto para adquirir o direito de anunciar o Evangelho quanto para dar credibilidade às suas ações evangelísticas, pois o que importa mesmo é a conversão das pessoas e o crescimento da igreja.

Uma reflexão a respeito do conceito mais fundamental da teologia ou movimento da missão integral, expresso no tema central do Pacto de Lausanne, a saber, o evangelho todo para o homem todo, nos levará muito além das fronteiras definidas pela relação evangelização e responsabilidade social.

. O paradigma do evangelho integral

Para quebrar o paradigma missão integral = evangelização + responsabilidade social, proponho a substituição do termo missão integral por evangelho integral. Por evangelho integral quero dizer:

. o evangelho como lente para leitura da vida em sua totalidade

. o evangelho aplicado a todas as dimensões do humano

. o evangelho aplicado a todas as dimensões da vida

. o evangelho aplicado a todas as dimensões das relações humanas

. o evangelho aplicado a todas as dimensões da vida em sociedade

. o evangelho como realidade que afeta todas as dimensões do universo criado

Observe que alguém facilmente diria que um projeto social está relacionado com missão integral, mas dificilmente consideraria um encontro de casais realizado num hotel 5 estrelas como um projeto de missão integral. A organização de um centro comunitário é imediatamente percebido como ação de missão integral, mas um sarau com muita música e leituras de Fernando Pessoa e Adélia Prado exigiria muita explicação para que fosse associado à missão integral. O senso comum diria que o médico que dedica um final de semana para trabalho voluntário numa comunidade da periferia da cidade está fazendo missão integral, mas diria que o mesmo médico, cobrando R$ 700,00 por uma consulta em seu consultório, está realizando seu trabalho secular (não religioso), ou, no máximo, ganhando dinheiro para financiar projetos de missão integral.

É urgente ampliarmos o horizonte de reflexão. Extrapolar os limites definidos pelo debate evangelização/responsabilidade social e mergulharmos nas implicações das relações sagrado/profano e religioso/não religioso para a vivência da espiritualidade cristã pessoal e comunitária.

. O sagrado e o profano

Os termos sagrado e profano são amplamente discutidos pelos teóricos das ciências da religião, como Mircea Eliade, Émile Durkheim e Rudolf Otto. Para esses teóricos, sagrado é basicamente aquilo que porta uma manifestação do divino ou do transcendente, que Otto, por exemplo, chama de numinoso ou mysterium tremendum, e Eliade considera ser de uma ordem diferente ou de uma realidade que não pertence ao mundo natural. Nesse sentido, profano não está necessariamente associado a sujo, demoníaco, diabólico ou oposto a Deus. Profano é apenas e tão somente toda a ordem natural que não comporta uma manifestação ou relação com o divino, sobrenatural ou transcendente.

Em termos simples, a partir de uma perspectiva religiosa cristã, considero sagrado tudo aquilo que está de acordo com o caráter e os propósitos de Deus ou que a Deus esteja relacionado de maneira direta e intencional. Profano seria, então, aquilo que é neutro ou até mesmo está em oposição ao que é sagrado, isto é, aquilo que não está de acordo ou não está relacionado de maneira intencional e direta com o caráter e os propósitos de Deus.

A relação das expressões religioso/não religioso e sagrado/profano nos remete imediatamente à compreensão de que, assim como existe uma dimensão sagrada no espaço não religioso, existe também uma dimensão profana no espaço religioso.

O chamado cristão é para que todas as dimensões da vida sejam santificadas – tornadas sagradas, isto é, desenvolvidas e experimentadas de modo a se conformarem ao caráter e aos propósitos de Deus. O evangelho integral é a expressão que passo a usar para me referir ao desafio de sujeitar a Deus todas as dimensões da existência humana.

Voltando aos exemplos anteriores, um encontro de casais realizado num hotel 5 estrelas, um sarau com muita música e leituras de Fernando Pessoa e Adélia Prado, e a consulta médica ao valor de R$ 700,00 podem perfeitamente ser atividades sagradas, isto é, desenvolvidas de acordo com o caráter e os propósitos de Deus, sendo, portanto, vivências do evangelho integral.

. O espírito da coisa

A expressão evangelho integral representa melhor o espírito de Lausanne e do movimento da missão integral, a saber: o evangelho todo, para o homem todo, para todos os homens.

Fonte: EdReneKivitz.com



Persecution in Buthan

Pray for the persecuted!

As the country moves from an absolute to a constitutional monarchy, the situation is likely to change for believers. The church in Bhutan is no longer an underground church, since Christians are allowed to meet in private homes without any interference from the authorities. However, Christians in remote villages encounter more difficulties. The government is exploring possibilities for church registration, but is also concerned about preventing evangelism and is considering an amendment to the penal code aimed at prohibiting ‘conversion by coercion or inducement’.

Pray:

Thank God that there have been no reports of Christians being arrested, physically harmed or otherwise badly treated in the past year

That the transition to a more democratic rule will mean positive changes for Christians For training opportunities for Sunday school teachers and unity among pastors.

Source: Open Doors USA


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Vamos orar pelo Sudão!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

O cristianismo teria chegado ao Sudão (Núbia) por volta do século III, devido à influência cristã de seu vizinho (Egito) e de outros territórios da África dominados pelo Império Bizantino. No século VI, o rei Dongola se converteu ao cristianismo de origem copta (egípcio).

A conversão do rei colaborou para que missionários cristãos convertessem todo o Sudão por volta do século VI, mas forças islâmicas subjugaram completamente os reinos cristãos nos séculos XIII e XIV.

Atualmente, o país é o lar de milhões de cristãos, estimados em quase 20% da população. Eles se concentram principalmente na região sul, onde se acredita que 80% dos habitantes pratiquem o cristianismo.

A Perseguição

Apesar da intensa perseguição, os cristãos sudaneses têm realizado ministérios significativos, com Cruzadas evangelísticas na capital, Cartum, e igrejas se multiplicando rapidamente no sul do país. Apesar do risco substancial, diversas organizações estrangeiras oferecem ajuda humanitária, literatura e treinamento à igreja sudanesa.

As campanhas coercitivas de islamização promovidas pela Frente Islâmica Nacional (FIN) e dirigidas primariamente aos cristãos e animistas negros do sul do país constituem um dos ataques mais cruéis à igreja cristã de que se tem notícia no mundo. Há uma ampla e atualizada documentação que denuncia a venda de cristãos como escravos a comerciantes árabes do norte do Sudão, a separação de famílias, a imposição coercitiva da fé islâmica a crianças cristãs, a total destruição de igrejas e o uso de tortura. Relatos ainda revelam a prática da “crucificação” de cristãos, que consiste no espancamento de pessoas amarradas em cruzes.

Ao longo dos últimos anos, nove instituições católicas foram demolidas ou confiscadas. Além disso, pastores são detidos e encarcerados sob falsas acusações, e já houve casos de prisão e condenação à morte de muçulmanos convertidos ao cristianismo.

Os cristãos estão enfrentando muitas ameaças que vem da sociedade, majoritariamente islâmica, e do governo. Os líderes das igrejas disseram que o governo está endurecendo ainda mais o controle sobre as igrejas e existe o desejo das autoridades de eliminar o cristianismo do país.

História e Política

O Sudão é o maior país da África, localizado no centro-leste do continente. Seu território divide-se em duas regiões bem distintas: uma área desértica ao norte e uma área de savanas e florestas tropicais ao sul. O nome Sudão deriva da expressão árabe Bilad-al-Suden, que significa “país ou terra dos negros”.

A história do Sudão tem uma forte ligação com o Egito: quando houve a unificação do Baixo e Alto Egito no terceiro milênio a.C., quase toda a região banhada pelo Rio Nilo foi dominada pelos egípcios. Na antiguidade, o Sudão era conhecido como Núbia (considerada a mais antiga civilização da África) e seus habitantes foram denominados etíopes, primeiro pelos gregos e depois pelos romanos.

Os árabes muçulmanos chegaram à Núbia no século VII com a intenção de pregar o islamismo, mas os cristãos dali fizeram um acordo para conseguir manter sua religião intacta. Esse acordo durou mais de 600 anos e implicava o pagamento de um tributo anual de 400 escravos.

No século XIII, porém, os muçulmanos mamelucos investiram pesado para impor a religião islâmica e, dessa forma, aumentar sua influência e poder no país. Os mamelucos conseguiram dominar toda a Núbia: derrubaram o rei cristão Dongola, colocando um príncipe muçulmano em seu lugar, e aboliram o tributo. Nos cinco séculos seguintes, o Sudão foi governado por reis muçulmanos.

Conflitos entre o Egito, o Sudão, a Etiópia e a Grã-Bretanha deram origem a um domínio anglo-egípcio na região, que se iniciou em 1899. Tal domínio sobreviveu às duas Guerras Mundiais e adentrou a década de 50, quando o crescente sentimento nacionalista levou o Sudão à sua completa independência em 1956.

Após a obtenção de sua autonomia, o país foi rapidamente devastado por uma guerra civil que durou quase vinte anos, seguida de uma década de paz frágil e delicada. O conflito recomeçou nos anos 90, quando fundamentalistas islâmicos tomaram o poder e impuseram novas leis, estabelecendo a sharia em todo o território sudanês. Cristãos que habitavam o sul do país protestaram e, ao ser ignorados, partiram para o conflito armado.

A Separação - Norte e Sul

Esse período de 50 anos de guerra civil (1955-2005), com um breve intervalo de 11 anos, teve como pano de fundo razões políticas, econômicas e religiosas.

Economicamente o Sul do país, de maioria cristã, é mais rico em reserva de petróleo e recursos naturais que o Norte, exigindo mais autonomia política. Já o Norte, de maioria muçulmana, queria autonomia sobre todo o território sudanês, exigindo que todo o país fosse submetido à legislação islâmica, a Sharia. Além disso, é no norte que se encontram os portos de exportação de petróleo, o que torna uma região (ou país) dependente da outra. A soma total de mortos no conflito é de aproximadamente 2 milhões de sudaneses, tendo se encerrado em janeiro de 2005, com um acordo de paz entre o Norte e o Sul do país.

Tal acordo de paz foi fundamental para a pretensão do Sul de se separar do Norte, e, no dia 9 de julho de 2011, foi criado o Sudão do Sul. Há ainda em jogo muitas questões entre o Sudão do Sul e o Sudão (norte) que podem gerar um conflito militar, como demarcação de fronteiras, dívida externa, transações bancárias, transportes de uma região a outra e o controle sobre a região de Abyei.

A Fome

O Sudão é um dos países mais pobres do mundo e os cristãos são os que se encontram em pior situação entre a população sudanesa. Quase 2,4 milhões de sudaneses estão ameaçados pela fome causada pela seca e pela guerra civil que terminou em 2005.

Os combatentes desalojam a população civil, roubam os rebanhos e incendeiam vilarejos. Além disso, terras férteis estão improdutivas em função da constante movimentação da população, que foge das áreas de conflito. Apesar dos esforços realizados pelo Programa de Alimentação Mundial das Nações Unidas, como o envio de 15 mil toneladas de alimentos em agosto de 1998, pouca ajuda chega aos refugiados famintos.

Tal situação é explicada em parte pela atitude constante do governo de Cartum de reter as remessas humanitárias como retaliação aos ataques das forças rebeldes do Sul. Além disso, muitas tropas rebeldes acabam distribuindo a comida para seus próprios soldados, contribuindo para o desvio dos alimentos.

População

A população do Sudão é composta do diversos grupos étnicos. Juntas, as populações do Norte e do Sul somam quase 55 milhões de pessoas.

O islamismo é praticado por 70% dos sudaneses. Uma considerável minoria - cerca de 10% - continua a seguir crenças e tradições tribais. Muitos dessa minoria estão se voltando ao cristianismo.

Com a divisão do país em Sudão do Sul e Sudão (norte), o Sul ficou com uma população majoritariamente cristã e animista, e o norte, muçulmana.

Economia

O petróleo é um dos principais gêneros de exportação do Sudão, mas o setor agrícola corresponde a 80% da força de trabalho do país, sendo seus principais produtos o algodão e a goma arábica.

O desenvolvimento industrial do país ainda é muito limitado e os vários anos de guerra civil contribuíram para o não crescimento econômico neste setor. Nos últimos anos, o país investiu pesado na indústria militar.

Motivos de oração:

- Para que haja efetiva liberdade religiosa no país.

- Pela estrutura sócio-econômica, sendo reduzida a pobreza e a desigualdade.

- Pelo fortalecimento e crescimento da minoria cristã ali existente.

Fonte: Missão Portas Abertas



Retorno de Cristo - Pacto de Lausanne



15. O RETORNO DE CRISTO

Cremos que Jesus Cristo voltará pessoal e visivelmente, em poder e glória, para consumar a salvação e o juízo. Esta promessa de sua vinda é um estímulo ainda maior à evangelização, pois lembramo-nos de que ele disse que o evangelho deve ser primeiramente pregado a todas as nações. Acreditamos que o período que vai desde a ascensão de Cristo até o seu retorno será preenchido com a missão do povo de Deus, que não pode parar esta obra antes do Fim. Também nos lembramos da sua advertência de que falsos cristos e falsos profetas apareceriam como precursores do Anticristo. Portanto, rejeitamos como sendo apenas um sonho da vaidade humana a idéia de que o homem possa algum dia construir uma utopia na terra. A nossa confiança cristã é a de que Deus aperfeiçoará o seu reino, e aguardamos ansiosamente esse dia, e o novo céu e a nova terra em que a justiça habitará e Deus reinará para sempre. Enquanto isso, rededicamo-nos ao serviço de Cristo e dos homens em alegre submissão à sua autoridade sobre a totalidade de nossas vidas.

(Mc. 14:62; Hb. 9:28; Mc. 13:10; At. 1:8-11; Mt. 28:20; Mc. 13:21-23; Jo. 2:18; 4:1-3; Lc. 12:32; Ap. 21:1-5; II Pd. 3:13; Mt. 28:18)

CONCLUSÃO

Portanto, à luz desta nossa fé e resolução, firmamos um pacto solene com Deus, bem como uns com os outros, de orar, planejar e trabalhar juntos pela evangelização de todo o mundo. Instamos com outros para que se juntem a nós. Que Deus nos ajude por sua graça e para a sua glória a sermos fiéis a este Pacto! Amém. Aleluia!

[Lausanne, Suíça, 1974]


Persecution in Sudan

Pray for the persecuted!

Religious freedom is severely restricted by government and society. Islamic groups, wanting to form an Islamic state, persecute the church. Conversion is not recognized: believers from a Muslim background are treated as if they are Muslims. Following South Sudan’s secession from the north in July 2011, the President asserted that Sudan’s constitution would be based on Sharia (Islamic law). Many believers have since left the country. The possibility of war between Sudan and South Sudan is a concern for Christians – warfare can easily cover up acts of religious persecution.

Pray:

Praise God that, despite the difficulties, the number of Muslim-background believers in Sudan is rising

For peace and stability in this volatile region

That God will strengthen individual Christians to stand strong.

Source: Open Doors USA


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Membros de Igreja não registrada na China são presos

A perseguição aos cristãos na China abrange desde multas e confisco de Bíblias até a destruição de templos. Evangelistas são detidos, interrogados, torturados e aprisionados. Esse grupo em específico foi detido por pregar sobre Jesus e liberado somente quatro dias depois.

Segundo a agência de notícias ChinaAid, a equipe evangelística foi detida pela polícia, no sul da cidade de Shenzhen, por distribuir panfletos e pregar o Evangelho. O grupo só foi liberado em 31 de outubro, quatro dias depois da prisão.

Esta equipe tem viajado por toda a China para pregar o Evangelho. Quando foram presas, em 27 de outubro, as seis pessoas envolvidas participavam de atividades evangelísticas em uma praça em Shenzhen, local que faz fronteira com Hong Kong.

Entre os detidos estava um cristão cego, Li Hailing, de Handan, na província de Hebei. Ele contava seu testemunho pessoal, quando a polícia chegou. Os demais foram: Du Weixiao, de Nanchang, província de Jiangxi; Huo Xiaofeng, de Xuchang; Henanprovinc; e Han Dongkui de Yanji, província de Jilin.

Teoricamente, os cristãos chineses têm direito à liberdade religiosa, mas o espaço para evangelização é limitado. Além da perseguição governamental, as tentativas de evangelização de muçulmanos no extremo noroeste do território chinês têm enfrentado resistência e alguns ataques.

As leis religiosas que entraram em vigor em 1º de março de 2005 aumentaram a pressão sobre grupos não-registrados, exigindo que se legalizassem ou se preparassem para sofrer as consequências. Saiba mais sobre a China aqui.

Fonte: Sepal / ChinaAid

Vamos orar pelo Egito!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

O cristianismo chegou ao Egito logo no 1º século d.C. Segundo a tradição, foi o apóstolo Marcos que fundou a Igreja de Alexandria. Alexandria era na época uma das principais cidades do Império Romano e contava com um número considerável de judeus que residiam ali. O islamismo só chegou ao país séculos depois, mas conversões em massa fizeram dele a religião principal.

Os egípcios cristãos que se recusaram a aderir à fé islâmica são conhecidos como Coptas (palavra grega que significa egípcio). A igreja Ortodoxa Copta é, portanto, uma das mais antigas do mundo. Os coptas são considerados por muitos estudiosos aqueles que preservaram o que restou da língua e cultura egípcias após a dominação dos muçulmanos. Esta Igreja não está em comunhão nem com a Igreja Católica nem com as Igrejas Ortodoxas de tradição bizantina, como a Russa, a Grega e outras do leste europeu.

Os coptas ortodoxos pertencem à comunhão de igrejas que se separaram do resto do cristianismo depois do Concílio de Calcedônia, no século V, que inclui ainda a Igreja Armênia, a Igreja Etíope, entre outras. Os coptas têm feito grandes contribuições para o cristianismo universal, contando com grandes figuras, como Santo Antão. Deve-se também aos coptas a preservação de inúmeros textos sagrados.

Hoje o cristianismo abrange em torno de 11% da população egípcia, sendo considerada a maior população cristã nos países árabes. Sua participação percentual está crescendo lentamente, em função dos nascimentos em lares cristãos. A cada ano, o contingente cristão sofre baixas devido à emigração e à conversão ao islamismo. A Igreja evangélica começou há 150 anos e é ativa na implantação de igrejas e na área da educação e da saúde.

A perseguição

Embora os cristãos tenham liberdade religiosa, estão sujeitos a discriminação por parte da sociedade e de representantes do governo. Certo líder cristão afirmou: "A situação que vejo a meu redor frequentemente me entristece. Em minha cidade, que costumava ser inteiramente cristã, o quadro piora diariamente.

A maioria da população tornou-se muçulmana e muitos cristãos saíram do país ou foram para cidades maiores. Aqueles que permaneceram vivem geralmente em estado de extrema pobreza. Existem muitas pessoas que se autodenominam cristãs, mas dificilmente sabem alguma coisa sobre Cristo. A maioria não possui Bíblia e tampouco treinamento. É muito fácil os cristãos serem influenciados pelas doutrinas islâmicas e renunciarem à fé cristã, às vezes estimulados por ganhos materiais.

O mandamento de Deus para nós aqui, no norte do Egito, é ‘fortalecer os fracos, trazer de volta os desgarrados e buscar os perdidos’, ou seja, cuidar do rebanho. Tentamos fazer isso de diversas formas. Em primeiro lugar, por meio de nossas aulas de alfabetização. Esse é um trabalho muito eficaz, que tem levado muitos a conhecer Jesus Cristo. Em segundo lugar, iniciamos um novo sistema de cursos bíblicos por correspondência. Com a falta de pastores em muitas igrejas, também iniciamos um programa de treinamento para líderes leigos que possam assumir a responsabilidade por suas respectivas comunidades.”

“O treinamento desses jovens da região é a chave, não somente para a sobrevivência da Igreja, mas também para seu crescimento e expansão. Além disso, estamos estabelecendo grupos de estudo bíblico. Vamos de aldeia em aldeia, formamos pequenos grupos e semanalmente estudamos a Bíblia e cantamos na casa de um dos integrantes.

Pelo fato de as garotas adolescentes formarem um grupo vulnerável em nossa sociedade, temos organizado conferências regulares para elas, abordando temas como a dinâmica do casamento cristão, doutrinas básicas da fé e como lidar com o medo. Elas correm o risco de ser estupradas por garotos muçulmanos e, de certa forma, obrigadas a se casar com eles”.

Os muçulmanos que se convertem sofrem severa perseguição também. Eles podem ser marginalizados pela sociedade, presos, torturados e até mortos. Tudo isso acontece, em primeiro lugar, porque o governo não reconhece a conversão de muçulmanos a outra religião. Embora vários muçulmanos se convertam ao cristianismo a cada ano, o estigma social de deixar o islã força a maioria a esconder sua decisão. A designação religiosa de "muçulmano" na identidade obriga-os a ter uma vida dupla. São obrigados a se casar segundo a sharia (lei islâmica) e suas crianças têm de receber instrução religiosa islâmica na escola.

História e Política

O Egito é quatro vezes maior que o Estado de São Paulo, mas a maior parte de seu território encontra-se no deserto. Somente 3% das terras são aráveis, geralmente as que se encontram às margens do Rio Nilo. A Península do Sinai - território estratégico que é a única ligação entre a África, a Europa e o Oriente Médio - encontra-se em território egípcio. Além disso, o Egito detém o controle sobre o Canal de Suez, a ligação marítima que permite o caminho mais curto entre o Oceano Índico e o Mar Mediterrâneo.

Seu nome em português provém do grego "Aígyptos", que, por sua vez, provém do egípcio "Há-K-Phtah" ("Morada de Phtah"). Todavia, o nome mais antigo do país é "Kemet" ("Terra negra"), devido às terras escuras e férteis depositadas pelas baixas do rio Nilo. A história do Egito remonta há mais de 4 mil anos antes de Cristo e permaneceu estável por mais de 3.500 anos.

Antes da existência dos dois reinos (alto e baixo Egito), a região era dividida em cidades-estados, “nomos”, independentes politicamente, mas podemos dividir essa rica história em dois períodos: Pré-dinástico (até 3.200 anos a.C), época em que não havia centralização política, e dinástico, quando os reinos do Alto e Baixo Egito foram unificados sob o domínio político/espiritual de um Faraó. Embora numa região desértica e de clima semiárido, o Egito era uma civilização privilegiada por estar no vale do Rio Nilo, tendo usufruído desse privilégio por séculos.

Os egípcios tinham uma organização social, política e econômica invejável para a época: cultivavam cereais (trigo, cevada, algodão, papiro, linho), favorecidos pelas desenvolvidas obras de irrigação, além da criação de animais (pastoreio), artesanato e comércio. Os egípcios são os responsáveis pela construção de grandes obras arquitetônicas da antiguidade, entre elas as três grandes pirâmides: Quéfrem, Quéops e Miquerinos.

O Egito teve, ao longo de sua história, 31 dinastias, até ser conquistado pelos persas em 343 a.C. Em 332 a.C. passou a integrar o Império Macedônio, após ser conquistado por Alexandre, O Grande. Cleópatra é considerada o “último faraó” do Egito, tendo governado até o ano 30 a.C., quando o Império Romano o transformou em província. O Egito se tornaria mais tarde parte do Império Romano do Oriente (Império Bizantino), até a chegada dos árabes, no século VII, que dominaram e islamizaram o país. Muito da história, escrita, língua e religião do antigo Egito se perdeu ao ser dominado por outros povos e culturas.

A história recente do Egito foi construída sob o domínio de impérios. Primeiro, os otomanos dominaram o país por dois séculos (1517-1798). Depois, o Egito sofreu com a invasão do general francês Napoleão Bonaparte, que fora reprimido pelas tropas otomanas e inglesas. Os britânicos passaram a ocupar o Egito em 1882 e ali permaneceram até 1954. Os britânicos tinham interesse em dominar o Canal de Suez, que facilitaria a rota marítima britânica até a Índia. Durante a I Guerra Mundial, a Grã-Bretanha estabeleceu o Egito como seu protetorado. Na década de 1950 surgiu no Egito um importante líder político chamado Gamal Abdel Nasser, que seria um dos responsáveis pela queda do rei Faruk e pela independência do Egito, assim como pelo surgimento do movimento pan-arabista, que impulsionou a independência de outros países do mundo árabe. Nasser se tornou o primeiro presidente do Egito em 1956; após sua morte, foi sucedido por Anwar Sadat, que, por sua vez, foi assassinado em 1981 por seus acordos com Israel, dando lugar ao general Hosni Mubarak.

Após mais de 30 anos no poder, Hosni Bubarak renunciou, diante da onda de manifestações sociais e políticas pela qual passou o Egito e outros países do mundo árabe, no início de 2011, num evento conhecido como “Primavera Árabe”, em que a população reivindicava profundas reformas políticas, mais liberdade e direitos. O processo eleitoral para a escolha de um novo parlamento e do sucessor de Mubarak teve inicio em novembro de 2011, do qual o Partido Liberdade e Justiça (PLJ) braço politico da Imandade Muçulmana saiu vitorioso.

População

Apesar da presença de outros povos do Oriente Médio no país, a maior parte da população é composta por árabes egípcios.

A população egípcia é composta por diversas etnias, a maioria com suas origens em um povo semítico-camítico; há uma minoria de beduínos, que mantém uma organização e práticas tribais e nômades na área desértica do país; o terceiro maior grupo étnico são os núbios, um povo africano estabelecido há milhares de anos no Alto Nilo. Há uma considerável herança étnica dos povos que passaram pelo território: romanos, gregos, turcos, circassianos, ingleses e franceses.

O árabe é a língua oficial; o inglês e o francês são utilizados por uma elite culta; o copta é utilizado pela minoria cristã em práticas religiosas; há minorias que falam idiomas bérberes, núbio ou oromo. Cerca de 72% da população egípcia com mais de 15 anos é alfabetizada e cerca de 43% da sua população total vive em áreas urbanas.

Economia

A economia do Egito baseia-se na agricultura, na exportação de petróleo, em taxas alfandegárias cobradas dos navios que transitam pelo Canal de Suez e no turismo. O país dispõe também de um mercado de energia bem desenvolvido, baseado no carvão, petróleo, gás natural e hidroelétricas.

O nordeste do Sinai possui depósitos de carvão que produzem cerca de 600 000 toneladas ao ano. Produzem-se petróleo e gás nas regiões desérticas a oeste, no golfo de Suez e no delta do Nilo. O Egito tem enormes e importantes reservas de gás.

Motivos de oração:

- Pela situação política do país.

- Por ousadia e perseverança aos cristãos.

Fonte: Missão Portas Abertas



O poder do Espírito Santo - Pacto de Lausanne



14. O PODER DO ESPÍRITO SANTO

Cremos no poder do Espírito Santo. O pai enviou o seu Espírito para dar testemunho do seu Filho. Sem o testemunho dele o nosso seria em vão. Convicção de pecado, fé em Cristo, novo nascimento cristão, é tudo obra dele. De mais a mais, o Espírito Santo é um Espírito missionário, de maneira que a evangelização deve surgir espontaneamente numa igreja cheia do Espírito. A igreja que não é missionária contradiz a si mesma e debela o Espírito. A evangelização mundial só se tornará realidade quando o Espírito renovar a igreja na verdade, na sabedoria, na fé, na santidade, no amor e no poder. Portanto, instamos com todos os cristãos para que orem pedindo pela visita do soberano Espírito de Deus, a fim de que o seu fruto todo apareça em todo o seu povo, e que todos os seus dons enriqueçam o corpo de Cristo. Só então a igreja inteira se tornará um instrumento adequado em Suas mãos, para que toda a terra ouça a Sua voz.

(I Co. 2:4; Jo. 15:26;27; 16:8-11; I Co. 12:3; Jo. 3:6-8; II Co. 3:18; Jo. 7:37-39; I Ts. 5:19; At. 1:8; Sl. 85:4-7; 67:1-3; Gl. 5:22,23; I Co. 12:4-31; Rm. 12:3-8)



Persecution in Egypt

Pray for the persecuted!

Since the revolution of January 2011, levels of violence against Christians have increased. Salafi Muslim attacks on churches led to the massacre at Maspero where the military did nothing to protect Christians and even participated in the killings. In rural areas, Copts are constantly terrorized, while security forces turn a blind eye; Coptic girls are abducted and forced into Islamic marriages. Support for the Muslim Brotherhood and the Salafists is growing, but the army still retains power.

Pray:

That God will bring peace and justice to Egypt through those who govern this country

For the church as it disciples and supports Muslim-background believers in secret

Thank God for the prayers of Christians and the increased unity between denominations.

Source: Open Doors USA


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Vamos orar pela Mauritânia!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

O País: Os cristãos evangélicos são vistos como um perigo para o país. Muitos líderes de igrejas acreditam que a perseguição irá aumentar em breve

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

O cristianismo chegou à Mauritânia no início do século XX por meio de padres católicos e missionários. Os cristãos não chegam a 1% da população, somando apenas cerca de mil pessoas. Há protestantes na capital, mas eles não têm sido capazes de iniciar nenhum trabalho de peso no país. A maior parte da atividade evangelística é dirigida a trabalhadores imigrantes da África subsaariana.

Não há igreja liderada por mauritanos. Os cristãos do país não conhecem muito do cristianismo e têm princípios bastante influenciados pelo islamismo. Há missionários no país. Todos eles estão envolvidos com o trabalho de organizações não governamentais (ONGs), ou possuem um emprego secular para garantir seu sustento.

A Perseguição

A constituição de 1991 define a Mauritânia como uma nação islâmica; seu artigo 5 afirma: “O Islã é a religião do povo e do Estado”. A lei islâmica (Sharia) é a base da jurisdição em todos os aspectos da sociedade do país. O governo se encarrega de manter o cristianismo longe do povo, proibindo o proselitismo e a impressão e distribuição de materiais cristãos ou mesmo de qualquer outra religião que não a islâmica. A conversão de muçulmanos a outras religiões é estritamente proibida.

A lei diz que a apostasia (abandono do islamismo) resultará na morte do convertido, embora essa sentença não tenha sido executada (formalmente) nos últimos anos. Há também artigos na lei de imprensa que restringem a impressão, a distribuição e a importação de materiais religiosos não islâmicos, embora a posse pessoal desses materiais não seja ilegal.

A divisão da sociedade em tribos e castas dificulta ainda mais a vida dos convertidos. A tribo da qual o indivíduo faz parte é mais importante do que o país, pois as tribos existem bem antes de o país se formar. A atitude de se converter ao cristianismo é vista pela tribo como uma negação dos valores e da identidade do grupo. Isso faz com que alguns não queiram se converter e que os convertidos não queiram revelar sua nova fé.

Novos convertidos são rejeitados pela família e pela tribo, e membros da tribo podem ser encontrados em praticamente qualquer lugar. As pessoas de origem cristã também sofrem opressão severa em sua comunidade.

História e Política

Banhada pelo Atlântico Norte, a Mauritânia está localizada no noroeste da África, entre o Senegal e o Saara Ocidental, possuindo ainda fronteiras com a Argélia e o Mali. O território da Mauritânia abrange mais de um milhão de quilômetros quadrados, uma área equivalente a quatro vezes o Estado de São Paulo. O relevo mauritano é caracterizado principalmente pelas áridas planícies do deserto do Saara, ocorrendo algumas formações montanhosas. O nome do país significa em latim “terra dos mouros”.

Por volta do século III da Era Cristã, tribos de berberes nômades migraram do Marrocos para a Mauritânia. Com a chegada do islamismo ao país no século VII, os berberes foram convertidos à nova religião. Do século VII ao XI, a Mauritânia foi incorporada ao império de Gana; após esse período, o país passou a ser liderado por guerreiros muçulmanos. A islamização da Mauritânia foi um processo gradual que durou certa de 500 anos. Assim como em outros países, o comércio com os árabes muçulmanos foi um facilitador para isso.

No século VIII, os árabes-mouros conquistaram parte da península ibérica, uma região conhecida como Andaluzia; a civilização mouro-muçulmana foi predominante durante a Idade Média nessa região. Seu domínio na Europa acabou quando os reis católicos Isabel de Castela e Fernando de Aragão reconquistaram a cidade de Granada e expulsaram o último remanescente de mouros na região. O termo “mouro” é utilizado não só para se referir aos habitantes do noroeste da África, que são muçulmanos ou falam árabe, mas também a muçulmanos de origem espanhola.

No início do século XIX, a França passou a dominar o rio Senegal e a costa da Mauritânia; no começo do século XX, o país foi declarado protetorado francês. Após a Segunda Guerra Mundial, uma série de reformas no sistema colonial francês levou à independência da Mauritânia (1960) e de países da África Ocidental. A Mauritânia é considerada o último país do mundo a abolir a escravidão, em 1982. De 1976 a 1991, o país se envolveu na guerra do Saara Ocidental: a Mauritânia anexou a parte sul do Saara, enquanto a parte norte ficou sob o domínio do Marrocos. Um grupo nacionalista chamado Frente Polisário se revoltou contra a ocupação de ambos os países, mas devido aos altos gastos com o conflito, a Mauritânia se retirou da guerra em 1979.

Após alguns golpes militares, o país aprovou uma nova constituição em 1991, estabelecendo o multipartidarismo. Atualmente a Mauritânia é uma república, com eleições presidenciais a cada 5 anos.

População

A população da Mauritânia é composta por diferentes grupos étnicos: dois quintos são negros africanos, 30% é composta por mouros descendentes diretos dos berberes e, por último, existem no país os árabes, que são, em sua maioria, nômades, representando dois terços da população.

Economia

A economia da Mauritânia está dividida entre o setor agrícola e uma indústria moderna de mineração. A maior parte da população do país sobrevive através da agricultura e da pecuária; cerca de 60% dependem de cultivo de plantações e da pastagem do gado.

O país é muito rico em minério e ferro, representando quase 50% das exportações do país. A descoberta de poços de petróleo em 2001 trouxe ao país uma nova fonte de renda e a possibilidade da criação de mais empregos.

Motivos de oração:

- Pela melhoria das condições de vida da população.

- Pelos povos não alcançados dentro do país.

- Pelos trabalhos de tradução da Bíblia para as línguas locais.

Fonte: Missão Portas Abertas e Intercessão Mundial



Liberdade e perseguição - Pacto de Lausanne



13. LIBERDADE E PERSEGUIÇÃO

É dever de toda nação, dever que foi estabelecido por Deus, assegurar condições de paz, de justiça e de liberdade em que a igreja possa obedecer a Deus, servir a Cristo Senhor e pregar o evangelho sem impedimentos. Portanto, oramos pelos líderes das nações e com eles instamos para que garantam a liberdade de pensamento e de consciência, e a liberdade de praticar e propagar a religião, de acordo com a vontade de Deus, e com o que vem expresso na Declaração Universal do Direitos Humanos. Também expressamos nossa profunda preocupação com todos os que foram injustamente encarcerados, especialmente com nossos irmãos que estão sofrendo por causa do seu testemunho do Senhor Jesus. Prometemos orar e trabalhar pela libertação deles. Ao mesmo tempo, recusamo-nos a ser intimidados por sua situação. Com a ajuda de Deus, nós também procuraremos nos opor a toda injustiça e permanecer fiéis ao evangelho, seja a que custo for. Não nos esqueçamos de que Jesus nos preveniu de que a perseguição é inevitável.

(I Tm. 1:1-4, At. 4:19; 5:29; Cl. 3:24; Hb. 13:1-3; Lc. 4:18; Gl. 5:11; 6:12; Mt. 5:10-12; Jo. 15:18-21)


Persecution in Mauritania

Pray for the persecuted!

Islam has been entrenched in the West African nation of Mauritania for 1000 years with little challenge. There is no church under local leadership, while the handful of indigenous believers who do exist (between 400 to 1,000) are extremely ignorant about the basic tenets of Christianity.

The persecution of Christians in Mauritania worsened after General Aziz toppled the country's elected president in 2008. Mauritanian pro-democratic parties urged the African Union to pressure the ruling junta to obey its directive to reinstate the toppled president. After many discussions and the dismissal of the former president, General Aziz was elected as the new president in July 2009.

This political turbulence has made matters even more challenging for the few Mauritanian Christians who do exist.

The Mauritanian Constitution defines the country as an Islamic republic and recognizes Islam as the only religion of its citizens. As such, the printing and distribution of non-Islamic religious materials is strictly prohibited, as is evangelizing Muslims. Article 11 of the Press Act is used to prevent proselytizing of Muslims by non-Muslims, and to restrict the printing, distribution and importation of non-Islamic religious materials.

The Government takes great pains to enforce this and to prevent Mauritanian citizens from hearing the gospel. Expatriates suspected of trying to proselytize Mauritanians are subject to harassment, interrogation, brief imprisonment and even expulsion.

In June 2009, a Christian aid worker was murdered. The murder was claimed by al-Qaida in the Maghreb (AQIM), a terrorist group of Algerian origin, recently linking up with al-Qaida and widening the scope of its activities to the whole of North Africa.

In August 2009, 150 Sub-Saharan Christians were arrested for having their own church meeting. Local police were responsible for the arrests and torture.

Many other examples of persecution abound.

Conversion to another religion is punishable by death, although no such sentences have been carried out by the state recently. However, new believers do face rejection by their family and tribe. It is hard for Westerners to understand the full impact of a Christian being rejected by his tribe. For a Mauritanian, their tribe is even more important than their country and usually defines the only life and community they know.

Christians also face enormous hardship because of the economic conditions. One of the world’s poorest countries, one third of all Mauritanian children are malnourished. When there is enough food, it is often too expensive for the poor to afford. While the government’s obedience to World Bank economic liberalization has brought financial growth, it has also plunged many of the working poor into even greater poverty.

One effect of the extreme poverty is that there is great illiteracy. More than 50% of the adult population is illiterate. This prevents the few Mauritanian Christians who do exist from being able to read the Bible. No full translation of the scriptures is even available in Hassaniya Arabic, the language of Mauritania.

Source: Open Doors USA


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