"Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência..."

Domingo da Igreja Perseguida - 26 de Maio de 2013



O que é o DIP?

O DIP – Domingo da Igreja Perseguida - é um evento promovido pela Portas Abertas, que tem o objetivo de conscientizar e mobilizar a Igreja brasileira sobre a realidade dos cristãos que sofrem perseguição ao redor do mundo. Em pleno século 21, cerca de 100 milhões de cristãos enfrentam hostilidade e perseguição religiosa pelo simples fato de seguir a Cristo. Essa intolerância acontece de várias maneiras: por meio do governo, da sociedade e, principalmente, da família. E, as represálias consequentes da profissão de fé destes irmãos são muitas vezes: encarceramento, agressões físicas e psicológicas, ameaças, perda de emprego, e morte.

O Domingo da Igreja Perseguida foi criado em 1987, pelo Irmão André (fundador da Portas Abertas) e tem sido realizado no Brasil desde 1988. A data em si varia de ano a ano, pois é marcada no domingo, logo após Pentecostes. Este critério foi adotado, porque no relato bíblico em Atos capítulo 4, o início das perseguições aos cristãos acontece logo após a descida do Espírito Santo, com a prisão de Pedro e João. Simbolicamente, portanto, podemos dizer que esta foi a “fundação” da Igreja Perseguida.

Realizar o DIP significa lembrar e agir em favor dessa parte do Corpo de Cristo, em países como Coreia do Norte, Irã, Afeganistão, Eritreia, Nigéria, Colômbia, entre outros.

Você pode mudar essa realidade!
Inscreva sua igreja, seja um organizador do DIP, incentive o seu líder e o seu pastor a disponibilizar o púlpito para falar da Igreja perseguida; apresentar peças de teatro; levantar ofertas; fazer bazares para levantar recursos; mobilizar a escola dominical, os jovens, os intercessores etc.

É preciso que não faltem intercessores, mensageiros e obreiros que se comprometam em fortalecer o Corpo de Cristo que enfrenta perseguição, em razão de sua fé em Jesus Cristo. Cremos que quando um membro sofre, todos os outros sofrem com ele.

“Esteja atento! Fortaleça o que resta e que estava para morrer!” Apocalipse 3.2

Envolva-se!

DIP 2013
O próximo evento acontecerá no dia 26 de maio de 2013. Avise seu pastor e programe-se para realizar o DIP em sua igreja. Não desista! Continue agindo em favor de seus irmãos: torne-se um abençoador para aqueles que precisam permanecer firmes na linha de frente! Apresse o dia da vitória!

Maiores informações, recursos e instruções sobre o que fazer o que o não fazer: clique aqui.

Fonte: Missão Portas Abertas.


Crescimento Integral de Igrejas - Parte 2

Por Rubens Muzio

"A quantidade do crescimento não garante a bênção de Deus ou a fidelidade da igreja"

Com frequência, vemos igrejas em todos os lugares esquecendo-se de que o Novo Testamento não focaliza os resultados das atividades ministeriais, voltando-se mais para si mesma, distanciando-se do mundo e priorizando o desenvolvimento de sua comunidade com vistas a tornar-se mega, influente e big. O pressuposto básico resume-se: “Deus requer o crescimento da igreja”. O propósito principal e insubstituível da missão tornou-se o crescimento numérico da igreja. Vivemos um evangelho vertical. Classificamos temas ligados à transformação social - como justiça pública, paz social e o cuidado com os mais pobres e carentes da sociedade como secundários. O fruto disso tem sido uma prática de missão orientada aos resultados e estatísticas, enfatizando uma evangelização que não impõe muitas obrigações cristãs e que focaliza simplesmente os benefícios individuais da salvação, visando ajudar apenas as pessoas a terem um ticket de entrada nos céus e tornarem-se membros responsáveis da sua igreja local. O crescimento numérico se baseia muito mais na análise sociológica e antropológica bem como nas estratégias derivadas da administração e do marketing, produzindo um espaço para muita ansiedade sobre o fracasso e imenso orgulho e vaidade diante do sucesso.

O crescimento não é um fenômeno simples, como já disse. Encontrei algumas vezes David Garrison e conversei muito com ele sobre os movimentos de plantação de igrejas ocorridos na Índia, China e outras partes da Ásia, África, Américas e Europa. Em seu livro Church Planting Movements, após uma cuidadosa análise dos vários movimentos contemporâneos, ele chegou à conclusão que alguns elementos estariam sempre presentes:

· Um extraordinário nível de oração. Oração se tornou prioridade em todos os movimentos estudados, enfocando intencionalmente a intercessão pelos plantadores de igrejas, pelos não-cristãos, novos convertidos, e pelo envio de mais obreiros.
· Abundante evangelismo, refletido num imenso número de pessoas evangelizadas, grande quantidade de sementes lançadas e conseqüentemente um maior número de convertidos. Quanto mais semear, maior será a colheita.
· Plantação intencional de igrejas multiplicadoras: igrejas que progridem com um compromisso deliberado, intencional e intenso na plantação de igrejas reprodutivas.
· Autoridade da Palavra de Deus. A centralidade nas Escrituras impede que a igreja nascente, com o passar dos anos, se fragmente com heresias, suportando assim o contra-ataque do diabo.
· Formação natural da liderança local, rapidamente desenvolvendo novos líderes locais e regionais e confiando a eles o futuro do movimento.
· Forte liderança leiga. As igrejas destes movimentos são conduzidas eficazmente pelo princípio do sacerdócio universal: pastores e líderes não-profissionais, ou seja, não sustentados pela igreja local.
· Metodologia de igrejas-casas. A maioria dos movimentos começa com pequenos grupos de comunhão ou células reunidos nas casas de amigos sem imediata preocupação com a compra ou construção de prédio. As responsabilidades da liderança permanecem pequenas e administráveis, o nível de prestação de contas e cuidado dos membros aumenta exponencialmente. É de fácil multiplicação.
· Igrejas plantando igrejas rapidamente. O movimento atinge a plenitude e vigor total quando começam a se multiplicar, gerando igrejas filhas e netas de modo veloz, com senso de urgência, diferente dos modelos tradicionais.
· Igrejas saudáveis, mais vibrantes espiritualmente, mais vivas, com uma Palavra mais eficaz, alegria mais intensa, amor mais profundo, mesmo em meio a perseguição.

Você percebe que o crescimento quantitativo liga-se indissociavelmente ao crescimento qualitativo. O crescimento é um processo integral, e manifesta-se em todos os níveis. Como um organismo vivo, a igreja cresce normal e consistentemente. O crescimento faz parte da sua vida. Deixar de crescer seria deixar de existir. Contudo, nem todo crescimento é saudável para o organismo. Há diferentes tipos de crescimento: demográfico, biológico, emocional, psicológico, cultural, econômico, social, institucional, e assim por diante. E dentro de cada um desses aspectos existem as qualidades de crescimento: positivo ou negativo, bom ou ruim, saudável ou patológico. Na verdade, o organismo pode enfrentar toda sorte de perigo que causa deformação no seu crescimento e que pode levá-lo fatalmente à morte. O risco da erva daninha, do joio no meio do trigo da deformação, do hediondo, do canceroso, está sempre rondando a igreja. Precisamos de um sistema de crescimento integral e Orlando Costas me parece ser o melhor modelo de avaliação quanto ao crescimento de uma igreja local, dentro do contexto latino americano. Segundo Costas, o crescimento detém quatro dimensões: numérico, orgânico, conceitual e diaconal:

· O numérico, o mais básico, refere-se à reprodução e incorporação de novos membros à comunidade.
· O orgânico é interno à igreja e tem a ver com o desenvolvimento de sua liderança, forma de governo, administração, recursos e talentos.
· O conceitual refere-se ao desenvolvimento da compreensão da fé cristã, existência e razão de ser, conhecimento das Escrituras, vocação na sociedade, compreensão da história e interação com o contexto ao redor.
· O diaconal tem a ver com a intensidade do serviço prestado ao mundo, participação na vida, conflitos e temores da cidade, desenvolvimento na qualidade do serviço que ajuda a aliviar as dores humanas e ajuda a transformar as condições sociais ao redor. (Costas: 8-14).

Para o bom desenvolvimento da igreja, todas as dimensões devem caminhar simultaneamente, desenvolvendo-se ao mesmo tempo: recebendo novos membros, expandindo-se internamente, aprofundando seus conhecimentos da fé e servindo ao mundo. Porém a igreja cresce qualitativamente quando em cada uma dessas dimensões ela reflete espiritualidade cristã, encarnação do evangelho e fidelidade a Deus. Sem eles, o crescimento numérico, por si só, converte-se em obesidade, o orgânico em burocracia, o conceitual em abstração teórica e o diaconal em ativismo social. Portanto, você deve cuidar para que sua igreja – ministérios, projetos e eventos - cresça simultaneamente nas quatro dimensões.

Tragicamente o crescimento numérico tornou-se o aspecto mais importante da evangelização. A cultura contemporânea enfatiza o imenso, o big, o agitado, o badalado. Frequentemente, a igreja caminha pela senda perigosa das grandes conferências, impressionada com marchas, enamorada dos grandes templos e fascinada pelos programas de televisão e cargos políticos. Por trás da sedução trazida pelos resultados, prosperidade e sucesso, encontra-se a realidade íntima dos problemas emocionais, tentações sexuais, conflitos familiares e crises existências. Suas divisões e escândalos são também do tamanho dos seus templos: colossais, hercúleas, excedendo física e emocionalmente os limites suportáveis pela maioria dos seus líderes, que em geral estão despreparados espiritualmente para enfrentá-los.

A quantidade do crescimento não garante a bênção de Deus ou a fidelidade da igreja. Vários fatores históricos, sociológicos, antropológicos, religiosos e culturais estão na equação do crescimento. Ele torna-se facilmente distorcido quando o foco é colocado nos números, estatísticas e resultados. Não deveríamos usar o crescimento numérico como termômetro para a medição da presença ou não de Deus. Quando olhamos para o Reino de Deus e sua centralidade na vida, morte e ressurreição de Jesus, devemos abandonar essa ênfase nos projetos e sucessos pessoais. O horizonte que visualizamos é a vindo do Reino de Deus e a consumação da história em Cristo. Tudo o que importa é a glória de Deus. O crescimento saudável sempre será o penúltimo objetivo, completamente secundário à glória de Deus.

Fonte: Sepal.org.br.

Curso Kairós - dias 21-23 / 28-30 de junho - Uberlândia-MG

Curso Kairós é uma jornada de capacitação em evangelismo e missões, desenvolvida para educar, inspirar e desafiar cristãos para que participem ativamente do cumprimento da Grande Comissão.

Internacionalmente, o Curso Kairós é vinculado à Living Springs International. No Brasil, somos associados ao Instituto Ágape de Evangelismo e Missões e à Sepal - Servindo aos Pastores e Líderes, sendo que nossa equipe é formada por pessoas de diferentes origens denominacionais e missionários de diferentes agências.

O curso, embora seja profundo e aborde aspectos dos mais relevantes para a vida cristã, é simples e dinâmico, sendo utilizadas várias ferramentas de aprendizado, tais como: grupos de crescimento, aulas, devocionais, videos, intercessão pelos não alcançados e muito mais.

O Curso Kairós é ministrado por uma equipe de facilitadores habilitados e é divido em quatro áreas: bíblica, histórica, estratégica e cultural. Kairós é uma jornada de aprendizado com duração de 50 horas, sendo 25h em sala e 25h em atividades complementares.

Nossa visão: "Toda a Igreja mobilizada para a missão transcultural, alcançando os não-alcançados".

Nossa missão: "Apresentar o Curso Kairós à Igreja com excelência, encorajando o surgimento de estratégias e movimentos missionários".


Curso Kairós - dias 21-23 / 28-30 de junho (dois finais de semana) - Uberlândia-MG
Local: Igreja Cristo Exaltado
Endereço: Av. Engenheiro Diniz, 409, Martins
Contato e inscrições: eventos@institutoagape.org

Horários:
21 de junho (Sexta) - 19:00-21:30
22 de junho (Sábado) - 9:00-12:00 e 14:00-17:00
23 de junho (Domingo) - 9:00-12:00 e 14:00-17:00
28 de junho (Sexta) - 19:00-21:30
29 de junho (Sábado) - 9:00-12:00 e 14:00-18:00
30 de junho (Domingo) - 9:00-12:00 e 14:00-17:00

Procedimento de inscrição:

1. Primeiro, deverá ser preenchido o formulário (clique aqui).

2. Após o preenchimento, será necessário efetuar o depósito na conta do Instituto Ágape no valor de R$100,00, correspondente à inscrição no curso, e que inclui, além do curso que será ministrado, o material didático, os lanches nos intervalos e as atividades especiais (o valor não cobre almoço, hospedagem ou transporte até o local).

           Banco: Santander / Agência: 3342 / Conta: 13000243-3

3. Após feito o depósito, enviar cópia do comprovante para eventos@institutoagape.org.

Para maiores informações sobre o Curso Kairós, clique aqui ou entre em contato: eventos@institutoagape.org.

Crescimento Integral de Igrejas - Parte 1

Por Rubens Muzio

"O crescimento das igrejas é um fenômeno complexo." Ocorre em níveis distintos e de diferentes maneiras.Devemos aguardar que a igreja cresça? É normal crescer? Devemos antecipar o crescimento como sinal da presença do reino de Deus e considerar sua expansão como critério para medir nossa fidelidade missionária? Ou devemos conceber o crescimento da igreja como um dom recebido com elogio e gratidão, mas não esperado? Sem dúvida, a preocupação com o crescimento da igreja está na mente da maior parte dos líderes evangélicos.

Você provavelmente ouviu falar que os evangélicos alcançaram a marca de 22,02% da população no censo do IBGE em 2010. Em 1970, a população evangélica girava em torno de 4,8 milhões de fiéis. Em 1980, os evangélicos representavam somente 6,6% (7,9 milhões) dos brasileiros. Em 1991, a igreja avançava a barreira dos 13,7 milhões e em 2000, acima de todas as previsões estatísticas, a igreja ultrapassou os 26 milhões de adeptos! Durante a década de 90, a velocidade de crescimento da igreja evangélica foi quatro vezes maior que a da população brasileira. Chegamos a um contingente de mais de 42 milhões de pessoas espalhados pelos quatro cantos do país que se identificam como evangélicos. O crescimento numérico na década atingiu 61%.

Você percebe que os católicos perfaziam quase 92% da população em 1970? Entre os anos 2000 e 2010, os católicos perderam milhões de adeptos, diminuindo de 73,75% para 64,63% da população. Mas os católicos não foram os únicos a encolherem. Reconhecemos que o crescimento foi impressionante e sua velocidade fenomenal. Enquanto no hemisfério norte muitas igrejas morrem diariamente ou são transformadas em museus, escolas e clubes, no Brasil, milhares de igrejas continuam a dar sinais que o crescimento numérico ainda não chegou ao fim. Algumas igrejas que apresentaram considerável crescimento entre 1991 e 2000 retraíram. A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) perdeu aproximadamente 229.000 participantes, a Igreja Presbiteriana (somando todas as denominações – IPB, IPI, IPR, IPU) perdeu cerca de 59.800 membros, a Igreja Congregacional perdeu 39.245 membros e a Igreja Luterana (em todas as suas expressões – IECLB e IELB) perdeu cerca de 62.600 membros.

É verdade que ao voltar nossos olhos para a história da igreja no livro de Atos dos Apóstolos, encontramos vivas descrições de crescimento naqueles primeiros dias. Em Atos 2:41, três mil são adicionados à igreja. Logo depois, em Atos 4:4, o número de discípulos sobe para cinco mil. Em Atos 6:1 e 7, os crentes continuar a crescer rapidamente. Em Atos 12:24, sabemos que a prisão e libertação de Pedro fez com que a Palavra de Deus crescesse e multiplicasse. A preocupação com a vida dos pagãos era uma das grandes forças por trás da pregação do evangelho. Havia um sentimento de urgência energizando profundamente a todos os discípulos.

Entretanto, uma revisão moderada e sóbria de todas as páginas do Novo Testamento revela pouco interesse no crescimento numérico. Há uma absoluta falta de estatísticas das igrejas locais. Além disso, as referências aos milhares descritos em Atos 2, 4 e 21, não podem ser tomados em termos exatos. Elas apenas demonstram umcrescimento enorme e veloz numa pequena área do globo e numa cultura específica, limitando-se principalmente ao Império Romano e suas áreas adjacentes. Temos realmente poucas informações dos métodos utilizados, os quais não preveniram o aparecimento de heresias como o gnosticismo e o donatismo. Os métodos do primeiro século também não anteciparam a grave corrupção da igreja na idade Média. O problema da “numerolatria” - a dependência excessiva dos números - foi apontado por Charles Van Engen no livro The Growth of the True Church (O crescimento da verdadeira igreja). Apesar de afirmar que o Novo Testamento tem abundantes provas de interesse pelo crescimento numérico, Van Engen sugere que somente o desejo e não a pressão pelos alvos do crescimento numérico se justifica como um sentimento válido.

As epístolas de Paulo e Pedro igualmente não demonstraram acentuado interesse no crescimento. Não os encontramos preocupados em registrar o número de seus participantes, visitantes e membros. Sua principal preocupação está na fidelidade do discípulo e na integridade de seu testemunho, a fim de que o evangelho seja pregado, os gentios se convertam e sejam santificados pelo Espírito Santo (Rm. 15:15-19). Pedro anima todo cristão a se preparar prontamente e responder gentilmente quando sua esperança em Cristo for desafiada. (1 Pt. 3: 15). No texto de Rm 15:17-23, Paulo afirma ter pregado o evangelho desde Jerusalém até Ilírico e portanto não havia mais espaço para trabalho nestas regiões. Obviamente ele não está dizendo que todos os habitantes daquela região ouviram o evangelho, se converteram e tornaram-se membros de dúzias de igrejas localizadas em todas as ruas e avenidas, como nos dias de hoje. Considerando o que sabemos sobre a teologia pastoral de Paulo, ele estava lembrando que igrejas foram plantadas nestas regiões como primícias, dádivas aos gentios. O nascimento delas era o fruto de seu trabalho. Quando a comunidade cristã começasse a existir, seu trabalho estaria concluído. Outros poderiam chegar e edificar sobre a fundação, como Apolo (1 Co 3:5-15). Paulo sentia que sua missão estava concluída sempre que houvesse uma comunidade que reconhecesse Jesus Cristo como supremo Senhor da vida. Ele entregava toda a responsabilidade para a liderança local e logo partia para outra cidade sem criar vínculos financeiros com as novas igrejas. Mais importante de tudo talvez seja o fato que Paulo não impunha sobre eles nenhum tipo de visão ou ministério, nem os treinava para a multiplicação de sua estrutura missionária ou denominacional. Não encontramos nem tanta ansiedade nem tanto entusiasmo diante do crescimento numérico, mas sim uma constante preocupação com a integridade do evangelho.

Fonte: Sepal.org.br