"Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência..."

Vamos agradecer a Deus!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

De agosto a dezembro desse ano, estivemos orando pelos 20 países onde há maior perseguição aos cristãos, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos. São os países:

Coréia do Norte, Afeganistão, Arábia Saudita, Somália, Irã, Maldivas, Uzbequistão, Iêmen, Iraque, Paquistão, Eritreia, Laos, Nigéria, Mauritânia, Egito, Sudão, Butão, Turcomenistão, Vietnã e Chechênia.

Vimos que são diversas as formas de perseguição aos nossos irmãos e irmãs. Alguns são excluídos do convívio familiar ou social, sofrendo restrições diversas, outros são presos ou até mesmo mortos por causa do Evangelho.

Sabemos que a perseguição sempre acompanhou a Igreja do Senhor Jesus. Muitos dos primeiros discípulos morreram como mártires. E já havíamos sido advertidos pelo próprio Mestre sobre isso.

No entanto, a própria Palavra de Deus nos exorta a orar:

"Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens; pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade; porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade. Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem" (1 Timóteo 2:1-5).

Por essa razão, precisamos sempre nos colocar diante de Deus, clamando contra a injustiça, intercedendo pelo Corpo de Cristo, orando pelas autoridades, com fé.

"E Jesus, respondendo, disse-lhes: Tende fé em Deus; porque em verdade vos digo que qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito. Por isso vos digo que todas as coisas que pedirdes, orando, crede receber, e tê-las-eis" (Marcos 11:22-24).

Cremos que nossas orações foram ouvidas, e que algo foi mudado na vida de nossos irmãos e irmãs nesses países. Portanto, hoje mesmo, louve e agradeça a Deus!


Vamos orar pela Chechênia!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

O Cristianismo teria chegado à região do Cáucaso nos primeiros séculos de dominio político-militar do Império Bizantino sobre suas terras. Os bizantinos tinham muito interesse em controlar o comércio no Mar Negro e para isso precisavam controlar a região.

No século XVI, os russos conquistaram a região nordeste do Cáucaso, procurando exercer sua influência cristã sobre os nativos. A Igreja Ortodoxa Russa exerceu, por séculos, importante influência política e religiosa na região.

Estima-se que atualmente haja cerca de 24 milhões de habitantes na região do Cáucaso (região onde se encontra a Chechênia); desse total, 8 milhões são cristãos, sendo que a Chechênia é a única “província” (a Rússia não reconhece o Estado Checheno) com maioria muçulmana.

Perseguição

Organizações islâmicas políticas e religiosas pressionam a sociedade para aderir à fé muçulmana. Elas implementam as suas próprias leis em um país onde a autoridade do governo central é favorável ao islamismo.

O próprio presidente tem poder considerável. Há pouco tempo, ele decretou que todas as estudantes e funcionárias públicas da Chechênia deveriam cobrir a cabeça com véu. As autoridades locais e a família também pressionam os convertidos para voltar ao islamismo, controlando seus movimentos e atividades.

Como o cristianismo é associado, muitas vezes, com a Rússia, alguns até marcam o conflito checheno como um confronto entre cristianismo e islamismo. Por causa dessa associação, tornar-se cristão significa "tornar-se russo", o que já é motivo suficiente para que a perseguição comece. Ter a Bíblia em casa representa um grande risco.

História e Política

Localizada no sul da Rússia, a República da Chechênia é rodeada em quase todos os lados pelo território russo, mas compartilha sua fronteira com a Geórgia, nas montanhas do Cáucaso. Não se sabe ao certo a origem do nome Chechênia, o que se sabe é que provavelmente deriva da palavra chechen, nome de um povo que habitou a região. Os chechenos se denominam “nokhchis”, que significa povo.

A Chechênia é uma das 21 repúblicas do território russo situadas nas montanhas de Cáucaso. Os russos anexaram a região ao seu território em 1859, superando a resistência do imã Shamil, depois de uma campanha longa e sangrenta. Desde então, há um movimento de resistência na área. No começo, os chechenos rejeitavam a colonização da Rússia e lutavam pela criação de um Estado islâmico. A presença de petróleo e sua posição estratégica no Cáucaso são fatores importantes neste conflito contínuo.

A Primeira Guerra Chechena (1994-96) foi causada pela tentativa do país de se separar da Rússia, e pela tentativa russa de impedir que isso acontecesse. O conflito foi seguido por um período de ausência de lei, incitando forças russas a invadir e recapturar a cidade de Grozny - a Segunda Guerra Chechena (1999-2000).

A década passada viu várias campanhas russas para manter a influência na região. O presidente Ahmed Kadyrov, escolhido pela Rússia para dirigir a Chechênia, foi morto em maio de 2004 em um atentado a bomba. Seu filho, Ramzan, foi escolhido para ser o vice-primeiro ministro e seu dever é combater o terrorismo. No outono de 2007, Ramzan foi empossado presidente da Chechênia.

Conforme órgãos de direitos humanos na região, os kadyrovtsy (o "exército" do presidente Ramzan Kadyrov) são responsáveis por muitos dos sequestros, tortura e assassinatos que se realizam nessa área volátil.

Há alguns anos, a capital Grozny foi bombardeada e ficou em ruínas. Hoje, a cidade mais se assemelha a um canteiro de obras. A corrupção é, contudo, prevalecente na região, tanto entre os russos como chechenos. O impacto de qualquer programa de reconstrução é impedido pela corrupção e má administração.

O desemprego na república atinge 85%, especialmente nas áreas fora de Grozny. Quase toda a população vive abaixo da linha de pobreza. Algumas pessoas, contudo, ficaram ricas na guerra e um número de mansões muito grandes e luxuosas está sendo construído. O principal produto é o petróleo, de qualidade excepcionalmente alta.

População

As maiores etnias da Chechênia são os chechenos e os inguches. A população do país é composta majoritariamente de muçulmanos sunitas, mas antes da chegada do islamismo à região os habitantes tinham práticas e crenças religiosas diversas, principalmente rituais ligados à natureza. Devido aos constantes conflitos militares entre a Chechênia e a Rússia, há milhares de refugiados chechenos habitando em países vizinhos.

Economia

Como efeito das constantes guerras com a Rússia, a Chechênia teve cerca de 80% de sua economia destruída. O território da Chechênia é rico em petróleo, calcário, gesso, enxofre e diversos outros minerais, mas a corrupção e as guerras pela independência impedem o crescimento e o desenvolvimento econômico do país.

Motivos de oração:

- Pela pequena comunidade cristã na Chechênia, que em seus cultos tem no máximo de 3 a 5 membros.

- Pelos cristãos que estão sendo ameaçados de morte e precisam deixar o país para se protegerem.

- Pelos jovens da Chechênia que estão desapontados com a corrupção do governo e com a grande taxa de desemprego. Ore para que eles descubram o chamado de Deus para vida deles.

Fonte: Missão Portas Abertas



Os cristãos e a responsabilidade social - Reflexões sobre o Pacto de Lausanne

"5. A RESPONSABILIDADE SOCIAL CRISTÃ: Afirmamos que Deus é o Criador e o Juiz de todos os homens. Portanto, devemos partilhar o seu interesse pela justiça e pela conciliação em toda a sociedade humana, e pela libertação dos homens de todo tipo de opressão. Porque a humanidade foi feita à imagem de Deus, toda pessoa, sem distinção de raça, religião, cor, cultura, classe social, sexo ou idade possui uma dignidade intrínseca em razão da qual deve ser respeitada e servida, e não explorada. Aqui também nos arrependemos de nossa negligência e de termos algumas vezes considerado a evangelização e a atividade social mutuamente exclusivas. Embora a reconciliação com o homem não seja reconciliação com Deus, nem a ação social evangelização, nem a libertação política salvação, afirmamos que a evangelização e o envolvimento sócio-político são ambos parte do nosso dever cristão. Pois ambos são necessárias expressões de nossas doutrinas acerca de Deus e do homem, de nosso amor por nosso próximo e de nossa obediência a Jesus Cristo. A mensagem da salvação implica também uma mensagem de juízo sobre toda forma de alienação, de opressão e de discriminação, e não devemos ter medo de denunciar o mal e a injustiça onde quer que existam. Quando as pessoas recebem Cristo, nascem de novo em seu reino e devem procurar não só evidenciar mas também divulgar a retidão do reino em meio a um mundo injusto. A salvação que alegamos possuir deve estar nos transformando na totalidade de nossas responsabilidades pessoais e sociais. A fé sem obras é morta." (Pacto de Lausanne)

Leia o restante do Pacto de Lausanne nas publicações semanais de agosto a novembro de 2012, clicando aqui.

FAZEI O BEM A TODOS:
OS CRISTÃOS E A RESPONSABILIDADE SOCIAL

Por Alderi Souza de Matos

Na maior parte da história da igreja os cristãos entenderam que o socorro aos sofredores era um aspecto muito importante da sua vocação no mundo. Eles não acreditavam que havia qualquer conflito entre essa preocupação e outros interesses da vida cristã. Foi somente no século 20 que o envolvimento social da igreja se tornou um pomo de discórdia, rompendo o consenso que havia imperado por longo tempo. Vale a pena considerar alguns aspectos dessa questão.

1. O precedente bíblico

O Antigo Testamento está repleto de preceitos e narrativas referentes à temática social. As figuras do pobre, do órfão, da viúva e de outras pessoas em situação de desamparo povoam as Escrituras Hebraicas. A lei de Moisés continha dispositivos que iam além do mero atendimento de necessidades imediatas, criando condições para que houvesse menor desigualdade na sociedade de Israel. São exemplos disso a lei da rebusca (Lv 19.9-10; 23.22; Dt 24.19-21) e o ano do jubileu (Lv 25.8-34). Quando se chega à literatura profética, em especial aos “profetas éticos” do século oitavo a.C. (Isaías, Oséias, Amós e Miquéias), a justiça, a misericórdia e a generosidade no trato com os sofredores se tornam um tema dominante (Is 1.17,23; 3.14-15,18-23; 5.7-8; 58.5-10; Os 10.12; 12.5-7; Am 2.6-7; 4.1; 5.12,24; 8.4-6; Mq 2.1-2; 6.8).

Jesus retomou e aprofundou essas preocupações. Numa época em que a religiosidade judaica havia se cristalizado em torno de três práticas formais – esmolas, oração e jejum – o Senhor corrigiu algumas distorções vigentes, ensinando que a prática da caridade devia ser humilde, desinteressada e motivada pelo amor (Mt 5.7; 6.1-4; 7.12). Ao anunciar o evangelho do reino, ele apontou como uma de suas características a sensibilidade diante da dor alheia e a prontidão em assistir os desafortunados. Ele mostrou isso de modo magistral através de alguns de seus ensinos mais apreciados, como a parábola do Bom Samaritano (Lc 10.30-37) e a inquietante história do Grande Julgamento (Mt 25.31-46).

Na mente das primeiras gerações de cristãos ficou a imagem de Jesus como alguém que passou pelo mundo fazendo o bem (At 10.38). O ensino apostólico colocou a beneficência no centro da vida cristã – a misericórdia ou benignidade é um dos dons espirituais e um fruto do Espírito (Rm 12.8; Gl 5.22); deve-se fazer o bem a todos, a começar dos irmãos (Gl 6.9-10); a solidariedade deve ir além das meras palavras, para manifestar-se em ações concretas (Tg 2.15-16; 1 Jo 3.17-18). A própria instituição do diaconato testifica sobre a importância desse aspecto da vida cristã e do ministério da igreja.

2. A experiência da igreja

Os primeiros cristãos atribuíam grande valor à prática da misericórdia. A hospitalidade e as ofertas para fins caritativos eram generalizadas entre os fiéis. Um documento da época afirma: “O jejum é melhor que a oração, mas as esmolas melhores que ambos” (2 Clemente 16). A epístola conhecida como 1 Clemente fala de cristãos que se vendiam como escravos para poderem socorrer os necessitados (55.2). Quando surgiam epidemias, os fiéis não deixavam de dar assistência aos enfermos e de sepultar os mortos. As viúvas, os órfãos, os enfermos e as crianças recebiam especial cuidado.

Em períodos de grave conturbação social, como nos estágios finais do Império Romano, a igreja era a única instituição que estava preparada para ajudar as populações afligidas. Um desdobramento preocupante ocorreu ainda no período antigo e se aprofundou na Idade Média – o entendimento de que a pobreza e a caridade tinham um valor meritório diante de Deus. Isso acabou desvirtuando as motivações que levavam muitas pessoas a se desfazerem dos seus bens e a socorrerem os necessitados. Além disso, uma atitude fatalista em relação à pobreza involuntária impedia que os pobres superassem a condição em que viviam. Apesar dessas mazelas, a história desse longo período atesta o profundo envolvimento dos cristãos com a assistência aos seus semelhantes.

Os reformadores protestantes questionaram o aspecto meritório da beneficência medieval, mas mantiveram a antiga ênfase na caridade cristã. Eles escreveram e pregaram amplamente sobre o assunto, bem como tomaram importantes iniciativas nessa área. Isso pode ser ilustrado pelas ações de João Calvino, o reformador de Genebra. Em sua vasta produção literária, ele abordou amplamente a temática social. Mais que isso, Calvino incentivou o retorno do diaconato cristão às suas funções originais e destacou que a igreja tem o papel profético de denunciar os males sociais e exortar os governantes a promoverem o bem-comum. Ele apoiou pessoalmente duas importantes instituições caritativas de Genebra: o Hospital Geral e o Fundo Francês para estrangeiros carentes.

Um aspecto interessante da história posterior do protestantismo é que os períodos de revitalização espiritual foram marcados por intensa preocupação social. Isso se deu com o pietismo alemão, com o puritanismo inglês e com os grandes despertamentos norte-americanos. Todos esses poderosos movimentos se voltaram intensamente para questões práticas como educação, missões e beneficência. Esse consenso dos evangélicos em torno da compatibilidade entre a vida espiritual, a evangelização e o serviço cristão viria a ser questionado ao longo do século 20.

3. O evangelho social

O “evangelho social” foi um movimento de grande importância no protestantismo norte-americano por cerca de cinqüenta anos (1880-1930). Influenciado pelo liberalismo teológico, mas distinto do mesmo em vários aspectos, foi uma resposta à crise urbana ocasionada pelo crescimento econômico posterior à Guerra Civil. Seu principal teórico foi Walter Rauschenbusch (1861-1918), um pastor batista e professor de seminário cujo livro O Cristianismo e a Crise Social o tornou nacionalmente famoso em 1907. Outros livros seus foram Cristianizando a Ordem Social (1912) e Uma Teologia para o Evangelho Social (1917).

O movimento pretendia dar uma resposta bíblica e cristã à situação de abandono experimentada pelos trabalhadores e imigrantes que viviam nos cortiços das grandes cidades. Insistia em conceitos como “a implantação do reino de Deus na terra” e a importância de uma “sociedade redimida”. Essas idéias foram popularizadas pelo livro Em Seus Passos que Faria Jesus? (1897), do pastor congregacional Charles Sheldon. O evangelho social tendia a dar uma ênfase excessiva à transformação da sociedade, via a missão cristã no mundo principalmente em termos de ação social e tinha um otimismo pouco realista em relação ao ser humano.

Na mesma época surgiu nos Estados Unidos um outro movimento – o fundamentalismo – caracterizado por forte aversão ao liberalismo. Por causa das ligações do evangelho social com a teologia liberal e suas ênfases diferentes do protestantismo conservador, os fundamentalistas rejeitaram não só o novo movimento, mas a própria noção de envolvimento social como algo incompatível com a vida cristã e a pregação do evangelho. A partir de então, os “evangélicos” afastaram-se da área social em que haviam atuado por tanto tempo ao lado de cristãos com outras convicções. Somente com o Congresso Mundial de Evangelização, em Lausanne, Suíça, em 1974, os evangélicos voltariam a interessar-se mais amplamente pelas questões sociais.

4. A teologia de libertação

Na América Latina de meados do século 20, durante um período de grandes tensões políticas, econômicas e sociais, em que populações inteiras experimentavam injustiças e exclusão social, teólogos católicos e protestantes articularam uma nova teologia centrada no conceito bíblico de Deus como libertador. Seus principais proponentes foram, do lado católico, Gustavo Gutiérrez, Juan Luis Segundo, Jon Sobrino, José Porfírio Miranda, Hugo Assmann, Henrique Dussel, Leonardo Boff e outros. Entre os protestantes, alguns pensadores influentes foram Rubem Alves, M. Richard Shaull e José Miguez Bonino.

A teologia da libertação acabou sendo rejeitada por um grande número de católicos e protestantes, em virtude de algumas de suas ênfases: a tendência de encarar o reino de Deus somente da perspectiva da libertação política e social, a utilização de categorias do pensamento marxista para analisar as realidades da América Latina, o apoio tácito ou explícito a movimentos da esquerda radical e o desprezo da teologia e piedade tradicionais, acusadas de serem alienantes. O liberacionismo acabou perdendo o ímpeto como movimento articulado, mas intensificou as reservas de amplos setores cristãos quanto ao envolvimento com as causas sociais. Entre os evangélicos surgiu uma alternativa à teologia da libertação, o conceito de “missão integral” representado pelos membros da Fraternidade Teológica Latino-Americana, tais como Samuel Escobar, C. René Padilla, Orlando E. Costas, Rolando Gutiérrez, Tito Paredes, Emílio A. Núnez e Valdir Steuernagel.

Conclusão

À luz do ensino bíblico, do exemplo de Cristo e das lições da história, os cristãos não podem ignorar o desafio social. Como a justiça social é uma das implicações do evangelho, evitar essa área acarreta sérias dificuldades para a consciência cristã e para o testemunho cristão. O fato de alguns movimentos terem tido problemas nessa abordagem não isenta os cristãos da sua responsabilidade. Ao contrário, num mundo afligido por tantas situações que atentam contra a vida, a dignidade e o bem-estar dos seres humanos, é mister que os cristãos redobrem os seus esforços no sentido de seguir os passos daquele que “andou pela terra fazendo o bem”.

Perguntas para reflexão:

1. Por que razões a Escritura dá tamanha ênfase à justiça social e ao socorro aos necessitados?

2. O que as ações e ensinos de Cristo nessa área nos revelam sobre o caráter de Deus?

3. Ao longo da história da igreja, que atitudes em relação aos pobres e à pobreza podiam se tornar negativas?

4. Por que muitos cristãos tendem a fazer uma dicotomia entre espiritualidade e envolvimento social?

5. Como os cristãos podem participar de maneira construtiva da eliminação das injustiças e da exclusão social?

Sugestões bibliográficas:

CAVALCANTI, Robinson. Igreja: evangelização, serviço e transformação histórica. Niterói: Vinde, 1987.

GILL, D.W. Ética social. Em ELWELL, Walter A. (Ed.). Enciclopédia histórico-teológica da igreja cristã. São Paulo: Vida Nova, 1988-1990. Vol. II, p. 97-102.

LOPES, Augustus Nicodemus. Calvino e a responsabilidade social da igreja. São Paulo: PES, s/d.

MATOS, Alderi S. A missão da igreja: uma perspectiva latino-americana. Em Fides Reformata IV-1 (Jan-Jun 1999): 69-88.

SHEDD, Russell P. A justiça social e a interpretação da Bíblia. São Paulo: Vida Nova.STOTT, John. Pacto de Lausanne comentado por John Stott. 2ª ed. São Paulo: ABU Editora, 2004 (1983).

STOTT, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo: como ser um cristão contemporâneo. São Paulo: ABU Editora, 1997.

Fonte: Mackenzie.br



Persecution in Chechnya

Pray for the persecuted!

Still formally a part of the Russian Federation, Chechnya remains one of the most difficult places for Christians in Russia. Persecution is political as well as religious, since Christianity is associated with Russia, with whom they had civil war. The influence of Islam is growing; all indigenous Christians are seen as traitors to the Islamic society and suffer greatly from government oppression. Conversion is a great disgrace to the family and brings the risk of ‘honor killings’. Fellowship and public confession of faith is almost impossible.

Pray:

For the few very small Christian group meetings, with no more than 3-5 members

For Christians who receive death threats and must leave the country

That young Chechens, disappointed with both the corrupt government and rife unemployment, may discover God’s call on their lives.

Source: Open Doors USA


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Vamos orar pelo Vietnã!

Separe cinco minutos para ler e orar pela Igreja Perseguida!

Uma campanha do Instituto Ágape de Evangelismo e Missões, em apoio ao trabalho da Missão Portas Abertas e aos cristãos perseguidos por causa do Evangelho.

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

Segundo a tradição, o Cristianismo chegou ao sudeste asiático por volta do século X através dos seguidores de Nestório*.

A igreja vietnamita ocupa uma posição minoritária, abrangendo cerca de 7 milhões de pessoas ou 8% da população do país. Desse total, seis milhões são católicos, enquanto a maior parte dos protestantes pertence às minorias étnicas tribais – metade delas já alcançadas pelo Evangelho.

O governo permite o trabalho de organizações cristãs no país, especialmente daquelas que procuram atuar nas áreas de desenvolvimento e ajuda humanitária.

*Nestório (em grego: Νεστόριος; ca. 386 – ca. 451) foi um monge, oriundo da Anatólia, que se tornou arcebispo de Constantinopla entre 10 de abril de 428 e 22 de junho de 431. Acreditava que em Cristo há duas pessoas (ou naturezas) distintas, uma humana e outra divina, completas de tal forma que constituem dois entes independentes. A sua crença tornou-se a base do nestorianismo.

A Perseguição

A constituição do país prevê liberdade religiosa, mas na verdade o governo restringe algumas atividades. Embora ainda persistam certas restrições às liberdades individuais, a nação tem aumentado gradualmente suas relações com o resto do mundo.

Teoricamente, há liberdade religiosa no Vietnã. Na prática, porém, apesar de a vida religiosa nas congregações ser geralmente tranquila, a igreja vietnamita enfrenta restrições e dificuldades nas esferas distritais e nacionais. Em 1999, um decreto estabeleceu a liberdade de credo, dando aos cidadãos o direito de escolher e mudar sua opção religiosa. No entanto, o próprio decreto de 1999 adverte sobre as punições para quem utilizar a religião com o intuito de prejudicar o Estado.

Em abril de 2001, o governo vietnamita reconheceu oficialmente algumas igrejas evangélicas pertencentes à Hoi Thanh Tin Lanh Viet Nam (Igreja Evangélica do Sul do Vietnã), denominação que corresponde ao maior grupo protestante do país. Foi a primeira vez que a organização obteve um “status” de legalidade desde o fim da Guerra do Vietnã, em 1975.

Diplomatas e protestantes viram o processo de legitimação como uma modesta concessão, depois de anos de repressão, mas observaram que muitos cristãos evangélicos não foram beneficiados, pois apenas cerca de 300 igrejas foram reconhecidas. Entre os excluídos encontra-se a maioria dos protestantes pertencentes às etnias minoritárias, os mais atingidos pela perseguição. Um obreiro cristão afirmou: “O líder do partido local detém total controle sobre o destino de uma igreja; isto é, ele pode decidir se ela deve permanecer ou ser incendiada. Além disso, ele pode arbitrariamente sentenciar pastores a curtos períodos de trabalhos forçados nos campos.”

História e Política

O Vietnã localiza-se no sudeste asiático. Seu território caracteriza-se pelas planícies alagadas nos deltas do Rio Vermelho ao norte e do Rio Mekong ao sul, e por montanhas nas regiões norte e central. O nome do país foi criado no século XIX e deriva da expressão viet-nam, que significa “estrangeiros do sul”.

Os primeiros habitantes da região do atual Vietnã datam dos períodos mais antigos da história da humanidade (Paleolítico e Neolítico), mas a atual estrutura do povo vietnamita e de seu país vem do povo Lac, que se estabeleceu próximo ao rio Vermelho e se misturou com outros povos da região.

Do século X ao XVIII, o Vietnã era dividido em territórios feudais, considerados pequenos reinos unidos em um Estado independente chamado Dai Viet. Durante aproximadamente 1000 anos, a região foi dominada por dinastias do Império Chinês e pelos mongóis. Através dessas culturas, o Budismo e o Confucionismo foram introduzidos no país, gerando características culturais e populares distintas.

Na segunda metade do século XVIII, as tropas francesas de Napoleão começaram a invadir o país, transformando-o em um protetorado. Os vietnamitas se organizaram, então, em guerrilhas comunistas denominadas de Viet-Congs.

A nação vietnamita possui muitas cicatrizes deixadas pelas diversas formas de tormentos e agressões sofridas. Desde 1941, o país tem passado por guerras e dificuldades, em parte como consequência da instauração do governo comunista em 1945, quando se declarou independente do domínio francês, proclamando a República Democrática do Vietnã. Em 1975, o Vietnã do Norte, de orientação comunista (apoiado pela União Soviética), conquistou o Vietnã do Sul, capitalista (apoiado pelos EUA), depois de três décadas de conflito. O país foi reunificado no ano seguinte. Em 1978, o Vietnã invadiu o Camboja, dando início a um conflito que durou até 1989, quando as tropas vietnamitas se retiraram do território cambojano.

O Vietnã é controlado por um governo de orientação comunista, cujo sistema legal baseia-se em uma mescla do código civil francês com a doutrina comunista.

População

O país possui quase 90 milhões de habitantes, 25% dos quais têm idade inferior a 15 anos. Apenas 30% da população vivem em centros urbanos, enquanto o restante habita pequenos vilarejos rurais. Quase todos os vietnamitas pertencem à etnia quine, mas há alguns grupos étnicos minoritários, como os chineses e os haos.

Cerca de metade da população vietnamita professa o budismo, enquanto uma pequena parcela segue novas religiões asiáticas ou antigas crenças animistas.

Economia

A economia vietnamita é baseada na agricultura, cujos principais produtos são: arroz, café, chá, cana-de-açúcar e borracha. Devido aos estragos causados pelas guerras e à perda da ajuda financeira soviética, a economia do país é muito pobre e debilitada.

O país também se dedica à exploração de carvão, fosfato e cromo; suas indústrias investem nos setores de alimentos, têxteis, algodão e cimento. Os principais parceiros comerciais do Vietnã são: Japão, Singapura, Coreia do Norte, Coreia do Sul e Taiwan.

Motivos de oração:

- Cristãos tribais formam quase 70% da população protestante. Esse grupo experimenta restrições impostas pelo Estado sobre as atividades cristãs. Ore para que eles possam crescer espiritualmente, apesar das dificuldades.

Fonte: Missão Portas Abertas



Ministério Pastoral e Missão Integral - Reflexões sobre o Pacto de Lausanne

"11. EDUCAÇÃO E LIDERANÇA: Confessamos que às vezes temos nos empenhado em conseguir o crescimento numérico da igreja em detrimento do espiritual, divorciando a evangelização da edificação dos crentes. Também reconhecemos que algumas de nossas missões têm sido muito remissas em treinar e incentivar líderes nacionais a assumirem suas justas responsabilidades. Contudo, apoiamos integralmente os princípios que regem a formação de uma igreja de fato nacional, e ardentemente desejamos que toda a igreja tenha líderes nacionais que manifestem um estilo cristão de liderança não em termos de domínio, mas de serviço. Reconhecemos que há uma grande necessidade de desenvolver a educação teológica, especialmente para líderes eclesiásticos. Em toda nação e em toda cultura deve haver um eficiente programa de treinamento para pastores e leigos em doutrina, em discipulado, em evangelização, em edificação e em serviço. Este treinamento não deve depender de uma metodologia estereotipada, mas deve se desenvolver a partir de iniciativas locais criativas, de acordo com os padrões bíblicos." (Pacto de Lausanne)

Leia o restante do Pacto de Lausanne nas publicações semanais de agosto a novembro de 2012, clicando aqui.

MINISTÉRIO PASTORAL E MISSÃO INTEGRAL

Entrevista com Antonio Carlos Barro

Por: Instituto Jetro

A Teologia Evangelical, ou seja, Missão integral, a partir de seu lema "O Evangelho todo, para o homem todo, para todos os homens", definido no Congresso Internacional de Evangelização, realizado em 1974, em Lausanne, na Suíça, oferece uma lente através da qual lemos as Escrituras Sagradas em busca de referenciais para a presença do cristão e da comunidade cristã no mundo.

Mas poucos são os pastores, líderes e faculdades evangélicas que optam por estudá-la e praticá-la em suas vidas, denominações e programas de ensino. E muitos confundem a missão integral com o assistencialismo aos mais pobres.

Crendo que a Missão Integral é algo fundamental para exemplificar e demonstrar a presença cristã que gera transformação das dimensões morais, intelectuais, econômicas, culturais e políticas da comunidade onde está inserida, é que entrevistamos o Dr. Antonio Carlos Barro.

Barro é doutor em Estudos Interculturais pelo Fuller Theological Seminary (California/EUA), professor de disciplinas na área de Teologia Prática, fundador da Faculdade Teológica Sul Americana e atual Chanceler, pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil e responsável pelo site www.sermao.com.br



O que é ter um ministério pastoral com missão integral?

Antonio Carlos - Primeiro devo dizer que essa é uma tarefa um pouco complicada. Complicada porque poucos pastores sabem o que é missão e bem poucos sabem o que é missão integral. Já tivemos casos (mais de um) de pastores que são formados em seminários tradicionais no Brasil que vêm estudar em um dos cursos da Faculdade Teológica Sul Americana e sem ter idéia do que estamos falando quando o termo Missão Integral é usado. Se os pastores não sabem o que é Missão Integral como eles vão desenvolver seus ministérios debaixo deste guarda-chuva? Mas, respondendo à pergunta de maneira bem simples eu diria que ter um ministério com a missão integral é olhar para o ser humano com um olhar cheio de amor e de bondade e ministrar a esse ser humano de tal forma que ele encontre sua identidade na casa de Deus e recupere a sua dignidade na forma da nova criação. Todas as partes que juntas formam o ser humano são alvos do ministério pastoral.

Muitos confundem a Missão Integral com o assistencialismo aos pobres, qual a diferença? Como as Igrejas podem colocar a missão integral em prática?

Antonio Carlos - Essa confusão se dá em decorrência do que já afirmei na primeira pergunta. Os evangélicos sempre foram preocupados com a alma das pessoas. Queriam salvar almas para o céu. Nossas pregações, nossos hinos e a nossa práxis eram nessa direção. Até que um dia descobriram que a igreja precisa fazer algo mais e esse algo mais era em direção aos pobres. Alguém chamou isso de Missão Integral (MI). A partir desse momento criou-se a lenda de que MI é fazer algo para os pobres e marginalizados da sociedade.

Isso não é e nunca será MI.

Missão Integral como o próprio nome afirma é integral. Para ser integral é preciso ter as partes. A soma de todos os ministérios ou de tudo o que a igreja faz é a MI. Integral é o valor limite da soma daquilo que a igreja é. Num certo sentido nem precisa do nome Integral. Missão já é essa soma. Assim sendo, uma igreja pode ter um ministério com os pobres numa favela e estar longe da MI, bem como um igreja que trabalha com casais ou uma igreja que evangeliza ricos na Av. Paulista.

Eu não conheço nenhuma igreja que desenvolve a MI na sua plenitude. Essa igreja ainda não foi fundada.

A ação missiológica e pastoral da igreja afeta a pessoa humana em todas as suas dimensões: biológica, psicológica, espiritual e social - a pessoa inteira em seu contexto. Como recuperar a visão bíblica da unidade do ser humano nestas dimensões inseparáveis sem cair numa teologia triunfalista?

Antonio Carlos - A única maneira de recuperar isso é reciclar os pastores e líderes assim como todo o povo de Deus. A pergunta que precisa ser feita é se essas pessoas querem aprender a respeito dessa visão ministerial que engloba todo o ser humano. Minha impressão é que a igreja não quer aprender, porque isso é custoso, envolve quebra de paradigmas e um retorno a um cristianismo mais simples que atuaria como contracultura de quase tudo o que está acontecendo em nossas comunidades.

Rene Padilla, um dos grandes precursores da Missão Integral certa vez declarou: "O grande perigo para a sociedade e para a missão integral da igreja hoje, não é o comunismo, mas é o capitalismo." Você concorda com esta afirmação?

Antonio Carlos - Bem, eu não sei o que estava na cabeça do Padilla e em qual contexto ele fez essa declaração. A meu ver não existe nenhum sistema que ajuda ou atrapalha a MI. Ela é desenvolvida independentemente do sistema vigente porque ela é maior do que qualquer cultura e por isso, transforma a cultura. Se o governo é comunista, capitalista ou monárquico isso não tem a menor importância.

Agora existe um fato que é mais preocupante e que foi apontado por Herbert Butterfield, historiador Inglês nos anos cinquenta: a igreja sempre foi como um camaleão. Se o governo é republicano, ela é republicana; se o governo é monárquico, ela é monárquica. Ou seja, a igreja é conivente com o sistema. Tem alguns que não serão. Esses são os remanescentes fiéis e os que não dobram os joelhos para Baal.

Em sua opinião o que dará mais certo: uma igreja com programas e projetos de evangelização e discipulado ou uma igreja que treina seus membros para obedecerem a Cristo nas suas diferentes áreas da vida cívica?

Antonio Carlos - Uma coisa não elimina a outra. Ou uma coisa deveria incluir a outra. Os programas de discipulados na maioria das igrejas não passam de um tempo em que o aprendiz irá ouvir (não digo aprender) algumas fórmulas da nossa sagrada tradição evangélica. Irá ouvir que somos isso e não aquilo, que fazemos isso e não aquilo. O ensino é meramente formal, enche a cabeça de alguns conceitos que não podem ser usados para nada na vida prática.

A igreja deveria educar seus membros para que sejam pessoas libertas do pecado, do medo e da apatia. A maioria dos crentes é apática. O crente aprende desde cedo numa igreja evangélica que a sua função é frequentar um culto e dar o dízimo. Ninguém o desafia a ser uma agente de transformação na sociedade. Portanto, o que chamamos de discipulado pode ser chamado de qualquer coisa.

Quais as dificuldades da Igreja de hoje para vivenciar a missão integral?

Antonio Carlos - Acho que já respondi nas perguntas anteriores.Mas a maior dificuldade é a falta de entendimento a respeito de dois termos básicos: missão e missões. Quando eu vou a uma conferência missionária, eu participo de um evento que tem um foco: falar de missões. Isso inclui orar, ir, contribuir, conhecer, etc. Tudo ali gira em torno de missões, seja mono cultural ou transcultural.

Agora quando eu vou pregar sobre missão da igreja, os crentes e os pastores pensam que eu estou falando sobre missões. Aí eles fecham o filtro porque ninguém está muito interessado em missões. Eu não posso ser pastor ou líder se eu não entendo o que é missão, se eu não entendo que a missão é a razão de ser da igreja, que a natureza da igreja é missionária. Falta mais reflexão aos nossos líderes, eles deveriam pensar mais nisso.

Quais os seus conselhos aos líderes e pastores para repassar a visão da missão integral para sua igreja?

Antonio Carlos - Ver, julgar e agir.

Ver o que está à sua volta, ensinar sua igreja a ler a Bíblia e o mundo ao mesmo tempo e levar sua igreja a responder às necessidades que estão perto dela. Pelo menos isso. Não se preocupe em querer salvar o mundo. Salve o seu bairro, salve sua cidade.Agir em nome de Deus e com os recursos disponíveis. Fazer o que pode e o que não pode, ore a Deus. Ele é o Senhor dos recursos.Depois avalie o que foi feito, arrume o que pode ser arrumado.

Finalmente, convoque a comunidade e celebre os frutos da missão. Depois de celebrar (alguns podem chamar isso de culto) saia para o mundo em missão. Retorne para celebrar e volte ao mundo para missionar. Só isso.

Fonte: http://www.institutojetro.com/



Persecution in Vietnam

Pray for the persecuted!

The authorities keep a close eye on all Christian activities in the country. Church leaders are closely monitored and Christians are routinely questioned by security police, especially when they witness to others. In tribal areas, village and religious leaders report on Christian activity and often influence local government to take action against the increasing growth of the church. Evangelism and teaching are done secretively. There are reports that the army attacked two Christian Hmong villages this year, injuring at least 16 people.

Pray:

For believers from ethnic minority groups who are isolated and face the greatest challenges

For health and protection for travelling Bible teachers

For Open Doors training programs for women and youth and children’s workers.

Source: Open Doors USA


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